"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























domingo, 12 de agosto de 2012

FÉRIAS (d)e VERÃO com CINEMA (11)

"127 horas": Um homem desafia a natureza
É mais um dos grandes candidatos a Óscars: melhor filme, ator, montagem, argumento adaptado, banda sonora e música originais.
Este um dos principais fatores de atração de “127 Horas”, de Danny Boyle (“Quem quer Ser Bilionário”). Os outros, o facto de se basear numa impressionante história verdadeira e de conter uma sequência de três minutos que já arrasou os menos impressionáveis.
Em 2003, o desportista radical Aron Ralston parte para mais uns dias de aventura na extraordinária região do Grand Canyon, EUA. Seguro da sua experiência e otimista inveterado, avança sozinho deserto adentro, pedalando à velocidade do desejo de mais um encontro a sós com a Natureza.
A mesma Natureza que lhe proporciona inesquecíveis momentos de intimidade e beleza ou inimagináveis picos de adrenalina, é a que não se compadece com um momento de distração.

A propósito de Óscar's:
LOS ANGELES, 05 Dez. 11(ACI/EWTN Noticias) .- Em poucas semanas, os católicos da Califórnia poderão conhecer ao vivo o testemunho da Madre Dolores Hart, quem trocou sua ascendente carreira como actriz em Hollywood nos anos 60 por ingressar em um convento beneditino de clausura.
A Madre Dolores oferecerá a conferência central no Encontro Eucarístico Mariano da Califórnia a ser celebrado em Paso Robles nos dias 14 e 15 de Janeiro do próximo ano.
A religiosa é uma premiada ex-actriz que participou de dois conhecidos filmes de Elvis Presley e ainda é membro votante da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, a mesma que decide os prémios Óscar.
"Sentimo-nos muito abençoados por sua vinda",afirmou o organizador da conferência, Pat Borba ao grupo ACI. "É um milagre tê-la. Pensamos que por ser de clausura isso jamais aconteceria".
O tema do evento é "A fé que move montanhas" no qual a religiosa oferecerá duas exposições tituladas "Como uma carreira em Hollywood me levou a fé" e "O ouvido do coração: Quando o Mestre Fala o discípulo escuta".
Em sua juventude, Dolores Hart foi uma conhecida actriz de teatro e cinema. Actuou na década de 1960 nos clássicos "Where the Boys Are", e interpretou Santa Clara no filme "Francisco de Assis" em 1961. Também interpretou o papel principal no filme "O Inspector".
Ganhou um Prémio TheatreWorld 1959 e uma nominação ao prémio Tony por seu papel na produção de Broadway"O prazer de sua companhia." Segue sendo membro da Academia e é actualmente a única religiosa que vota nos prémios Óscar.
Para mais informação sobre a conferência de 2012 nos EUA, visite http://www.ccmec.org
Fonte: 05 Dez. 11(ACI/EWTN Noticias)

1 comentário:

  1. A propósito do filme "127 horas", de que vi a apresentação, tive uma pena enorme de o ter deixado fugir no cinema.
    Felizmente consegui vê-lo há muito pouco tempo na TV.
    Tal como tinha previsto, o filme emocionou-me muito.
    Transporta-nos à idade em que somos donos da razão, em que só a nossa opinião conta. As recomendações dos pais, por exemplo, estão completamente desajustadas da nossa realidade e pensamos... "os tempos são outros"... "afinal que sabem eles da vida?".
    Revi-me muito no filme, não só do tempo da minha juventude, mas também pelos tempos actuais em que sou mãe e tantas vezes tenho esses termos de comparação.
    Gostei muito do filme.
    Peço desculpa pela intromissão no seu espaço, mas tem-me despertado a atenção.

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