"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























quinta-feira, 16 de agosto de 2012

FÉRIAS (d)e VERÃO com um convite à LEITURA (16)

Religiosidade: O seu caráter irreprimível
«O esforço concertado para conter, ou mesmo policiar, a religiosidade e assim confiná-la aos domínios definidos pela razão secular, é francamente sintomático da sua irreprimibilidade, assim como da instância critica que por sua vez representa. É um facto que ela não pode ser definitivamente confinada. No entanto, necessita ser constantemente repensada, reconsiderada.»
Estes são alguns dos pressupostos da obra “Religiosidade – O seu caráter irreprimível – Perspetivas contemporâneas”, organizado por Manuel Sumares, Helena Catalão e Pedro Valinho Gomes, numa edição da Faculdade de Filosofia da Universidade Católica Portuguesa (Braga).
Propomos de seguida um excerto do primeiro texto do volume, assinado por Alfredo Dinis, e no fim apresentamos o índice da obra.

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