«O esforço concertado para conter, ou mesmo policiar, a religiosidade e assim confiná-la aos domínios definidos pela razão secular, é francamente sintomático da sua irreprimibilidade, assim como da instância critica que por sua vez representa. É um facto que ela não pode ser definitivamente confinada. No entanto, necessita ser constantemente repensada, reconsiderada.»
Estes são alguns dos pressupostos da obra “Religiosidade – O seu caráter irreprimível – Perspetivas contemporâneas”, organizado por Manuel Sumares, Helena Catalão e Pedro Valinho Gomes, numa edição da Faculdade de Filosofia da Universidade Católica Portuguesa (Braga).
Propomos de seguida um excerto do primeiro texto do volume, assinado por Alfredo Dinis, e no fim apresentamos o índice da obra.
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