"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























domingo, 10 de dezembro de 2017

PALAVRA de DOMINGO: Contextual​izá-la para bem a entender e melhor vivê-la: EUCARISTIA, LITURGIA & VIDA!

Considerando:
1. "Três qualidades essenciais de uma homilia: Positiva, concreta, profética" AQUI
2. "A Palavra de Deus no quotidiano da vida eclesial" AQUI
3. "A autora recorda sobretudo a homilia dessa eucaristia, que não fez “lembrar nada a imagem da Igreja” que tinha “de pequenina”, e que a fez afastar-se depois de fazer a “primeira comunhão”. Para saber mais, clicar AQUI
4. "Os leitores mais atentos poderão confirmar se o Papa Francisco é coerente quando exige qualidade nas homilias como fez na exortação apostólica "A alegria do Evangelho" e a sua prática nas missas que celebra em Santa Marta. Basta ler o livro que reproduz muitas daquelas saborosas homilias feriais" - Pe. Rui Osório in JN de 11/1/2015 - "A verdade é um encontro" AQUI
5. Pregação «não é um sermão sobre um tema abstrato»: Vaticano apresenta diretório sobre homilias. Para saber mais clicar, AQUI
6. Diretório homilético: Para falar de fé e beleza mesmo quando não se é «grande orador». Ver AQUI
7. Papa mais,  pede aos padres para falarem ao «coração» e não fazerem «homilias demasiado intelectuais». Par saber mais, clicar AQUI.

Então:
Tema do 2º Domingo do Advento
A liturgia do segundo domingo de Advento constitui um veemente apelo ao reencontro do homem com Deus, à conversão. Por sua parte, Deus está sempre disposto a oferecer ao homem um mundo novo de liberdade, de justiça e de paz; mas esse mundo só se tornará uma realidade quando o homem aceitar reformar o seu coração, abrindo-o aos valores de Deus.
Na primeira leitura, um profeta anónimo da época do Exílio garante aos exilados a fidelidade de Jahwéh e a sua vontade de conduzir o Povo – através de um caminho fácil e direito – em direcção à terra da liberdade e da paz. Ao Povo, por sua vez, é pedido que dispa os seus hábitos de comodismo, de egoísmo e de auto-suficiência e aceite, outra vez, confrontar-se com os desafios de Deus.
No Evangelho, João Baptista convida os seus contemporâneos (e, claro, os homens de todas as épocas) a acolher o Messias libertador. A missão do Messias – diz João – será oferecer a todos os homens esse Espírito de Deus que gera vida nova e permite ao homem viver numa dinâmica de amor e de liberdade. No entanto, só poderá estar aberto à proposta do Messias quem tiver percorrido um autêntico caminho de conversão, de transformação, de mudança de vida e de mentalidade.
A segunda leitura aponta para a parusia, a segunda vinda de Jesus. Convida-nos à vigilância – isto é, a vivermos dia a dia de acordo com os ensinamentos de Jesus, empenhando-nos na transformação do mundo e na construção do Reino. Se os crentes pautarem a sua vida por esta dinâmica de contínua conversão, encontrarão no final da sua caminhada terrena “os novos céus e a nova terra onde habita a justiça”.
EVANGELHO – Mc 1,1-8
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Marcos
Princípio do Evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus.
Está escrito no profeta Isaías:
«Vou enviar à tua frente o meu mensageiro,
que preparará o teu caminho.
Uma voz clama no deserto:
‘Preparai o caminho do Senhor,
endireitai as suas veredas’».
Apareceu João Baptista no deserto
a proclamar um baptismo de penitência
para remissão dos pecados.
Acorria a ele toda a gente da região da Judeia
e todos os habitantes de Jerusalém
e eram baptizados por ele no rio Jordão,
confessando os seus pecados.
João vestia-se de pêlos de camelo,
com um cinto de cabedal em volta dos rins,
e alimentava-se de gafanhotos e mel silvestre.
E, na sua pregação, dizia:
«Vai chegar depois de mim quem é mais forte do que eu,
diante do qual eu não sou digno de me inclinar
para desatar as correias das suas sandálias.
Eu baptizo-vos na água,
mas Ele baptizar-vos-á no Espírito Santo».

AMBIENTE
O Evangelho segundo Marcos parece ter sido o primeiro dos Evangelhos a ser redigido, certamente antes do ano 70. A crítica do texto sugere que se trata de uma obra destinada a uma comunidade maioritariamente composta por cristãos vindos directamente do paganismo, provavelmente a comunidade cristã de Roma.
O final da década de 60 é uma época difícil para os cristãos em geral e para os cristãos da cidade de Roma em particular. Por volta do ano 66, o imperador Nero organizou uma terrível perseguição contra os cristãos da capital do império. Pedro e Paulo foram mortos nesta altura, juntamente com um número considerável de outros cristãos. A fidelidade no seguimento de Jesus comportava o risco contínuo de ver-se desprezado, perseguido e maltratado.
Nesta situação de perseguição e de crise, era necessário afirmar a fé em Jesus Cristo. Como? Marcos percebeu que era preciso entender correctamente a identidade de Jesus. Se a comunidade descobrisse em Jesus o Filho de Deus que veio ao mundo ao encontro dos homens para lhes transmitir a Boa Nova da salvação, era muito mais fácil manter a fidelidade, mesmo num contexto adverso de perseguição e de sofrimento. O Evangelho segundo Marcos vai nascer, pois, com a preocupação de apresentar aos crentes – de forma clara – a verdadeira identidade de Jesus.
O texto que hoje nos é proposto é o prólogo ao Evangelho segundo Marcos. Nesse prólogo, o autor enuncia as coordenadas fundamentais do seu Evangelho. Trata-se, diz o título da obra, de apresentar uma “Boa Notícia” (“evangelho”) aos crentes mergulhados na crise e na perseguição. Qual é essa “Boa Notícia” que deve dar sentido ao sofrimento dos cristãos? É que esse Jesus, à volta do qual se constrói a vida e a fé da Igreja, é o Messias libertador (“o Cristo”) e o Filho de Deus. Nestes dois títulos fica definida, quer a missão específica, quer a identidade de Jesus.

MENSAGEM
O corpo central do nosso texto apresenta-nos a missão de João Baptista (vers. 2-3), a sua pregação (vers. 4), a reacção dos ouvintes (vers. 5), o seu estilo de vida (vers. 6) e o testemunho de João sobre Jesus (vers. 7-8).
Qual é, pois, a missão de João? De acordo com o nosso texto, é ser o “mensageiro” que prepara o caminho para o “Messias”, “Filho de Deus” (vers. 2). A propósito da apresentação da missão de João, o autor apresenta uma citação que atribui ao Profeta Isaías mas que é, na realidade, um conjunto de afirmações retiradas do Êxodo (cf. Ex 23,20), de Isaías (cf. Is 40,3) e de Malaquias (cf. Mal 3,1): “Vou enviar à tua frente o meu mensageiro, que preparará o teu caminho. Uma voz clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor, endireitai as suas veredas”. A acumulação de citações tiradas da Torah e dos Profetas sugere que João é esse mensageiro de Deus do qual falavam as promessas antigas, e que devia vir anunciar e preparar o Povo de Deus para acolher a intervenção definitiva de Jahwéh na história dos homens.
Em que consistia a pregação de João? João “apareceu no deserto a proclamar um baptismo de penitência para remissão dos pecados” (vers. 4). De acordo com a catequese judaica, o Messias só chegaria quando Israel fosse, na verdade, a comunidade santa de Deus… Antes de o Messias chegar, o Povo devia, portanto, realizar um caminho de purificação e de conversão, de forma a tornar-se um Povo santo. O “baptismo de penitência” (literalmente, “baptismo de conversão” – ou de “metanoia”) proposto por João deve ser entendido neste contexto e representa um convite à mudança radical de vida, de comportamento, de mentalidade.
Este “baptismo” proposto por João não era, na verdade, uma novidade insólita. O judaísmo conhecia ritos diversos de imersão na água. Era, inclusive, um rito usado na integração dos “prosélitos” (os pagãos que aderiam ao judaísmo) na comunidade do Povo de Deus. Na perspectiva de João, provavelmente, este “baptismo” é um rito de iniciação à comunidade messiânica: quem aceitava este “baptismo” passava a viver uma vida nova e aceitava integrar a comunidade do Messias.
A pregação de João é feita “no deserto”. O “deserto” é, no contexto da catequese judaica, o lugar onde o Povo de Deus realizou uma caminhada de purificação e de conversão. Foi no deserto que os israelitas libertados do Egipto passaram de uma mentalidade de escravos a uma mentalidade de homens livres, de uma mentalidade de egoísmo a uma mentalidade de partilha, de uma atitude descomprometida a uma Aliança com Jahwéh, da desconfiança em relação à proposta libertadora que Moisés lhes apresentou à confiança total num Deus que cumpre as suas promessas e que é fonte de vida e de liberdade para o seu Povo. A pregação de João lembrava aos israelitas a necessidade de voltar ao “deserto” e de percorrer um caminho semelhante àquele que os antepassados tinham percorrido.
Como é que os interlocutores de João reagiam às suas propostas? Marcos diz que “acorria a Ele toda a gente da região da Judeia e todos os habitantes de Jerusalém” para serem baptizados, confessando os seus pecados (vers. 5). A afirmação de que “toda a gente” acorria ao apelo de João parece manifestamente exagerada… Ao apresentar esta perspectiva ideal da forma como a mensagem foi acolhida pelo Povo, Marcos está, provavelmente, a sugerir o carácter decisivo e determinante da proposta que João faz: não é “mais um” convite à conversão, mas é o último e definitivo apelo de Deus ao seu Povo.
João “vestia-se de pêlos de camelo, com um cinto de cabedal em volta dos rins e alimentava-se de gafanhotos e de mel silvestre”. O estilo de vida de João – sóbrio, desprendido, austero, simples – é um convite claro à renúncia aos valores do mundo. É a aplicação prática dessa austeridade de vida e dessa renovação de atitudes, de comportamentos e de mentalidade que João pede aos seus conterrâneos. O estilo de vida de João corrobora a mensagem que ele apresenta.
Além disso, o estilo de vida de João evoca o profeta Elias que, de acordo com 2 Re 1,8, se vestia “de peles” e “trazia um cinto de couro em volta dos rins”. O profeta Elias era, no universo da esperança judaica, o profeta elevado para junto de Deus e destinado a aparecer de novo no meio dos homens para anunciar a chegada iminente da era messiânica (cf. Mal 3,22-24). A identificação física de João com Elias significa que a era messiânica chegou e que João é o mensageiro esperado, cuja mensagem prepara a chegada do Messias libertador.
O que é que João diz sobre esse Messias libertador, do qual ele é o arauto e o mensageiro? João fala da “força” do Messias e define a sua missão como “baptizar no Espírito”. Tanto a fortaleza como o dom do Espírito são prerrogativas do Messias, segundo a catequese profética (cf. Is 9,6; 11,2). O Messias terá, portanto, a força de Deus e a sua missão será comunicar esse Espírito de Deus, que transforma, renova e recria os corações dos homens.
Em resumo: João é o mensageiro, enviado por Deus para preparar os homens para a chegada do Messias. A mensagem transmitida por João – com a palavra e com a própria atitude de vida – é um apelo veemente à mudança de vida e de mentalidade, a fim de que a proposta do Messias libertador encontre lugar no coração dos homens. João deixa claro que a missão do Messias é comunicar o Espírito que transforma o homem.

ACTUALIZAÇÃO


Na reflexão, considerar os seguintes desenvolvimentos:
• Antes de mais, temos de considerar a mensagem principal do nosso texto… João, o Baptista, afirma claramente que preparar a vinda do Messias passa pela “metanoia” – isto é, por uma transformação total do homem, por uma nova atitude de base, por uma outra escala de valores, por uma radical mudança de pensamento, por uma postura vital inteiramente nova, por um movimento radical que leve o homem a reequacionar a sua vida e a colocar Deus no centro da sua existência e dos seus interesses. Neste tempo de Advento, de preparação para a celebração do Natal do Senhor, trata-se de uma proposta com sentido: preparar a vinda de Jesus exige de nós uma transformação radical da nossa vida, dos nossos valores, da nossa mentalidade… Em concreto, o que é que nos meus pensamentos, nos meus comportamentos, na minha mentalidade, nos valores que dirigem a minha vida, é egoísmo, orgulho e auto-suficiência e impede o nascimento de Jesus no meu coração e na minha vida?
• Deus convida o homem à transformação e à mudança através desses profetas a quem Ele chama e a quem confia a missão de questionar o mundo e os homens. Estamos suficientemente atentos aos profetas que questionam o nosso estilo de vida e os nossos valores? Damos crédito às suas interpelações, ou consideramo-los figuras incomodativas, ultrapassadas e dispensáveis? E nós, constituídos profetas desde o nosso baptismo, sentimo-nos enviados por Deus a interpelar e a questionar o mundo e os nossos irmãos?
• O “estilo de vida” de João constitui uma interpelação pelo menos tão forte como as suas palavras. É o testemunho vivo de um homem que está consciente das prioridades e não dá importância aos aspectos secundários da vida – como sejam a roupa “de marca” ou a alimentação cuidada. A nossa vida também está marcada por valores, nos quais apostamos e à volta dos quais construímos toda a nossa existência… Quais são os valores fundamentais para mim, os valores que marcam as minhas decisões e opções? São valores importantes, decisivos, eternos, capazes de me dar vida e felicidade, ou são valores efémeros, particulares, egoístas e geradores de dependência e escravidão? Como nos situamos frente a valores e a um estilo de vida que contradiz, claramente, os valores do Evangelho?
• Ao acentuar o carácter decisivo e determinante do apelo de João, Marcos convida-nos a uma resposta objectiva, franca, clara e decidida. Não podem existir meias tintas ou tentativas de protelar a decisão… Estamos ou não dispostos a dizer “sim” aos apelos de Deus? Estamos ou não dispostos a aceitar a sua proposta de “metanoia”? Não chega dizer “talvez” ou “sim, mas…”. Deus espera uma resposta total, radical, decidida, inequívoca à oferta de salvação que Ele faz. Isso significa uma renúncia decidida ao nosso comodismo, à nossa preguiça, ao nosso egoísmo, à nossa auto-suficiência e um embarcar decidido na aventura do Reino que Jesus, há mais de dois mil anos, veio propor aos homens…
FONTE: http://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=1721
Ainda por nascer
Hoje é o tempo da voz forte, do homem forte que se vestia daquela forma e repetia «sim, eu bem sei, não sou digno, não sou o Messias. Eu como gafanhotos e tu que te preparas comerás da mão do Messias, mas tens de apurar os sentidos para reconhecê-lo. Não o confundas com uma iguaria nesta quadra festiva!». Para saber mais, clicar AQUI.
Preparar o Natal com Arte: O deserto, a nudez
João descansa. Estará ele cansado por ter pregado no deserto sem ter sido ouvido? Refletirá sobre a sua missão? Medita na sua condição? Desesperará por já não ter nada para beber nem comer, nada para cobrir a nudez? Pressente-se o seu combate interior. Para saber mais, clicar AQUI.


 

sábado, 9 de dezembro de 2017

inPRENSA semanal: a minha selecção!

Quem, por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA semanal: a minha selecção!" que aí virão.




Há dinheiro para todos: mais de um milhão para boys e girls de Lisboa
Chineses da TAP querem desfazer-se de parte dos investimentos
“Mutilados e assados vivos”: o destino dos escravos nigerianos vendidos na Líbia
Banco Central Europeu contra-ataca popularidade da bitcoin
Caso Michael Flynn: Trump apanhado em falso no Twitter?
"É preciso ter visão. Onde queremos a cidade dentro de dez anos?"
"O governo português é o modelo para a Grécia quando sair do memorando"
Um português no centro da reforma da zona euro "será bom"
"É uma honra ser o próximo presidente". Centeno eleito para Eurogrupo
https://www.dn.pt/portugal/interior/centeno-eleito-presidente-do-eurogrupo-8962216.html
O presidente do Eurogrupo
O sucesso de Centeno no Eurogrupo será o nosso. Acreditem
Centeno, de mr. Hyde a dr. Jekyll do Eurogrupo
Ganhámos os Jogos Sem Fronteiros
Centeno alcandorado a coveiro do Eurogrupo e da geringonça
Eurogrupo. A Europa mudou para escolher Centeno?
UE dá a Centeno um escritório e pouco mais
A direita não sabe perder e a esquerda não sabe ganhar
Centeno: o grande golpe é na direita
Zita Seabra: “Não sou uma crente clandestina, não escondo nada”
Airbnb com ligação directa ao Turismo de Portugal
Boas e más notícias para Trump
37 anos depois, a nossa viajante espacial mais antiga deu sinal de vida
“Tive outras paixões, mas só esta me fez querer entregar a minha vida”
Saiba onde Tiger Woods gastou a sua fortuna, agora que ele voltou
Voluntários. Um milhão e meio e não chegam
Médico português é um dos mais influentes do mundo
O que procuras?
Irlanda do Norte trava acordo para o Brexit
Brexit. Reino Unido cede e concorda em aplicar “situação especial” na fronteira irlandesa
Dificuldades no Brexit
Escócia, Londres e Gales também querem regime especial
Bruxelas anuncia acordo sobre termos do 'divórcio' com Reino Unido
Eurogrupo: pode alguém ser quem não é?
https://www.jn.pt/opiniao/mariana-mortagua/interior/eurogrupo-pode-alguem-ser-quem-nao-e-8963360.html
Vistas curtas
A política de combate às drogas em Portugal continua a impressionar o mundo
“The Guardian” questiona o motivo pelo qual o mundo não tem seguido o exemplo de Portugal na luta contra a droga
Morreu Johnny Hallyday, lenda da música francesa
"Perigo". Trump quer mudar embaixada para Jerusalém
Política interna americana motivou reconhecimento de Jerusalém por Trump
Seixas da Costa. Trump deu “contribuição para a guerra"
A estratégia de Trump
Confrontos e manifestações na Cisjordânia e na Faixa de Gaza
Papa defende manutenção do estatuto de Jerusalém
Jerusalém. Liga Árabe convoca reunião de emergência
"A Intifada contra o inimigo sionista". Dois mortos e dezenas de feridos
Mona Siddiqui. "O terrorismo vai durar até o Ocidente ser honesto sobre a sua própria história”
Entrevista “superdescontraída” a bispo vale distinção a jovem jornalista
Será possível curar o euro?
Os tratados e os factos
Eutanásia só com um sistema de saúde muito bom
Gémeos Winklevoss são os primeiros bilionários de bitcoins
Acabou a Uber: Tribunal declara a plataforma ilegal em Portugal
Ex-procurador conta “toda a verdade” e acusa Proença de Carvalho
Os 10 melhores filmes para ver este Natal (para além de Star Wars)
Testemunho de jovem africano - fui vendido 3 vezes a traficantes de escravos..
Analistas alertam para riscos na dívida europeia. Portugal será a excepção
UNESCO declara Bonecos de Estremoz como Património Cultural Imaterial
e
“Bonecos de Estremoz”, com origem na espiritualidade cristã, são Património Imaterial da UNESCO
Cartão de cidadão. Esqueça o leitor, agora só precisa do telemóvel
Estátua de Jesus Cristo escondia “cápsula do tempo” com 240 anos
Desertoras radioactivas e um bebé sem sexo: houve um Chernobyl na Coreia?
Paraquedista morto em combate em Angola regressa a Portugal 54 anos depois
FMI está otimista mas pede ambição nas reformas e na redução da dívida
Ministério teria de pagar 150 milhões para rasgar contratos
Costa, uma coisa rara na Europa de hoje, diz o site Politico.eu
Progresso e esperança. 2
‘Crash’ da bitcoin é um dos maiores riscos nos mercados em 2018 – Deutsche Bank

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

LIVRO&LEITURA: “Ainda melhor no silêncio”

O que entendemos por silêncio? Certamente não é a mera ausência de palavras; um homem que não pronuncia palavras não está silencioso, está simplesmente mudo. O silêncio e uma condição existencial que, a longo prazo, nos conduz a que vejamos a luz presente e resplandecente em nós. Para saber mais, clicar AQUI.

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

REFLEXÃO/ATENÇÃO/MEDITAÇÃO: Migrações, economia e política

O cuidado que o Papa Francisco tem com a casa comum, como unidade ecológica única e insubstituível, inclui o sentido de uma ecologia humana universal, em que o ser humano não é, ao modo de Hobbes, a besta predadora do outro ser humano, mas, universalmente, cada um a cada um, e, assim, todos a todos, um ato litúrgico, isto é, de serviço. . Para saber mais, clicar AQUI.

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

ESPIRITUALIDADE: O Advento vai começar: Como viver o tempo da espera

O que é o Advento? Qual a sua duração? Que paramentos usa o clero? Como se articula este tempo de espera? Que leituras são proclamadas na missa? Quem é o ícone deste tempo? Para saber mais, clicar AQUI.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

LIVRO: “As fotos secretas do Vaticano”: O humano em primeiro plano

Um livro de imagens olha-se, contempla-se. É também o que sucede aqui, mas neste caso o que emerge em cada página não é o património cultural e arquitetónico, mas o património humano. As mulheres e os homens que fazem o Vaticano. Para saber mais, clicar AQUI.

domingo, 3 de dezembro de 2017

PALAVRA de DOMINGO: Contextual​izá-la para bem a entender e melhor vivê-la: EUCARISTIA, LITURGIA & VIDA!

Considerando:
1. "Três qualidades essenciais de uma homilia: Positiva, concreta, profética" AQUI
2. "A Palavra de Deus no quotidiano da vida eclesial" AQUI
3. "A autora recorda sobretudo a homilia dessa eucaristia, que não fez “lembrar nada a imagem da Igreja” que tinha “de pequenina”, e que a fez afastar-se depois de fazer a “primeira comunhão”. Para saber mais, clicar AQUI
4. "Os leitores mais atentos poderão confirmar se o Papa Francisco é coerente quando exige qualidade nas homilias como fez na exortação apostólica "A alegria do Evangelho" e a sua prática nas missas que celebra em Santa Marta. Basta ler o livro que reproduz muitas daquelas saborosas homilias feriais" - Pe. Rui Osório in JN de 11/1/2015 - "A verdade é um encontro" AQUI
5. Pregação «não é um sermão sobre um tema abstrato»: Vaticano apresenta diretório sobre homilias. Para saber mais clicar, AQUI
6. Diretório homilético: Para falar de fé e beleza mesmo quando não se é «grande orador». Ver AQUI
7. Papa mais,  pede aos padres para falarem ao «coração» e não fazerem «homilias demasiado intelectuais». Par saber mais, clicar AQUI.

Então:
Tema do 1º Domingo do AdventoA liturgia do primeiro Domingo do Advento convida-nos a equacionar a nossa caminhada pela história à luz da certeza de que “o Senhor vem”. Apresenta também aos crentes indicações concretas acerca da forma devem viver esse tempo de espera.
A primeira leitura é um apelo dramático a Jahwéh, o Deus que é “pai” e “redentor”, no sentido de vir mais uma vez ao encontro de Israel para o libertar do pecado e para recriar um Povo de coração novo. O profeta não tem dúvidas: a essência de Deus é amor e misericórdia; essas “qualidades” de Deus são a garantia da sua intervenção salvadora em cada passo da caminhada histórica do Povo de Deus.
O Evangelho convida os discípulos a enfrentar a história com coragem, determinação e esperança, animados pela certeza de que “o Senhor vem”. Ensina, ainda, que esse tempo de espera deve ser um tempo de “vigilância” – isto é, um tempo de compromisso activo e efectivo com a construção do Reino.
A segunda leitura mostra como Deus Se faz presente na história e na vida de uma comunidade crente, através dos dons e carismas que gratuitamente derrama sobre o seu Povo. Sugere também aos crentes que se mantenham atentos e vigilantes, a fim de acolherem os dons de Deus.
EVANGELHO – Mc 13,33-37
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Marcos
Naquele tempo,
disse Jesus aos seus discípulos:
“Acautelai-vos e vigiai,
porque não sabeis quando chegará o momento.
Será como um homem que partiu de viagem:
ao deixar a sua casa, deu plenos poderes aos seus servos,
atribuindo a cada um a sua tarefa,
e mandou ao porteiro que vigiasse.
Vigiai, portanto,
visto que não sabeis quando virá o dono da casa:
se à tarde, se à meia-noite,
se ao cantar do galo, se de manhãzinha;
não se dê o caso que, vindo inesperadamente,
vos encontre a dormir.
O que vos digo a vós, digo-o a todos: Vigiai!”

AMBIENTE
O texto que nos é hoje proposto como Evangelho situa-nos em Jerusalém, pouco antes da Paixão e Morte de Jesus. É o terceiro dia da estada de Jesus em Jerusalém, o dia dos “ensinamentos” e das polémicas mais radicais com os líderes judaicos (cf. Mc 11,20-13,1-2). No final desse dia, já no “Jardim das Oliveiras”, Jesus oferece a um grupo de discípulos (Pedro, Tiago, João e André – cf. Mc 13,3) um amplo e enigmático ensinamento, que ficou conhecido como o “discurso escatológico” (cf. Mt 13,3-37).
A maior parte dos estudiosos do Evangelho segundo Marcos consideram que este discurso, apresentado com uma linguagem profético-apocalíptica, descreve a missão da comunidade cristã no período que vai desde a morte de Jesus até ao final da história humana. É um texto difícil, que emprega imagens e uma linguagem marcada pelas alusões enigmáticas, bem ao jeito do género literário “apocalipse”. Não seria tanto uma reportagem jornalística de acontecimentos concretos, mas antes uma leitura profética da história humana. O seu objectivo seria dar aos discípulos indicações acerca da atitude a tomar frente às vicissitudes que marcarão a caminhada histórica da comunidade, até à vinda final de Jesus para instaurar, em definitivo, o novo céu e a nova terra.
Os quatro discípulos referenciados no início do “discurso escatológico” representam a comunidade cristã de todos os tempos… Os quatro são, precisamente, os primeiros discípulos chamados por Jesus (cf. Mc 1,16-20) e, como tal, convertem-se em representantes de todos os futuros discípulos. O discurso escatológico de Jesus não seria, assim, uma mensagem privada destinada a um grupo especial, mas uma mensagem destinada a toda a comunidade crente, chamada a caminhar na história com os olhos postos no encontro final com Jesus e com o Pai.
A missão que Jesus (que está consciente de ter chegado a sua hora de partir ao encontro do Pai) confia à sua comunidade não é uma missão fácil… Jesus está consciente de que os seus discípulos terão que enfrentar as dificuldades, as perseguições, as tentações que “o mundo” vai colocar no seu caminho. Essa comunidade em marcha pela história necessitará, portanto, de estímulo e alento. É por isso que surge este apelo à fidelidade, à coragem, à vigilância… No horizonte último da caminhada da comunidade, Jesus coloca o final da história humana e o reencontro definitivo dos discípulos com Jesus.
O “discurso escatológico” divide-se em três partes, antecedidas de uma introdução (cf. Mc 13,1-4). Na primeira parte (cf. Mc 13,5-23), o discurso anuncia uma série de vicissitudes que vão marcar a história e que requerem dos discípulos a atitude adequada: vigilância e lucidez. Na segunda parte, o discurso anuncia a vinda definitiva do Filho do Homem e o nascimento de um mundo novo a partir das ruínas do mundo velho (cf. Mc 13,24-27). Na terceira parte, o discurso anuncia a incerteza quanto ao “tempo” histórico dos eventos anunciados e insiste com os discípulos para que estejam sempre vigilantes e preparados para acolher o Senhor que vem (cf. Mc 13,28-37).

MENSAGEM
O nosso texto está integrado na terceira parte do discurso escatológico. Refere-se directamente ao final dos tempos e à atitude que os discípulos devem ter face a esse encontro último e definitivo com Jesus. O seu objectivo não é transmitir informação objectiva acerca do “como” e do “quando”, mas formar os discípulos e torná-los capazes de enfrentar a história com determinação e esperança.
O Evangelho deste domingo começa com uma parábola – a parábola do homem que partiu em viagem, distribuiu tarefas aos seus servos e mandou ao porteiro que vigiasse (cf. Mc 13,33-34) – e termina com uma admoestação aos discípulos acerca da atitude correcta para esperar o Senhor (cf. Mc 13,35-37). Primitivamente, a parábola contada por Jesus seria dirigida aos discípulos e teria como objectivo recordar-lhes o dever de guardar e fazer frutificar os tesouros desse Reino que Jesus lhes confiou antes de partir para o Pai.
O “dono da casa” da parábola é, evidentemente, Jesus. Ao deixar este mundo para voltar para junto do Pai, Ele confiou aos discípulos a tarefa de construir o “Reino” e de tornar realidade um mundo construído de acordo com os valores do Reino. Os discípulos de Jesus não podem, portanto, cruzar os braços, à espera que o Senhor venha; eles têm uma missão – uma missão que lhes foi confiada pelo próprio Jesus e que eles devem concretizar, mesmo em condições adversas. É necessário não esquecer isto: esta espera, vivida no tempo da história, não é uma espera passiva, de quem se limita a deixar passar o tempo até que chegue um final anunciado; mas é uma espera activa, que implica um compromisso efectivo com a construção de um mundo mais humano, mais fraterno, mais justo, mais evangélico.
Quem é o “porteiro”, com uma tarefa especial de vigilância (vers. 34)? Na perspectiva de Marcos, o “porteiro” parece ser todo aquele que tem uma responsabilidade especial na comunidade cristã… A sua missão é impedir que a comunidade seja invadida por valores estranhos ao Evangelho e à dinâmica do Reino. A figura do “porteiro” adequa-se, especialmente, aos responsáveis da comunidade cristã, a quem foi confiada a missão da vigilância e da animação da comunidade. Eles devem ajudar a comunidade a discernir permanentemente, diante dos valores do mundo, aquilo que a comunidade pode ou não aceitar para viver na fidelidade activa a Jesus e às suas propostas.
Todos – “porteiro” e demais servos do “senhor” – devem estar activos e vigilantes. A palavra-chave do Evangelho deste dia é esta: “vigilância”. Contudo, “vigilância” não significará, para os discípulos, o viver à margem da história, num angelismo alienante, evitando comprometer-se para não se sujar com as realidades do mundo e procurando manter a “alminha” pura e sem mancha para que o Senhor, quando chegar, os encontre sem pecados graves; mas será o viver dia a dia comprometido com a construção do Reino, realizando fielmente as tarefas que o Senhor lhes confiou. Essas tarefas passam pelo compromisso efectivo com a construção de um mundo novo, um mundo que viva cada vez mais de acordo com os projectos de Deus.
O nosso texto assegura aos discípulos, em caminhada pelo mundo, que o objectivo final da história humana é o encontro definitivo e libertador com Jesus. “O Senhor vem” – garante-lhes o próprio Jesus; e esta certeza deve animar e dar esperança aos discípulos, sobretudo nos momentos de crise e de confusão. Mesmo que tudo pareça ruir à sua volta, os discípulos são chamados a não perder a esperança e a ver, para além das estruturas velhas que vão caindo, a realidade do mundo novo a nascer.
Que devem os discípulos fazer, enquanto esperam que irrompa definitivamente esse mundo novo prometido? Devem, com coragem e perseverança, dar o seu contributo para a edificação do “Reino”, sendo testemunhas e arautos da paz, da justiça, do amor, do perdão, da fraternidade, cumprindo dessa forma a missão que Jesus lhes confiou.

ACTUALIZAÇÃO
Para reflectir e partilhar, considerar os seguintes pontos:
• Antes de mais, o Evangelho deste domingo coloca-nos diante de uma certeza fundamental: “o Senhor vem”. A nossa caminhada humana não é um avançar sem sentido ao encontro do nada, mas uma caminhada feita na alegria ao encontro do Senhor que vem. Não se trata de uma vaga esperança, mas de uma certeza baseada na palavra infalível de Jesus. O tempo de Advento recorda-nos a realidade de um Senhor que vem ao encontro dos homens e que, no final da nossa caminhada por esta terra, nos oferecerá a vida definitiva, a felicidade sem fim.
• O tempo do Advento é, também, o tempo da espera do Senhor. O Evangelho deste domingo diz-nos como deve ser essa espera… A palavra mágica é “vigilância”: o verdadeiro discípulo deve estar sempre “vigilante”, cumprindo com coragem e determinação a missão que Deus lhe confiou. Estar “vigilante” não significa, contudo, preocupar-se em ter sempre a “alminha” limpa para que a morte não o apanhe com pecados por perdoar; mas significa viver sempre activo, empenhado, comprometido na construção de um mundo de vida, de amor e de paz. Significa cumprir, com coerência e sem meias tintas, os compromissos assumidos no dia do baptismo e ser um sinal vivo do amor e da bondade de Deus no mundo. É dessa forma que eu tenho procurado viver?
• Em concreto, estar “vigilante” significa não viver de braços cruzados, fechado num mundo de alienação e de egoísmo, deixando que sejam os outros a tomar as decisões e a escolher os valores que devem governar a humanidade; significa não me demitir das minhas responsabilidades e da missão que Deus me confiou quando me chamou à existência… Estar “vigilante” é ser uma voz activa e questionante no meio dos homens, levando-os a confrontarem-se com os valores do Evangelho; é lutar de forma decidida e corajosa contra a mentira, o egoísmo, a injustiça, tudo aquilo que rouba a vida e a felicidade a qualquer irmão que caminhe ao meu lado… Como me situo face a isto?
• O nosso Evangelho recomenda especialmente a “vigilância” aos “porteiros” da comunidade – isto é, a todos aqueles a quem é confiado o serviço de proteger a comunidade de invasões estranhas. Todos nós a quem foi confiado esse serviço, sentimos o imperativo de cuidar com amor dos irmãos que Deus nos confiou, ou demitimo-nos das nossas responsabilidades e deixamos que o comodismo e a preguiça nos dominem? Quais são os nossos critérios, na filtragem dos valores: os nossos interesses e perspectivas pessoais, ou o Evangelho de Jesus?



FONTE: http://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=1720
O risco de adormecer mesmo quando se anda apressado
A atenção, primeira atitude indispensável para uma vida não superficial, significa-se colocar-se em modo “acordado” e ao mesmo tempo “sonhador” diante da realidade. Viver atentos: atentos à Palavra e ao grito dos pobres, atentos ao mundo, ao nosso planeta bárbaro e magnífico, às suas criaturas mais pequenas e indispensáveis. Para saber mais, clicar AQUI. 
Para viver o Advento: Dez sugestões de uma pessoa atarefada
O Advento, que começa este domingo, é um tempo litúrgico criminosamente subestimado. É engolido na pressa que antecede o Natal e é mais curto e menos intenso do que a Quaresma, mas é um período belo que vale a pena ser dignamente assinalado. Aqui vão 10 dicas simples para observar o Advento, de uma pessoa ocupada para outra. Para saber mais, clicar AQUI.


 Comentário do dia:

São Gregório de Nissa (c. 335-395), monge, bispo
Sermões sobre o Cântico dos Cânticos, n.º 11, 1

«Vigiai, portanto, visto que não sabeis quando virá o dono da casa»


Eis um dos grandes preceitos do Senhor: que os seus discípulos sacudam tudo o que é terreno como se fosse poeira [...], para se deixarem levar, num grande impulso, para o Céu. Ele exorta-nos a vencer o sono, a procurar as realidades do alto (Col 3,1), a ter o espírito permanentemente desperto, a afastar dos olhos o adormecimento sedutor. Quero falar deste torpor e desta sonolência que conduzem o Homem ao erro e forjam imagens de sonhos: honra, riqueza, poder, grandeza, prazer, êxito, lucro ou prestígio. [...]

Para esquecermos tais sonhos, o Senhor pede-nos que ultrapassemos este sono pesado: não deixemos escapar o real na busca frenética do nada. Ele chama-nos, pois, a velar: «Tende os rins cingidos e as lâmpadas acesas» (Lc 12,35). A luz que arde nos nossos olhos expulsa o sono; a cinta que nos rodeia os rins mantém o nosso corpo em alerta, exprimindo um esforço que não tolera qualquer torpor.

Como é claro o sentido desta imagem! Cingir os rins com a temperança é viver à luz de uma consciência pura. A lâmpada acesa da franqueza ilumina o rosto, faz brilhar a verdade, mantém a alma desperta, tornando-a impermeável à falsidade e estranha à futilidade dos nossos pobres sonhos. Vivamos segundo a exigência de Cristo e partilharemos a vida dos anjos. Com efeito, é a eles que Ele nos une neste preceito: «Sede semelhantes aos homens que esperam o seu senhor ao voltar da boda, para lhe abrirem a porta quando ele chegar e bater» (Lc 12,36). Pois eles estão sentados junto às portas do Céu, de olhar desperto, para que o Rei da glória (Sl 23,7) por aí passe ao voltar da boda.
 

sábado, 2 de dezembro de 2017

inPRENSA semanal: a minha seleclção!

Quem, por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA semanal: a minha selecção!" que aí virão.

Documentos desmentem versão de António Costa sobre o Infarmed
Casal português que fugiu de Timor-Leste chegou a Lisboa
Afinal, a chave é 7-25-50-25
As incoerências da Direita
É preciso cavar o poço
Privatizações, o estado da arte
Correio da Manhã: Salgado esconde fortuna em ouro e diamantes
Ricardo Salgado e mulher foram revistados no aeroporto
O amor da direita radical pelos trabalhadores do sector privado
A geringonça morreu
Votação final. O que muda com o OE de 2018?
Aumenta tensão na fronteira após deserção de soldado do norte
Há onze fins de semana compridos nos próximos 13 meses
“As autoridades serão responsáveis pela minha morte”: o único yazidi em Portugal iniciou uma greve de fome
Encontro do Papa pode contribuir para resolver problema dos rohingya, diz Aministia (dossier)
Dois anos de "geringonça": o que se esperava, melhor do que tínhamos, aquém do possível
Onde estavam há 20 anos estas personalidades?
O Capuchinho Vermelho não é um conto
A “primavera árabe” continua adiada
UE aprova renovação de licença de glifosato com abstenção de Portugal
Voto da Alemanha que viabilizou glifosato abala Governo de Merkel
Sem-abrigo ajudou mulher em apuros. O mundo agradeceu com onda de solidariedade viral
Medidas para evitar roubos de ATM estiveram 5 anos na gaveta
Veja a nova tabela de IRS aprovada com sete escalões
Cambalhota enérgica
A contribuição que nunca viu a luz
A incerteza alemã como problema europeu
Dúvidas sobre a Altice
Morreu Belmiro de Azevedo
Acertar no buraco da agulha
Bob Dylan em Portugal a 22 de Março
Bloco de Esquerda vai voltar à carga na taxa das renováveis
Reformar o euro
Belmiro interferiu no "Público"? Senhor Sonae ganha 4-1 no campeonato dos directores
Todas as reacções à morte de Belmiro de Azevedo, "um homem de vontade inquebrantável"
Belmiro de Azevedo 1938-2017. “Tenho fama de rico, comportamento de pobre. Estou bem assim”
Belmiro de Azevedo 1938-2017. Cronologia empresarial do homem que entrou na Sonae a ganhar 7500 escudos
Belmiro de Azevedo 1938-2017. O ninho que o engenheiro deixou de herança
Fotogaleria da vida de um homem que outrora disse que “Marques Mendes nem para porteiro da Sonae servia”
Vinte factos sobre a vida de Belmiro de Azevedo que talvez não conheça
Belmiro de Azevedo. De uma empresa de estratificados criou um império
A última entrevista de Belmiro de Azevedo foi como viticultor
Deus: por Cormac McCarthy
"Não sou criminoso de guerra. Rejeito a decisão do tribunal... Bebi veneno"
O túmulo de Jesus Cristo é muito mais antigo do que se pensava
O Papa sabe o que não diz
Progresso e esperança. 1

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

LIVRO&LEITURA: “De que estamos à espera? - Procurando o sentido do Advento e do Natal”

Eu sei que será um choque terrível para o leitor descobrir que nem todos os membros da comunidade católica aceitaram a situação! De facto, um pequeno grupo lançou uma petição exigindo o afastamento imediato da Glória do coro, porque «ela estava a fazer da Missa uma farsa, distraindo-nos da nossa oração». Para saber mais, clicar AQUI.