"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























terça-feira, 7 de julho de 2026

LIVRO&LEITURA:

O que Ricardo Marques, jornalista do Expresso, anda a ler:

" Tolstoi tinha 51 anos quando abriu a janela da própria vida e se pôs a olhar para a ela, concluindo que não passava de um fracasso. Isto apesar de obras como "Guerra e Paz" e "Anna Karénina", o que nos coloca a todos numa situação complexa.
Adiante.
"Confissão" (Editorial Presença, com tradução do russo por Nina Guerra e Filipe Guerra) é um pequeno livro, de um dos gigantes da literatura, Lev Tolstoi.
Parece a história de uma vida, mas é muito mais do que isso. É o retrato de uma sociedade (no caso, a russa mas não serão todas parecidas?), um mergulho nos confins da alma e, confesso, uma leitura viciante sobre fé, filosofia e a sempre eterna questão: qual é o sentido da vida?
As páginas passam como as velas de um moinho em dia de vendaval.

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