"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























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quinta-feira, 13 de agosto de 2020

CINEMA&FILMES: Os noventa anos de Clint Eastwood

Eastwood indaga através do cinema os aspetos essenciais da existência, levando ao grande ecrã as problemáticas e temáticas sobre as quais cada ser humano reflete, e às quais procura dar uma resposta. Os personagens que ele leva ao ecrã não têm nada de heróico, no sentido comum do termo, mas são homens e mulheres que, encontrando-se no interior de uma situação limite, obedecem à consciência, sempre entre as luzes e as sombras da sua humanidade. Para saber mais clicar AQUI.

domingo, 14 de abril de 2019

CINEMA&FILME: “A mula”

Houve um tempo em que fui crítico do estilo extremamente pessimista de Eastwood. “Imperdoável” (1992), “Mystic river” (2003) ou “Million dollar baby” (2004) eram exemplos de um cinema narrado com classicismo e beleza, mas muito atroz nas consequências. Depois do naufrágio, o cinema testamentário de Eastwood deixa agora dois legados: a família como proximidade que não falha, e o mais além da morte que nos aguarda. Nostalgia de Deus, provavelmente... Para saber mais, clicar AQUI.