Houve um tempo em que fui crítico do estilo extremamente pessimista de Eastwood. “Imperdoável” (1992), “Mystic river” (2003) ou “Million dollar baby” (2004) eram exemplos de um cinema narrado com classicismo e beleza, mas muito atroz nas consequências. Depois do naufrágio, o cinema testamentário de Eastwood deixa agora dois legados: a família como proximidade que não falha, e o mais além da morte que nos aguarda. Nostalgia de Deus, provavelmente... Para saber mais, clicar AQUI.
«O êxito de um bom dito reside no ouvido daquele que o escuta, não daquele que o pronuncia» (Shakespeare)
"Porquê?" & "Para quê?"
Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
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domingo, 14 de abril de 2019
CINEMA&FILME: “A mula”
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quinta-feira, 28 de março de 2019
ESPIRITUALIDADE: Imagens religiosas e procissões: Espiritualidade e beleza, critérios e desvios a evitar
«Só reconhecendo Cristo na Igreja e, com ela, nos pobres e marginalizados, há legitimidade para o mostrar como Aquele que deve ser reconhecido, amado e servido. Nunca nos esqueçamos de que uma procissão deve manifestar sempre um modo de vida alternativo, aquele que Cristo veio trazer ao mundo, o do Reino de Deus. Nas procissões caminha um povo unido que há de constituir na sociedade um clima novo, o do Evangelho, que é de fraternidade, de solidariedade, em suma, de caridade. As procissões não só provocam sentimentos, fazem também uma proposta moral que convida a crescer em fidelidade ao estilo de vida do Evangelho.» Tendo em mente a Semana Santa – mas com aplicação a todas as devoções processionais – o bispo da diocese espanhola de Jaén, redigiu há cerca de um ano um documento sobre a utilização das imagens naquele contexto. Para saber mais, clicar AQUI.
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quarta-feira, 18 de outubro de 2017
MÚSICA &ESPIRITUALIDADE: "E esta, hein?!"
BEATLES, PINK FLOYD em versão "CANTO GREGORIANO", um absoluto deleite. Confirmar clicando AQUI & AQUI.
Mais uma forma de "promover ... a ideia de fazer das nossas igrejas (e porque não das nossas vidas?) caixas-de-ressonâncias para a beleza".
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segunda-feira, 24 de julho de 2017
REFLEXÃO/MEDITAÇÃO/ATENÇÃO: Pensamentos (8)
* No jardim da guerra crescem as flores da morte.
* Os grandes parecem-nos grandes só quando estamos de joelhos. Levantemo-nos.
* Contemplar a beleza é rezar.
* Cada qual tem pai e mãe, mas não há nada mais difícil do que encontrar um irmão de verdade.
* O fardo suportado pelo grupo transforma-se numa pluma.
* As estrelas estão no céu para recordar aos mortais qual é a sua meta.
* Quando ofereceres uma noz a alguém, dá-lhe também algo para a abrir.
* Às vezes muito ameaça quem de medroso não passa.
* Lágrimas de sermão e chuva de trovoada, caem na terra e não lavam nada.
* Os grandes parecem-nos grandes só quando estamos de joelhos. Levantemo-nos.
* Contemplar a beleza é rezar.
* Cada qual tem pai e mãe, mas não há nada mais difícil do que encontrar um irmão de verdade.
* O fardo suportado pelo grupo transforma-se numa pluma.
* As estrelas estão no céu para recordar aos mortais qual é a sua meta.
* Quando ofereceres uma noz a alguém, dá-lhe também algo para a abrir.
* Às vezes muito ameaça quem de medroso não passa.
* Lágrimas de sermão e chuva de trovoada, caem na terra e não lavam nada.
quarta-feira, 21 de setembro de 2016
ESPIRITUALIDADE: Isaías: Poesia e beleza para quem não acredita, embora deseje acreditar
Para esperar poder encontrar verdadeiramente Isaías – os grandes encontros da vida não podem ser programados: podemos apenas esperá-los a acolhê-los – é necessário começar a sua leitura como se tivéssemos nascido hoje. Devemos fazer tudo para nos libertar das ideologias religiosas e antirreligiosas, com as quais crescemos e com as quais construímos o sentido do nosso estar no mundo. Isaías é um dom para todos, mas é-o, sobretudo, para quem nunca acreditou e, ainda mais, para quem já não acredita, embora desejando ainda acreditar. Para saber mais, clicar AQUI
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quarta-feira, 26 de março de 2014
REFLEXÃO/MEDITAÇÃO/ATENÇÃO: Educar para a virtude e beleza.
Os nossos jovens querem ver os ideais do Evangelho vividos na nossa vida. Uma das piores consequências do escândalo de pedofilia na Igreja é que, nela, se possa instalar um cinismo em relação ao chamamento à santidade. Corremos o risco de sermos soterrados pelo mau exemplo de padres e bispos, e é preciso que lembremos as pessoas que sempre houve santos e pecadores na Igreja. A missão da Igreja é chamar todos à conversão. Temos os nossos sucessos e os nossos fracassos. Os santos são a história de sucesso que os nossos jovens precisam de conhecer. E como até os santos foram pecadores, a sua história ajuda os jovens a ver que nós, seus mentores, nos debatemos no mesmo caminho de santidade. Queremos partilhar com as gerações futuras aquilo que descobrimos: nomeadamente, que quem é católico tem uma vida boa e vive com a certeza de ter uma vocação pessoal e uma missão comunitária. A nossa tarefa é ajudar as pessoas a entrever a Beleza que salva e ajudar a alimentar esse desejo de Beleza
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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
LEITURA: "A desumanização"
A Islândia, cenário do romance “A desumanização” (ed. Porto Editora), de Valter Hugo Mãe, entra na literatura do escritor através da música e da transcendência. «Parecia-me que se Deus, eventualmente, se quisesse pronunciar, a Islândia era o espaço reservado para isso. Se Deus pudesse ser um lugar na Terra, talvez fosse a Islândia. Inconscientemente fui guardando esta imagem», assinala. O romance fala de uma «interrogação existencial» através da história de uma menina que «conta o que fica depois da perda de uma irmã gémea», anota o presidente do Centro Nacional de Cultura, Guilherme d’Oliveira Martins, numa narrativa em que «a tristeza se debate com a força da vida». E porquê “A desumanização”?: «Nasce de alguma frustração minha ao perceber que os nossos traços humanos têm de ser disciplinados, em prol da resistência, da sobrevivência, como se precisássemos de ser menos gente para conseguirmos continuar a ser gente».
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segunda-feira, 22 de abril de 2013
ESPIRITUALIDADE: Fé e sociedade
Pe. Rodrigo Lynce de Faria
Seria a vida em sociedade mais humana se não houvesse religiões? Para algumas pessoas a resposta é um rotundo “sim”. A religião parece ser uma fonte de discórdia, de violência e de falta de tolerância. Não parece trazer nada de útil para a vida social. Se ninguém acreditasse em Deus, a vida nesta Terra parece que seria muito mais humana.
Esta visão ― lugar-comum bastante difundido ― é simplista, superficial, pouco séria e nada científica. A História da Humanidade parece revelar precisamente o contrário. Estou plenamente de acordo com Sacks ― grande rabino das congregações judias da Commonwealth ― quando diz que uma sociedade, a longo prazo, não pode sobreviver sem a presença da fé religiosa em muitos dos seus membros.
A religião ― para aqueles que não acreditam em Deus ― pode parecer algo supérfluo que tenderia a desaparecer com o aumento do conhecimento científico. Se quero explicar o mundo já não preciso da Bíblia ― tenho a ciência! Se quero controlar o mundo já não preciso rezar ― tenho a tecnologia! Se quero o desenvolvimento económico já não preciso da ajuda de Deus ― tenho os mercados!
No entanto, porque é que, apesar de tanto conhecimento científico, ainda há religiões no século XXI? Talvez a religião sobreviva porque responde a perguntas nada “científicas” mas profundamente necessárias: Quem sou eu? De onde é que eu venho? Para onde é que eu vou? Qual o motivo da minha existência? Já sei que fui criado para ser feliz, mas o que é que eu faço com o sofrimento quando ele aparece? Meto a cabeça na areia? Ponho a minha fé na ciência, na tecnologia e nos mercados?
É difícil tentar construir algo de sólido na vida ― começando pela própria felicidade ― sem tentar dar uma resposta minimamente satisfatória a estas perguntas nada científicas.
A religião e a ciência não são inimigas: são complementares! Necessitamos da ciência para nos explicar o modo como funciona o universo. E necessitamos da religião para nos explicar porque é que ele existe, que fim tem e quem o construiu à medida do homem.
Além disso, sem crenças religiosas sérias, as pessoas perdem com muito mais facilidade um conceito fundamental para a vida social: o conceito de moralidade. É muito fácil que desapareçam as noções de bem e de mal uma vez que a pergunta sobre o bem é, na sua essência, uma pergunta religiosa. Tudo se torna relativo. Desaparecem os valores absolutos. Substitui-se o bem e o mal pelo correcto e o incorrecto.
É verdade que uma pessoa pode viver sem religião, mas isso não é o mesmo que dizer que uma sociedade possa viver sem referências morais. Sem elas, a sociedade fragmenta-se. Desaparece ― com muita facilidade ― a atitude altruísta de querer ajudar os outros sem receber nada em troca.
Termino com uma comparação que também é feita por Sacks: “Uma sociedade sem fé é como uma sociedade sem arte, sem música e sem beleza”. Parecem detalhes supérfluos, mas não o são.
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sábado, 11 de agosto de 2012
FÉRIAS (d)e VERÃO com um convite à ESPIRITUALIDADE (11)...
... para, neste tempo da vida, preparar outro tempo, o Outono-Inverno da vida que se segue.
E se "o tempo voa", eles estão já aí!
Arte e oração
Talvez vos tenha acontecido algumas vezes, diante de uma escultura, de um quadro, de certos versos de uma poesia ou de uma peça musical, sentir uma emoção íntima, ter uma sensação de alegria, ou seja, sentir claramente que diante de vós não havia apenas matéria, um pedaço de mármore ou de bronze, uma tela pintada, um conjunto de letras ou um cúmulo de sons, mas algo maior, algo que «fala», capaz de sensibilizar o coração, de comunicar uma mensagem e de elevar a alma. A arte é capaz de expressar e de tornar visível a necessidade que o homem tem de ir além daquilo que se vê, pois manifesta a sede e a busca do infinito. Aliás, é como uma porta aberta para o infinito, para uma beleza e para uma verdade que vão mais além da vida quotidiana. E uma obra de arte pode abrir os olhos da mente e do coração, impelindo-nos rumo ao alto.
Ler mais em http://www.snpcultura.org/arte_e_oracao.html
E se "o tempo voa", eles estão já aí!
Arte e oração
Talvez vos tenha acontecido algumas vezes, diante de uma escultura, de um quadro, de certos versos de uma poesia ou de uma peça musical, sentir uma emoção íntima, ter uma sensação de alegria, ou seja, sentir claramente que diante de vós não havia apenas matéria, um pedaço de mármore ou de bronze, uma tela pintada, um conjunto de letras ou um cúmulo de sons, mas algo maior, algo que «fala», capaz de sensibilizar o coração, de comunicar uma mensagem e de elevar a alma. A arte é capaz de expressar e de tornar visível a necessidade que o homem tem de ir além daquilo que se vê, pois manifesta a sede e a busca do infinito. Aliás, é como uma porta aberta para o infinito, para uma beleza e para uma verdade que vão mais além da vida quotidiana. E uma obra de arte pode abrir os olhos da mente e do coração, impelindo-nos rumo ao alto.
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sexta-feira, 29 de junho de 2012
Velhos? "Velhos são os trapos"
Alegoria da velhice
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sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Portugal da nossa graça
Também se não fosse isto...
...seria o «bom e o bonito»
1.
Este vídeo é o resultado do empenho de uma equipa de profissionais de televisão e de alguns anónimos que se prontificaram a dar a cara por esta mensagem "Não Desistas" ... Portugal precisa de ganhar o entusiasmo e a motivação, precisa de levantar o ânimo precisa de pessoas empenhadas no seu trabalho, na sua missão e no futuro!
Precisamos de pessoas que mesmo perante as adversidades do dia-a-dia continuem a lutar e a sorrir por um Futuro Melhor!
2.
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...seria o «bom e o bonito»
1.
Este vídeo é o resultado do empenho de uma equipa de profissionais de televisão e de alguns anónimos que se prontificaram a dar a cara por esta mensagem "Não Desistas" ... Portugal precisa de ganhar o entusiasmo e a motivação, precisa de levantar o ânimo precisa de pessoas empenhadas no seu trabalho, na sua missão e no futuro!
Precisamos de pessoas que mesmo perante as adversidades do dia-a-dia continuem a lutar e a sorrir por um Futuro Melhor!
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