"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























Mostrar mensagens com a etiqueta Editora Paulinas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Editora Paulinas. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

LIVRO&LEITURA: “Em todos os tempos, por todas as razões – Rezar é como respirar”

"As imagens que nós temos de Deus influenciam naturalmente a nossa relação com Deus na oração. Por exemplo, se pensa em Deus como um ser irado ou vingativo, poderá ter dificuldade em abrir-se-lhe e ser sincero na oração ou em sentir intimidade com Deus. Na minha experiência, as pessoas por vezes relacionam-se com Deus da forma como se relacionavam com outras figuras autoritárias da sua vida. Se os seus pais ou professores eram exigentes, cada um poderá ter tendência para considerar Deus exigente. Contudo, isso pode limitar gravemente a forma como nós entendemos Deus, porque, como é óbvio, Deus não é a nossa mãe nem o nosso pai. Deus é sempre maior do que as nossas experiências e também do que aquilo que imaginamos." Para saber mais, clicar AQUI.

terça-feira, 1 de maio de 2018

LIVRO&LEITURA: "Experiência de Deus na contemporaneidade - Entre o viver e o contar"

«A espiritualidade, a mística, portanto, será uma atitude alerta, vigilante, de olhos abertos para ver, ler, entender a realidade, e transformá-la segundo o Espírito de Deus. Trata-se de uma forma concreta, movida pelo Espírito, de viver o Evangelho. Maneira precisa de viver «diante do Senhor» em solidariedade com todos os homens, sobretudo os mais pobres e oprimidos. Assim era o olhar dos profetas e de Jesus de Nazaré. Assim nos parece ser o olhar dos místicos que hoje, em pleno deserto da secularidade, buscam as pegadas de Deus nos subterrâneos da história.» Leia um excerto do livro AQUI

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

LIVRO&LEITURA: “O engano das ilusões – Os sete pecados capitais entre espiritualidade e psicologia”

«Quem deseja empreender uma experiência sincera de ser cristão, que consiste em deixar-se alcançar por Deus e unir-se a Ele, é fundamental começar precisamente por si próprio, ou, se preferirmos, regressar a si próprio. Com efeito, não existe outro lugar para o encontro com Deus a não ser o próprio mundo interior.» Para saber mais, clicar AQUI.