"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























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quarta-feira, 5 de agosto de 2020

CINEMA&FILME: “Fátima”

Harvey Keitel, Sónia Braga, Joaquim de Almeida e Lúcia Moniz são alguns dos atores que integram o filme “Fátima”, coprodução norte-americana e portuguesa do cineasta italiano Marco Pontecorvo, que chega às salas de cinema em Portugal a 13 de agosto. «Naquele momento horrível – e nós também estamos a viver um momento horrível –, com a primeira guerra mundial a acontecer, com todas aquelas pessoas na pobreza, doença e tudo o mais, Lúcia conseguiu, com a sua força e as suas crenças, reunir 70 mil pessoas, ou algo como isso, para rezar pela paz», destaca o cineasta. Para saber e ver mais clicar AQUI.

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

REVISTA&LEITURA: “Fátima XXI”, «Os efeitos da revolução cristã ainda não acabaram»

«De todas as fórmulas que conheço, religiosas e filosóficas, não há nenhuma que me pareça superior àquela que o cristianismo representa e representou no mundo até hoje. A grande revolução humana que se operou na história foi a do cristianismo.». Para saber mais, clicar AQUI.

terça-feira, 14 de junho de 2016

LIVRO&LEITURA: "Em teu ventre"

Ao apropriar-se de uma das narrativas fundadoras da nossa contemporaneidade, José Luís Peixoto escreveu um livro poliédrico que permite várias abordagens. Além da letra e do estilo, que merecem a lupa dos estudos literários, o livro "Em teu ventre" possui ingredientes que não devem ser menosprezados por quem se dedique à análise antropológica, sociológica e teológica. Parav saber mais, clicar AQUI.