"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























Mostrar mensagens com a etiqueta cristianismo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta cristianismo. Mostrar todas as mensagens

domingo, 22 de setembro de 2024

As melhores imagens da Viagem do Santo Padre à Ásia e Oceânia

A viagem mais longa do pontificado do Papa Francisco deixou imagens que não se viam desde os anos 80. O Santo Padre realizou uma importante viagem a um dos lugares mais remotos para o cristianismo: o Sudeste Asiático e a Oceânia; lugares onde a Igreja Católica tem menos peso e onde a última visita papal ocorreu há décadas. As melhores imagens AQUI.

terça-feira, 27 de fevereiro de 2024

LIVRO&LEITURA: “Anatomia da Fé”

A obra desdobra-se entre o rigor teológico, a clareza lógica, o articulado cruzamento com a cultura e o tom provocador, em sentido positivo, ao longo do texto. E numa época em que nos deparamos com uma metamorfose cultural após o fim do apogeu da modernidade, a obra ousa assim repensar o lugar e a pertinência do próprio cristianismo para a sociedade contemporânea. Para saber mais, clicar AQUI.

quinta-feira, 30 de junho de 2022

ATENÇÃO/REFLEXÃO/MEDITAÇÃO: "A importância de ser cool"

Provavelmente, o que atraiu e atrai pessoas ao Cristianismo não é tanto (pelo menos num primeiro momento) a profundidade do credo, mas o estilo de vida dos crentes. Houve alturas em que, no debate cultural acerca do que é cool (ou seja, que conduz à felicidade), os cristãos conseguiram cativar. O que estará a faltar, hoje? Será que a pop também nos pode ensinar a evangelizar? Ver aqui o que o sacerdote jesuíta, Rui Fernandes, pensa&escreve sobre o assunto.

segunda-feira, 29 de novembro de 2021

ESPIRITUALIDADE: O que é essencial na fé cristã?

«É falso até ao absurdo ver numa “crença” o sinal distintivo do cristão: apenas uma prática cristã, uma vida como a vive aquele que morreu na cruz, apenas isto é cristão… Ainda hoje uma vida assim é possível, para certos homens é até necessária: o autêntico e originário cristianismo será possível em todos os tempos… Não uma crença, mas antes um fazer, sobretudo um não-fazer-muitas-coisas, um ser diferente». Estas lúcidas palavras de Friedrich Nietzsche em “O anticristo”, um pensador que seguramente não foi macio em relação ao cristianismo, constituem um bom ponto de partida para nos interrogarmos sobre o que é essencial à fé cristã, isto é, sobre a singularidade do cristianismo. para ler mais clicar AQUI.

segunda-feira, 30 de agosto de 2021

terça-feira, 30 de março de 2021

LIVRO&LEITURA: “Livres para acreditar – Dez passos para a Fé”

 «Este vai ser um livro sobre fé, mas antes de mais nada é sobre o darmo-nos ao trabalho de nos tornarmos livres. Porque é que se coloca a questão deste modo? Porque a maior parte das pessoas, incluindo eu próprio, nem sempre se dão ao trabalho de serem livres, e porque a maior parte das nossas dificuldades de fé estão ligadas a esta falta de liberdade. Raramente são um problema de verdade propriamente dita. Este livro tenta evidenciar o que podem ser bloqueios que impedem as pessoas de se tornarem psicologicamente livres para a fé. Depois prossegue, tentando ver como é que os caminhos da fé se podem tornar credíveis na nossa cultura. E finalmente procura imaginar como é que o cristianismo pode ser acolhido e vivido hoje.» Leia um excerto AQUI.

quarta-feira, 3 de março de 2021

ATENÇÃO/REFLEXÃO/MEDITAÇÃO: O silêncio é um estado de alerta

O silêncio é um «estado de alerta» que predispõe «para um encontro»: as palavras são do monge e abade cisterciense Erik Varden, nascido na Noruega, onde é bispo, e autor espiritual lido em meia Europa. O religioso, que antes de se tornar católico não acreditava em Deus, recorda que encontrou «pela primeira vez» o silêncio através da música, «porque a verdadeira música é, na realidade, a articulação do silêncio». Para saber mais, clicar AQUI. 

sexta-feira, 10 de abril de 2020

ESPIRITUALIDADE: De Quinta-feira Santa a Domingo de Páscoa: Gestos para uma liturgia em família

- Para que Páscoa nos estamos a preparar? A pergunta tornou-se comum, pública, sofrida. Deveria ser a de cada ano, porque a repetição da festa nunca pode ser sinónimo de estagnação e dado adquirido. As dramáticas circunstâncias que rapidamente envolveram larga parte da humanidade arrancam-nos, todavia, das zonas de conforto, e impõem interrogações radicais, mas talvez saudáveis. E se algo começasse a emergir do interior de algumas ou de muitas casas? Para saber mais clicar AQUI.

- “Tríduo Pascal em família”: Paulus Editora oferece conteúdos para a «Igreja doméstica» AQUI.



terça-feira, 10 de março de 2020

ESPIRITUALIDADE: Da dignidade do cristianismo e da indignidade dos cristãos

I
No nosso século de pouca fé, de incredulidade largamente espalhada, julgamos o cristianismo pelos cristãos. Ao longo dos séculos anteriores, julgava-se a fé cristã sobretudo pela sua verdade eterna, pela sua doutrina e pelos seus mandamentos. Mas o nosso século está demasiado absorvido pelo homem e pelo humano. Os maus cristãos mascaram o cristianismo. Para saber mais clicar AQUI.
II
O cristianismo veio salvar os doentes não os saudáveis, os pecadores e não os justos. E o género humano, convertido ao cristianismo, é um doente e um pecador. A Igreja de Cristo não é chamada a organizar a vertente exterior da vida, a vencer o mal com violência. Pela sua natureza, o cristianismo não pode destruir o arbitrário, o mal na natureza humana, dado que reconhece a liberdade do homem. Para saber mais clicar AQUI.
III
A verdade divina do cristianismo, acolhida pelos homens, quebra-se na sua natureza pecadora, na sua consciência limitada. A revelação e a vida religiosa cristã, como toda a revelação e toda a vida religiosa, supõem não somente a existência de Deus, mas também a existência do homem. E este, ainda que esclarecido pela luz da graça procedente de Deus, acomoda ao seu olhar espiritual essa luz divina, impõe à revelação os limites da sua natureza e da sua consciência. Para saber mais clicar AQUI.
IV
Por causa da indignidade dos cristãos, esquecemos Cristo, deixámos de vê-lo. O renascimento cristão será, também, antes de mais, uma chamada a Cristo, à sua Verdade, libertada de todas as deformações e adaptações humanas. Para saber mais clicar AQUI.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

LIVRO&LEITURA: “Das cinzas, a vida”

Há uma mensagem desconcertante nesta parábola: o amor só pode ser derramado sobre quem se perde, sobre quem se suja, sobre quem errou. O triste observante aproxima-se de casa e ouve «a música e as danças»: «Meu pai enlouqueceu – deve ter pensado –, na minha casa não se fazem festas. A religião é trabalho duro, seriedade; é aguentar, melhorar-se; é suor e sangue.» Não há – nem é possível haver – lugar para a festa, para a alegria, para a dança como celebração e exaltação da vida. Transformámos o Cristianismo numa religião tarjada de negro, onde muito é considerado obrigatório e o resto é proibido. Para saber mais clicar AQUI.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

ESPIRITUALIDADE: “Carta a um religioso”: 35 perguntas de Simone Weil sem resposta

Todo este itinerário pessoal e espiritual, aparentemente descentrado e distante do cristianismo e da Igreja, é precisamente o que acabará por conduzi-la até Jesus Cristo, porque tudo aquilo que de verdadeiramente humano ela estudou, conheceu e amou, ainda que de forma não consciente, lhe falava d’Ele. Na realidade, “Carta a um religioso” é um apelo à Igreja católica, um chamamento a romper toda a separação e indiferença entre cristianismo e cultura. Para saber mais clicar AQUI.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

ESPIRITUALIDADE: «De pouco ou nada servem a teologia e a ação pastoral, se não se dobram os joelhos»

«Adorar é ir ter com Jesus, não com uma lista de pedidos, mas com o único pedido de estar com Ele»: a primazia do louvor totalmente confiado a Deus sobre o conhecimento teórico que se adquire sobre Ele foi um dos sublinhados da homilia do papa proferiu hoje na missa da Epifania, celebrada no Vaticano. Só a decisão pessoal de voltar-se confiadamente para Deus e renunciar ao centramento nos seus interesses – porque a adoração é «fazer o êxodo da maior escravidão: a escravidão de si mesmo» - pode «desintoxicar de tantas coisas inúteis, de dependências que anestesiam o coração e estonteiam a mente». Para saber mais clicar AQUI.

terça-feira, 27 de agosto de 2019

domingo, 14 de abril de 2019

LIVRO&LEITURA: “Padres do Deserto – Palavras do silêncio”

«O deserto não dá à luz, nem “pensadores” nem “pensamentos”, e muito menos “frases bonitas”. Estes solitários de Deus ocupam-se, aliás, especialmente dos “piores pensamentos” que assediam o coração humano. Por isso, é bem mais provável que nele encontremos profetas incómodos, arautos escandalosos, mestres fora de moda, e terapeutas da alma que não hesitam em pôr o dedo em nossas feridas profundas, nem receiam enfrentar os “demónios” mais ocultos que nos tentam. Retiraram-se, “fugindo dos homens” para se encontrarem com o homem em toda a sua verdade, porque “o recolhimento não é uma ausência, mas antes a procura de uma verdadeira presença”.» Para saber mais, clicar AQUI.
Cristianismo, desde o início uma fé de fronteira na crítica social, política e religiosa
O cristianismo é uma fé de fronteira que condiz melhor com as periferias do que com os centros urbanos. Nasceu na periferia, e não na capital do império nem em nenhuma outra metrópole candidata a “umbigo do mundo”. Também no contexto do judaísmo, uma religião forte e espalhada por todas as grandes cidades do Império, a fé nascida de Jesus era um “grão de mostarda” insignificante. A proposta de Jesus a que, desde cedo, se chamou cristianismo, veio da fronteira, e é ela mesma uma mensagem de fronteira: na sua crítica social, política e religiosa. Não admira, por isso, que o “lugar” de onde partiu a mensagem deva ser revisitado constantemente. Para saber mais, clicar AQUI.
Deserto, comunhão, silêncio
«Para aqueles que se aproximam de Deus, no início há grande luta e fadiga, mas depois, vem uma alegria indescritível. É como aqueles que querem acender o fogo: primeiro, são incomodados pelo fumo e vêm as lágrimas, mas depois alcançam o que procuram. Porque o nosso Deus é fogo que consome. Assim também nós devemos acender o fogo divino com lágrimas e com esforço.» Para saber mais clicar AQUI.

sexta-feira, 29 de março de 2019

REFLEXÃO/ATENÇÃO/MEDITAÇÃO: Pensar é a tarefa mais importante para a Igreja de hoje

Sem enfrentar com a coragem do pensamento esta verdadeira reviravolta trazida pela contemporaneidade pós-moderna, continuar-se-á a deitar mão a uma simples “pastoral da mudança”, que produzirá, infelizmente, não os frutos esperados, mas aqueles aos quais nos estamos quase todos a habituar desde há décadas. A fuga dos crismandos, por um lado, e a redução do cristianismo a uma coisa para as crianças e, quanto muito, para os seus avós por outro. Com a consequência de alimentar uma ação pastoral que já não tem jovens e adultos, nem como seus sujeitos nem como seus destinatários. Para saber mais, clicar AQUI e AQUI porque "É preciso que a alegria volte ao coração da Igreja".

quarta-feira, 27 de março de 2019

LIVRO&LEITURA: “A casa da alegria”

«Longe de um cristianismo de tristezas e melancolias», o volume que a Paulinas Editora lança nas livrarias na próxima semana propõe que «a fé pode ser uma casa da alegria», e por isso «visa contribuir para que cada leitor possa criar a arquitetura da sua própria felicidade». Interroga Gabriel Magalhães, o autor: «O que fazer da nossa crença no mundo atual, tão especialista em descrenças? Onde pousar a velinha de amor que levamos acesa no coração? Dir-se-ia que cada cristão se vê obrigado a encontrar, hoje em dia, um novo tipo de catacumba, onde a sua espiritualidade se sussurra escondidamente». Leia um excerto AQUI.

quarta-feira, 13 de março de 2019

domingo, 18 de novembro de 2018

sexta-feira, 2 de novembro de 2018

ESPIRITUALIDADE: A cruz, medida do mundo

Quatro anos antes da sua conversão, ocorrida no Domingo de Ramos de 1841 (9 de abril), John Henry Newman pregou um sermão sobre «A cruz de Cristo, a medida do mundo». O conteúdo desta homilia mostra o fascínio do mistério essencial da fé cristã. Nesse sermão, Newman parte do facto de que os homens pensantes colocam-se a pergunta sobre o significado e a reta interpretação dos acontecimentos do mundo, do curso da história e dos eventos da sua vida. Procuram, em síntese, uma “chave” para a compreensão do mundo. O que é a reta chave, a interpretação cristã do mundo? Para saber mais, clicar AQUI.

sexta-feira, 12 de outubro de 2018

LIVRO&LEITURA: "Silêncio - Shüsaku Endö e a inculturação da fé no Japão"

Normalmente, os ensaístas e críticos agrupam os temas em: problemas de um escritor católico; literatura e religião; o ser humano e Deus; a questão do amor e da doutrina do perdão; a estrita distinção entre panteísmo e monoteísmo e a sua fusão; oposição e assimilação de Oriente e Ocidente. Gostaria de realçar cinco temas neste romance que podem ser considerado de maior significado para o percurso teológico do autor. Para saber mais clicar AQUI.