"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























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sábado, 28 de julho de 2012

PORTUGAL estado de direito (?) Ainda há cá disto?

Com estes contrastes, exemplos, realidades , factos, argumentos...?
Não há regra sem excepção» é certo & verdade. Lamento que a regra seja isto
... e a excepção isto
Pelos vistos e felizmente há! São daquelas raridades & exemplos que convém dar a conhecer & a relembrar. Então aqui vai, antiga mas...

Isto devia ser "postado" no dia 25 de Abril, só que não surgiu e, por via disso, não aconteceu. Contudo mais vale tarde do que nunca
Esta ponte de todos conhecida, é caracterizada por algo muito estranho e incomum.
Foi construída dentro do prazo e dentro do orçamento.
Ou melhor dizendo, não custou três vezes mais do que o previsto e não demorou o dobro do tempo a ser feita.
Com a sua construção ninguém enriqueceu, nem subitamente foram feitos depósitos nas Bahamas.
O Ministro das Obras Públicas da altura, quando saiu do governo, não foi para presidente do conselho de administração da empresa da ponte.
De facto, eram tempos muito estranhos!

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Conhecer o PASSADO para entender o PRESENTE e preparar o FUTURO (12/12):

(continuação)
A história do Estado Novo (dos anos 30 ao 25 de Abril de 1974) e da sua personagem & ícone à lupa, por quem muito bem a conhece e melhor a conta. Fernando Dacosta, «jornalista, escritor, estudioso, testemunha atenta e especialista reconhecido deste período», falará sobre os momentos mais marcantes dessa época em conversa com Eduardo Oliveira e Silva.
"NASCIDOS NO ESTADO NOVO/CEM ANOS PORTUGUESES", uma série bem elucidativa desse período marcante da nossa história contemporânea, em 12 programas com cerca de 3/4 de hora que mais parecem de minuto. Os aspectos neles relatados, são tão suficientemente curiosos, pormenorizados e alguns desconhecidos até, que o tempo passa sem darmos por ele.
« (...) nascidos no Estado Novo, faça connosco um exercício de memória (...) » - assim nos convida o jornalista-anfitrião. Aceite o convite porque vale a pena; senão, oiça-se neste 12º e último programa da série:
Retratos de pessoas já desaparecidas e marcantes em Portugal, segundo o jornalista e escritor Fernando Dacosta tais como Salazar, Cardeal Cerejeira, Marcelo Caetano, Franco Nogueira, António Lopes Ribeiro, Augusto de Castro, Fernanda de Castro, Amália RodriguesAmélia Rey Colaço, Agostinho da Silva que, conjuntamente com Franco NogueiraMiguel Torga e Natália Correia anteviram o futuro de Portugal agora tornado presente, Jorge de Sena, Irmã Lúcia, Álvaro Cunhal e José Saramago.

http://tv1.rtp.pt/play/?radiocanal=2#/?prog%3D4674%26idpod%3D204624%26fbtitle%3DRTP Play - 100 Anos Portugueses%26fbimg%3Dhttp%3A%2F%2Fimg0.rtp.pt%2FEPG%2Fimgth%2FphpThumb.php%3Fsrc%3D%2FEPG%2Fradio%2Fimagens%2F4674_pratadacasa.jpg%26w%3D160%26h%3D120%26fburl%3Dhttp%3A%2F%2Fwww.rtp.pt%2Fplay%2F%3Fprog%3D4674%26idpod%3D204624

Antena 2 mais uma vez, pois claro!!!