"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























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terça-feira, 21 de julho de 2020

FILME&CINEMA: “Da 5 bloods – Irmãos de armas”

Um manifesto contra o racismo. Não se pode interpretar diferentemente “Da 5 bloods”, o último filme de Spike Lee. Nada de novo, portanto? Só em parte, porque se é verdade que o realizador afroamericano fez da denúncia e da batalha pelos direitos civis uma imagem de marca do seu cinema, também é certo que nesta obra há algo de diverso em relação ao passado, também em relação ao anterior “BlacKKKlansman”, cinematograficamente mais conseguido. “Da 5 bloods” quer escavar mais fundo no coração de treva da América. Para saber mais clicar AQUI.

segunda-feira, 21 de maio de 2018

CINEMA&FILMES: Júri ecuménico do festival de Cannes distingue filmes sobre infância, pobreza e racismo

O júri ecuménico presente no festival de cinema de Cannes, presidido pela cineasta portuguesa Inês Gil, distinguiu hoje o filme "Capharnaüm", da realizadora libanesa Nadine Labaki. O filme, um dos favoritos a ganhar o principal prémio, a Palma de Ouro, centra-se em Zain, um menino de 12 anos que processa judicialmente os pais por lhe terem dado vida. Os jurados decidiram também conceder uma menção especial a "BlacKkKlansman", do realizador norte-americano Spike Lee, «grito contra um racismo persistante, não só nos Estados Unidos, como no mundo inteiro». Para saber mais, clicar AQUI.