"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























Mostrar mensagens com a etiqueta Suíça. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Suíça. Mostrar todas as mensagens

sábado, 31 de agosto de 2019

(in)PRENSA semanal: a minha selecção!

Quem, por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA semanal: a minha selecção!" que aí virão.  

Espírito Santo escondeu 30 milhões de euros na Suíça com ‘barriga de aluguer’
O Dr. House português diz que 90% dos médicos só fazem “fantochadas”
Médicos de fertilidade usaram o seu próprio esperma em centenas de pacientes
Piratas de Edelweiss. A resistência de jovens que pôs açúcar no combustível dos tanques nazis
Nunca seremos de mais, camaradas!
CP impedida de receber 80 milhões de euros
Uma luz de esperança para a Europa. O elogio do Financial Times a Portugal e ao “sagaz Costa”
Elogios do “Financial Times” a António Costa têm “sabor amargo”, diz João Duque
Evitar factos consumados no lítio
Brasil rejeita 18 milhões do G7 para a Amazónia. “Usem-nos para reflorestar a Europa”
Turcos vão construir casas de luxo em forma de conchas e árvores no Alentejo
António Costa escolhe Elisa Ferreira para Comissária Europeia
Uma escolha feliz
Religião e espiritualidade
“O que vou fazer? Estou no escuro.” Portuguesa interrompe direto da Sky News para falar sobre o Brexit

sexta-feira, 26 de abril de 2019

sábado, 29 de julho de 2017

inPRENSA semanal: a minha selecção!

Quem, por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA semanal: a minha selecção!" que aí virão


Ricardo Salgado: “O Banco de Portugal é que criou os lesados do BES”
Polícia evitou ataque terrorista contra o Papa em Fátima
Crise política na Venezuela divide a América Latina
Já há ofertas para contratar médicos por 800 euros por mês
Quando a justiça não chega
Armas de distração massiva
Um político decente
John McCain é um senhor
Segurança e benefícios fiscais atraem mais estrangeiros
Tudo em família
Gentil Martins, Ronaldo e o PREC
A nova ‘anormalidade’ na política monetária
A Altice e o antiemprego
Anacom obriga operadores de telecomunicações a repor preços nos contratos
Criança com VIH sem sinais do vírus após oito anos sem tratamento
Inspetora das Finanças apanhada no caso Swissleaks está a auditar as PPP
Invasão de turistas gera caos nos serviços de emergência do Algarve
Trump publicou 1000 tweets em 6 meses (e mentiu em mais de 800)
A maior parte do ADN é lixo genético (e ainda bem)
Poluição ameaça tornar a Terra um “planeta de plástico”
Portugal para eles
Turismo, oportunidade ou maldição?
http://www.jn.pt/opiniao/mariana-mortagua/interior/turismo-oportunidade-ou-maldicao-8660602.html
Monges com luxos e relações sexuais expõem a crise do budismo na Tailândia
FMI admite: Troika não protegeu os pobres (e a culpa foi do Governo)
Papa solidário com pais de Charlie Gard
Atenção à Polónia
“Poderemos ter boas surpresas na Europa continental”, anunciou Christine Lagarde
Cartéis, esquemas e estado dos helicópteros. Os "negócios do fogo" revelados nesta entrevista
Lisboa recebe Eurovisão a 12 de maio. Festival RTP será em Guimarães
Taxa dos turistas vai financiar Festival Eurovisão da Canção em Lisboa
De Pavilhão da Utopia a Meo Arena
O pavilhão da Utopia que vai receber a Eurovisão
Portugal condenado por discriminação. “Sexo aos 50 já não é importante”
Seca obriga Roma a desligar água das fontes. E o Vaticano foi solidário com a cidade
Aristides de Sousa Mendes merece o Panteão Nacional
“Toda a estratégia do país no combate aos fogos falhou rotundamente”
Sexo forçado no tribunal
Leia aqui, na íntegra, a controversa entrevista a Gentil Martins. E o seu pedido de desculpa à mãe de Cristiano
Fortunas dos mais ricos de Portugal em máximos de 2008
e
e
Maiores fortunas do país valem tanto como dívidas dos portugueses ao fisco
“Alertas de más práticas”. Regulador de energia deixa três conselhos
Desertificação pelo fogo
Criatura marinha fluorescente pode ter empurrado os EUA para a guerra com o Vietname
Cientista francês desvendou o mistério das areias cantantes do deserto
Pais publicam um dos livros encriptados de estudante desaparecido no Brasil
Novo diretor de comunicação de Trump insulta outros dirigentes da Casa Branca
Negócio das notícias falsas ("fake news") na Internet, um negócio de milhões
Trabalho e férias
E se a barriga de aluguer for um útero artificial?
Afinal somos todos migrantes extragaláticos
José Sócrates terá tentado “comprar” o jornal Público
“A minha cidade é mais cool que a tua”: oito razões para amar o Porto, segundo a CNN

sábado, 21 de julho de 2012

A MAIOR LAVANDARIA DE DINHEIRO DO MUNDO AMEAÇA FALIR !

Um artigo de Gilles Lapouge

A Suíça estremece.   Zurique alarma-se.
Os belos bancos, elegantes, silenciosos de Basileia e Berna estão ofegantes.
Poderia dizer-se que eles estão assistindo na penumbra a uma morte ou estão velando um moribundo.
Esse moribundo, que talvez acabe mesmo morrendo, é o segredo bancário suíço.
O ataque veio dos Estados Unidos, em acordo com o presidente Obama.
O primeiro tiro de advertência foi dado na quarta-feira.
A UBS - União de Bancos Suíços, gigantesca instituição bancária suíça viu-se obrigada a fornecer os nomes de 250 clientes americanos por ela ajudados para defraudar o fisco.
O banco protestou, mas os americanos ameaçaram retirar a sua licença nos Estados Unidos.
Os suíços, então, passaram os nomes.
E a vida bancária foi retomada tranquilamente.
Mas, no fim da semana, o ataque foi retomado.
Desta vez os americanos golpearam forte, exigindo que a UBS forneça o nome dos seus 52.000 clientes titulares de contas ilegais!
O banco protestou.   A Suíça está temerosa.
O partido de extrema-direita, UDC (União Democrática do Centro), que detém um terço das cadeiras no Parlamento Federal, propõe que o segredo bancário seja inscrito e ancorado pela Constituição federal.
Mas como resistir?
A União de Bancos Suíços não pode perder sua licença nos EUA, pois é nesse país que aufere um terço dos seus benefícios.
Um dos pilares da Suíça está sendo sacudido. 
O segredo bancário suíço não é coisa recente. Esse dogma foi proclamado por uma lei de 1934, embora já existisse desde 1714.
No início do século 19, o escritor francês Chateaubriand escreveu que neutros nas grandes revoluções nos Estados que os rodeavam, os suíços enriqueceram à custa da desgraça alheia e fundaram os bancos em cima das calamidades humanas.
Acabar com o segredo bancário será uma catástrofe económica.
Para Hans Rudolf Merz, presidente da Confederação Helvética, uma falência da União de Bancos Suíços custaria 300 biliões de francos suíços ou 201 milhões de dólares.
E não se trata apenas do UBS.  Toda a rede bancária do país funciona da mesma maneira.
O historiador suíço Jean Ziegler, que há mais de 30 anos denuncia a imoralidade helvética, estima que os banqueiros do país, amparados no segredo bancário, fazem frutificar três triliões de dólares de fortunas privadas estrangeiras, sendo que os activos estrangeiros chamados institucionais, como os fundos de pensão, são nitidamente minoritários.
Ziegler acrescenta ainda que se calcula em 27% a parte da Suíça no conjunto dos mercados financeiros offshore" do mundo, bem à frente de Luxemburgo, Caribe ou o extremo Oriente.
Na Suíça, um pequeno país de 8 milhões de habitantes, 107 mil pessoas trabalham em bancos.
O manejo do dinheiro na Suíça, diz Ziegler, reveste-se de um carácter sacramental.
Guardar, recolher, contar, especular e ocultar o dinheiro, são todos actos que se revestem de uma majestade ontológica, que nenhuma palavra deve macular e realizam-se em silêncio e recolhimento...
Onde param as fortunas recolhidas pela Alemanha Nazi?
Onde estão as fortunas colossais de ditadores como Mobutu do Zaire, Eduardo dos Santos de Angola, dos Barões da droga Colombiana, Papa-Doc do Haiti, de Mugabe do Zimbabwe e da Máfia Russa?
Quantos actuais e ex-governantes, presidentes, ministros, reis e outros instalados no poder, até em cargos mais discretos como Presidentes de Municípios têm chorudas contas na Suíça?
Quantas ficam eternamente esquecidas na Suíça, congeladas, e quando os titulares das contas morrem ou caem da cadeira do poder, estas tornam-se impossíveis de alcançar pelos legítimos herdeiros ou pelos países que indevidamente espoliaram?
Porquê após a morte de Mobutu, os seus filhos nunca conseguiram entrar na Suíça?
Tudo lá ficou para sempre e em segredo...
Agora surge um outro perigo, depois do duro golpe dos americanos.
Na mini cúpula europeia que se realizou em Berlim, (em preparação ao encontro do G-20 em Londres), França, Alemanha e Inglaterra (o que foi inesperado) chegaram a um acordo no sentido de sancionar os paraísos fiscais.
"Precisamos de uma lista daqueles que recusam a cooperação internacional", vociferou a chanceler Angela Merkel.
No domingo, o encarregado do departamento do Tesouro britânico Alistair Darling, apelou aos suíços para se ajustarem às leis fiscais e bancárias europeias.
Vale observar, contudo, que a Suíça não foi convidada para participar do G-20 de Londres, quando serão debatidas as sanções a serem adoptadas contra os paraísos fiscais.
Há muito tempo se deseja o fim do segredo bancário. Mas até agora, em razão da prosperidade económica mundial, todas as tentativas eram abortadas.
Hoje, estamos em crise.
Viva a crise!!!
Barack Obama, quando era senador, denunciou com perseverança a imoralidade desses remansos de paz para o dinheiro corrompido.
Hoje ele é presidente.  É preciso acrescentar que os Estados Unidos têm muitos defeitos, mas a fraude fiscal sempre foi considerada um dos crimes mais graves no país.
Nos anos 30, os americanos conseguiram caçar Al Capone.
Sob que pretexto?   Fraude fiscal !!! 
Para muito breve, a queda do império financeiro suíço???

A educação faz com que as pessoas sejam fáceis de guiar, mas difíceis de arrastar; fáceis de governar, mas impossíveis de escravizar. (Henry Peter)