"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























Mostrar mensagens com a etiqueta sucesso. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta sucesso. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 27 de junho de 2019

EDUCAÇÃO&FORMAÇÃO: «Obsessão por uma educação para o sucesso» vai conduzir-nos a uma «república de bárbaros»

Hoje fala-se mais de Sophia de Mello Breyner, por ocasião dos 100 anos do seu nascimento, e de Natália Correia, evocada numa série televisiva recente. «Mas, e Fiamma Hasse Pais Brandão? E Luiza Neto Jorge? E Irene Lisboa?» E Sylvia Plath, Susan Sontag, Leonor Xavier, Clarice Lispector, Maria Teresa Horta? «Ficávamos sempre em boa companhia, em vez de obrigarmos as nossas crianças e adolescentes a estudar complementos oblíquos, modificadores verbais, e outros absurdos que secam completamente a alma humana.» «Como é que podemos querer formar um país que faça sentido, se estamos a negar às nossas crianças e adolescentes o acesso à cultura letrada, à cultura literária, ao património literário que lhes pertence?». Para saber mais clicar AQUI.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

REFLEXÃO/MEDITAÇÃO/ATENÇÃO: Fracasso, palavra censurada

No ar dos nossos dias aparece às vezes, mas é logo removido, o medo do fracasso. As grandes palavras como esperança e confiança, sobretudo no espaço cristão, parecem proibir a possibilidade de ler um acontecimento ou a própria vida como um fracasso. Esta parece-me ser uma doença espiritual do nosso tempo: habituados a procurar o sucesso, a aprovação dos outros, comprometidos em tarefas "boas" e conformes ao Evangelho, deixámos de ser capazes de entrever a possibilidade de debilidade e do consequente fracasso. Para saber mais, clicar AQUI.

terça-feira, 13 de setembro de 2016

ESPIRITUALIDADE: Erro ou sucesso não interessam, o que importa é a quem se pertence

Cada um de nós é um chamado por Cristo: é alguém que funda a própria existência naquela voz que ouviu pronunciar o próprio nome e convidou: «Segue-me!»; é alguém que avança a tatear nesta vida mas tem a meta clara. Aquele que nos chamou espera-nos de braços abertos no Reino dos Céus. Se, ao contrário, percorrer um caminho de grandeza e de poder que o afastará de si próprio, permanecerá um chamado, alguém pelo qual ressoa constantemente a pergunta de Deus Pai: homem, «onde estás?» e a possibilidade de conversão. Para saber mais clicar AQUI