"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























sábado, 16 de fevereiro de 2019

inPRENSA semanal: a minha selecção!

Quem, por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA semanal: a minha selecção!" que aí virão.


Misteriosa empresa turca ajudou Maduro a transferir 900 milhões em ouro da Venezuela
Novo Banco precisa de mais dinheiro e vai pedir valor recorde de mil milhões de euros
Despacho que afastava suspeitas contra Sócrates ocultado pelo MP
Marcelo no bairro da Jamaica: onde entra a polícia entra a política
Usar os Jamaicas, esquecer os Jamaicas
Querem a realidade da Dirce ou o fanatismo da SOS Racismo?
“Não aguento mais.” A morte da ativista que denunciava abusos sexuais de líderes religiosos
Trinta anos depois, os diários do avô deram um livro que já vendeu 250 mil exemplares
Bailarino português Alexandre Joaquim é um dos vencedores do Prémio Lausanne
Papa cria autoridade anticorrupção para a Santa Sé
Pastoral incentiva reclusos a serem missionários na prisão
O que é o 'backstop' e porque ameaça a paz na Irlanda?
Polícia Marítima portuguesa salva 20 crianças no Mar Egeu
Espanha: eleições à vista
Guaidó participa em oração pela paz em Caracas
Greve dos enfermeiros, "crowdfunding" e requisição civil
Vêm aí comissões no MB Way? Só pagamos se quisermos
Vale do Lobo, Joe Berardo, a investigação da SÁBADO ao Governador do Banco de Portugal
Ricardo Salgado pode tramar Governador do BdP com auditoria secreta
Caixa. Vice-governadora Elisa Ferreira diz não haver razões para pedir escusa sobre auditoria
HBO chegou esta segunda-feira a Portugal. Saiba como ver já todas as séries
e
"Quando alguém come peixe, está a consumir plástico"
Estado já pagou 30 milhões por helicóptero militar avariado há mais de três anos
Casas compradas à Fidelidade são controladas pela Apollo a partir das ilhas Caimão
Aquilo que desejamos
Debater a Europa
Kim Phuc, a “Rapariga de Napalm”, recebe prémio por trabalho pela paz
Conhece a guru da arrumação? Método Marie Kondo chega ao mundo digital
Afinal, os sacos de plástico descartáveis são melhores para o ambiente que os de papel
Abusos sexuais. Em Vila Real, a Igreja foi mais dura com o padre do que o tribunal
Cartel da Saúde, S.A.
Rússia adverte Casa Branca contra qualquer “recurso à força” na Venezuela
A central nuclear de Almaraz
Dia de São Valentim: "Datescatólicos" organizam retiro em Fátima
Explicador: ADSE. Da criação do subsistema de saúde até à polémica com os privados
Os EUA e a Europa
Descubra se tem contas esquecidas no banco
Novo antidepressivo pode ser a "descoberta do século"
Universidade Católica factura 65 milhões, mas não paga um único imposto
A pedofilia na Igreja portuguesa? Ficar e limpar

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

O Mundo em Três Dimensões

É mais um excelente programa da RR, Rádio Renascença, "Números que contam histórias. De segunda a sexta às 05h40, 17h50 e 21h10 com reposição ao fim-de-semana" AQUI.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

domingo, 10 de fevereiro de 2019

PALAVRA de DOMINGO: Contextualizá-la para bem a entender e melhor vivê-la: EUCARISTIA, LITURGIA & VIDA!

Considerando:
1. "Três qualidades essenciais de uma homilia: Positiva, concreta, profética" AQUI
2. "A Palavra de Deus no quotidiano da vida eclesial" AQUI
3. "A autora recorda sobretudo a homilia dessa eucaristia, que não fez “lembrar nada a imagem da Igreja” que tinha “de pequenina”, e que a fez afastar-se depois de fazer a “primeira comunhão”. Para saber mais, clicar AQUI
4. "Os leitores mais atentos poderão confirmar se o Papa Francisco é coerente quando exige qualidade nas homilias como fez na exortação apostólica "A alegria do Evangelho" e a sua prática nas missas que celebra em Santa Marta. Basta ler o livro que reproduz muitas daquelas saborosas homilias feriais" - Pe. Rui Osório in JN de 11/1/2015 - "A verdade é um encontro" AQUI
5. Pregação «não é um sermão sobre um tema abstrato»: Vaticano apresenta diretório sobre homilias. Para saber mais clicar, AQUI
6. Diretório homilético: Para falar de fé e beleza mesmo quando não se é «grande orador». Ver AQUI
7. Papa mais,  pede aos padres para falarem ao «coração» e não fazerem «homilias demasiado intelectuais». Par saber mais, clicar AQUI.
8. Porquê ir à missa ao domingo? Ler AQUI.

Então:
Tema do 5º Domingo do Tempo Comum - Ano C
A liturgia deste domingo leva-nos a reflectir sobre a nossa vocação: somos todos chamados por Deus e d’Ele recebemos uma missão para o mundo.
Na primeira leitura, encontramos a descrição plástica do chamamento de um profeta – Isaías. De uma forma simples e questionadora, apresenta-se o modelo de um homem que é sensível aos apelos de Deus e que tem a coragem de aceitar ser enviado.
No Evangelho, Lucas apresenta um grupo de discípulos que partilharam a barca com Jesus, que acolheram as propostas de Jesus, que souberam reconhecê-l’O como seu “Senhor”, que aceitaram o convite para ser “pescadores de homens” e que deixaram tudo para seguir Jesus… Neste quadro, reconhecemos o caminho que os cristãos são chamados a percorrer.
A segunda leitura propõe-nos reflectir sobre a ressurreição: trata-se de uma realidade que deve dar forma à vida do discípulo e levá-lo a enfrentar sem medo as forças da injustiça e da morte. Com a sua acção libertadora – que continua a acção de Jesus e que renova os homens e o mundo – o discípulo sabe que está a dar testemunho da ressurreição de Cristo.
EVANGELHOLc 5,1-11
Evangelho de Nosso senhor Jesus Cristo segundo São Lucas
Naquele tempo,
estava a multidão aglomerada em volta de Jesus,
para ouvir a palavra de Deus.
Ele encontrava-Se na margem do lago de Genesaré
e viu dois barcos estacionados no lago.
Os pescadores tinham deixado os barcos
e estavam a lavar as redes.
Jesus subiu para um barco, que era de Simão,
e pediu-lhe que se afastasse um pouco da terra.
Depois sentou-Se
e do barco pôs-Se a ensinar a multidão.
Quando acabou de falar, disse a Simão:
«Faz-te ao largo
e lançai as redes para a pesca».
Respondeu-Lhe Simão:
«Mestre, andámos na faina toda a noite
e não apanhámos nada.
Mas, já que o dizes, lançarei as redes».
Eles assim fizeram
e apanharam tão grande quantidade de peixes
que as redes começavam a romper-se.
Fizeram sinal aos companheiros que estavam no outro barco
para os virem ajudar;
eles vieram e encheram ambos os barcos
de tal modo que quase se afundavam.
Ao ver o sucedido,
Simão Pedro lançou-se aos pés de Jesus e disse-Lhe:
«Senhor, afasta-Te de mim, que sou um homem pecador».
Na verdade, o temor tinha-se apoderado dele
e de todos os seus companheiros,
por causa da pesca realizada.
Isto mesmo sucedeu a Tiago e a João, filhos de Zebedeu,
que eram companheiros de Simão.
Jesus disse a Simão:
«Não temas.
Daqui em diante serás pescador de homens».
Tendo conduzido os barcos para terra,
eles deixaram tudo e seguiram Jesus.

AMBIENTE
Estamos na Galileia, no início do ministério de Jesus. Há algum tempo, Ele apresentou o seu programa na sinagoga de Nazaré como anúncio da Boa Nova aos pobres e proposição da libertação para os prisioneiros… Agora, começam a notar-se os primeiros resultados da actividade de Jesus: à sua volta começa a formar-se o grupo dos que foram sensíveis a essa proposta de salvação e seguiram Jesus.
MENSAGEM
O texto que nos é proposto como Evangelho é uma catequese que procura apresentar as coordenadas fundamentais da identidade cristã: o que é ser cristão? Como se segue Jesus? O que é que implica seguir Jesus?
Ser cristão é, em primeiro lugar, estar com Jesus “no mesmo barco” (vers. 3). É desse barco (a comunidade cristã), que a Palavra de Jesus se dirige ao mundo, propondo a todos a libertação (“pôs-Se a ensinar, da barca, a multidão”).
Ser cristão é, em segundo lugar, escutar a proposta de Jesus, fazer o que Ele diz, cumprir as suas indicações, lançar as redes ao mar (vers. 4-5). Às vezes, as propostas de Jesus podem parecer ilógicas, incoerentes, ridículas (e quantas vezes o parecem, face aos esquemas e valores do mundo…); mas é preciso confiar incondicionalmente, entregar-se nas mãos d’Ele e cumprir à risca as suas indicações (“porque Tu o dizes, lançarei as redes” – vers. 5).
Ser cristão é, em terceiro lugar, reconhecer Jesus como “o Senhor” (vers. 8): é o que faz Pedro, ao perceber como a proposta de Jesus gera vida e fecundidade para todos. O título “Senhor” (em grego, “kyrios”) é o título que a comunidade cristã primitiva dá a Jesus ressuscitado, reconhecendo n’Ele o “Senhor” que preside ao mundo e à história.
Ser cristão é, em quarto lugar, aceitar a missão que Jesus propõe: ser pescador de homens (vers. 10). Para entendermos o verdadeiro significado da expressão, temos de recordar o que significava o “mar” no ideário judaico: era o lugar dos monstros, onde residiam os espíritos e as forças demoníacas que procuravam roubar a vida e a felicidade do homem. Dizer que os seus discípulos vão ser “pescadores de homens” significa que a missão do cristão é continuar a obra libertadora de Jesus em favor do homem, procurando libertar o homem de tudo aquilo que lhe rouba a vida e a felicidade. Trata-se de salvar o homem de morrer afogado no mar da opressão, do egoísmo, do sofrimento, do medo – as forças demoníacas que impedem a felicidade do homem.
Ser cristão é, finalmente, deixar tudo e seguir Jesus (vers. 11). Esta alusão ao desprendimento do discípulo é típica de Lucas (cf. Lc 5,28;12,33;18,22): Lucas expressa, desta forma, que a generosidade e o dom total devem ser sinais distintivos das comunidades e dos crentes que seguem Jesus.
Uma palavra, ainda, para o papel proeminente que Pedro aqui desempenha: a comunidade lucana é uma comunidade estruturada, que reconhece em Pedro o “porta-voz” de todos e o principal animador dessa comunidade de Jesus que navega nos mares da história.

ACTUALIZAÇÃO
Considerar os seguintes dados:
• A reflexão deste texto deve pôr em paralelo o “caminho cristão”, tal como Lucas o descreve aqui, com esse caminho – às vezes não tão cristão como isso – que vamos percorrendo todos os dias. Considerar as seguintes questões:
O nosso caminho é feito no barco de Jesus, ou, às vezes, embarcamos noutros projectos onde Jesus não está e fazemos deles o objectivo da nossa vida? Por outro lado, deixamos que Jesus viaje connosco ou, às vezes, obrigamo-l’O a desembarcar e continuamos viagem sem Ele?
• Ao longo da viagem, somos sensíveis às palavras e propostas de Jesus? As suas indicações são para nós sinais obrigatórios a seguir, ou fazem mais sentido para nós os valores e a lógica do mundo?
• Reconhecemos, de facto, que Jesus é o “Senhor” que preside à nossa história e à nossa vida? Ele é o centro à volta do qual constituímos a nossa existência, ou deixamos que outros “senhores” nos manipulem e dominem?
Chamados a ser “pescadores de homens”, temos por missão combater o mal, a injustiça, o egoísmo, a miséria, tudo o que impede os homens nossos irmãos de viver com dignidade e de ser felizes. É essa a nossa luta? Sentimos que continuamos, dessa forma, o projecto libertador de Jesus?
A nossa entrega é total, ou parcial e calculada? Deixamos tudo na praia para seguir Jesus, porque o seu projecto se tornou a prioridade da nossa vida?



e/ou em vídeo AQUI.
«Recebestes gratuitamente, dai gratuitamente» (Mt 10, 8)
Quando Jesus saiu para o mar com os seus discípulos, não pensava somente nessa pescaria. Foi por isso [...] que respondeu a Pedro: «Não temas. Daqui em diante serás pescador de homens.» E também nessa nova pesca a eficácia divina não faltará: os apóstolos serão instrumentos de grandes prodígios, apesar das suas misérias pessoais.
Também nós, se lutarmos todos os dias para alcançar a santidade na nossa vida normal, cada um na sua própria condição no meio do mundo e no exercício da sua profissão, ouso afirmar que o Senhor fará de nós instrumentos capazes de realizar milagres e, se for necessário, dos mais extraordinários. Daremos luz aos cegos: quem não poderá narrar mil exemplos de cegos quase de nascença que recuperam a visão e recebem todo o esplendor da luz de Cristo? Outro era surdo e outro ainda mudo, que não podiam ouvir nem articular uma única palavra enquanto filhos de Deus [...]: e ouvem e exprimem-se como verdadeiros homens [...]. «Em nome de Jesus», os apóstolos restituem as forças a um enfermo incapaz de qualquer ação útil [...]: «Em nome do Senhor levanta-te e caminha!» (At 3,6). Outro ainda, um morto, ouviu a voz de Deus como quando do milagre da viúva de Naim: «Jovem, ordeno-te que te levantes» (Lc 7,14; At 9,40).
Faremos milagres como Cristo, milagres como os primeiros apóstolos. Estes prodígios realizaram-se talvez em ti, em mim: talvez estivéssemos cegos, ou surdos, ou enfermos, ou sentíssemos a morte, quando a Palavra de Deus nos arrancou à nossa prostração. Se amamos a Cristo, se O seguimos, se for apenas a Ele que procuramos e não a nós mesmos, em seu nome poderemos transmitir gratuitamente o que recebemos gratuitamente.
São Josemaría Escrivá de Balaguer (1902-1975)presbítero, fundador
Homilia in Amigos de Dios

sábado, 9 de fevereiro de 2019

inPRENSA semanal: a minha selecção!

Quem, por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA semanal: a minha selecção!" que aí virão.


CGD. Parlamento divulgou sem querer auditoria com dados escondidos (e confirma-se a gestão ruinosa)
“Hacker do Benfica” acusa Portugal de sabotar investigações europeias por “medo"
“Vem aí uma nova crise económica global” (e começa já este ano)
Papa inicia visita histórica aos Emirados Árabes Unidos com apelo à paz no Iémen
Papa já chegou aos Emirados Árabes Unidos para uma visita histórica
Papa esperado nos Emirados por “imigrantes de mais de 100 países diferentes”
O primeiro-ministro e os enfermeiros
Inquérito CGD: à terceira é de vez?
Inquérito à CGD: “Partidos montam novo ‘número Mortágua/Melo’ para ganhar votos”, acusa Nuno Garoupa
Dois filmes portugueses premiados no festival de Roterdão
“Nunca vi ninguém a fazer tanto com tão parcos recursos como os missionários da Guiné"
Sobrinho Simões. "Há muitos cancros que deveriam ser deixados em paz"
Marcelo foi ao volante e sem aviso prévio ao Bairro da Jamaica
Portugal e mais dez reconhecem Guaidó como Presidente legítimo. Maduro não exclui guerra civil
Papa desafia católicos a fazerem das suas comunidades um “oásis de paz”
O extraordinário extrato bancário que levou a CGD a tomar a iniciativa de investigar Sócrates
Guaidó agradeceu ao “mundo” e a Portugal. Maduro pede ajuda ao Papa
Armindo esteve preso por um crime que não cometeu. Agora exige meio milhão ao Estado
"Alexandra Borges": fundador da IURD gastou dinheiro da igreja em bens de luxo
Papa disponível para mediar crise política na Venezuela
A Caixa de Pandora
O perigo em Washington
Chegada de portugueses e espanhóis às Américas fez descer a temperatura da Terra
Cristãos na Síria já são apenas 2%. “O quadro é cada vez mais crítico”
“Primeiro-ministro ou tem capacidade de fazer requisição civil ou deve calar-se"
Hacker do Benfica ficou com 17 mil euros desviados de banco das ilhas Caimão
James Brown pode ter sido assassinado
Soberania e eficiência
A prudência de M. Centeno
Organização oferece um milhão a uma instituição se o Papa comer vegan na Quaresma
Portugal está sem líder ambiental. E o mundo só tem o Papa Francisco
CGD emprestou 350 milhões a Berardo sem aval. Decisão foi tomada em 57 minutos
Enfermeiros ameaçam faltar ao trabalho. “É intolerável”, diz Marcelo
Ex-ministro Álvaro Santos Pereira denuncia "compadrio entre privados e Estado" na energia

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

MÚSICA: "Fabulosos Tais Quais"

Apresentação dos "Fabulosos Tais Quais", Celina da Piedade, João Gil, Jorge Palma, Jorge Serafim, Paulo Ribeiro, Sebastião Santos, Tim e Vitorino AQUI num MIX do Youtube, AQUI a sua página na internet e AQUI a Melopeia, sua agência. Deles e não só.









terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

RÁDIO: Aura Miguel convida...

... pessoas com uma saudável inquietação humana. Um  excelente, por isso recomendável programa da Rádio Renascença que vai para o ar aos domingos pelas 23h30, com reposição às segundas pelas 23h30 AQUI. Para conhecer outros convidados há que apontar com o rato para "ARQUIVO" na coluna do lado esquerdo, clicar na seta para escolher o mês e nele, basta correr e percorrer a listagem apresentada mais abaixo e optar. Para ouvir a emissão, levar o rato  ao círculo que envolve o ícone do microfone situado no canto inferior esquerdo da imagem "et voilá". BOM PROVEITO!!!









segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

domingo, 3 de fevereiro de 2019

PALAVRA de DOMINGO: Contextualizá-la para bem a entender e melhor vivê-la: EUCARISTIA, LITURGIA & VIDA!

Considerando:
1. "Três qualidades essenciais de uma homilia: Positiva, concreta, profética" AQUI
2. "A Palavra de Deus no quotidiano da vida eclesial" AQUI
3. "A autora recorda sobretudo a homilia dessa eucaristia, que não fez “lembrar nada a imagem da Igreja” que tinha “de pequenina”, e que a fez afastar-se depois de fazer a “primeira comunhão”. Para saber mais, clicar AQUI
4. "Os leitores mais atentos poderão confirmar se o Papa Francisco é coerente quando exige qualidade nas homilias como fez na exortação apostólica "A alegria do Evangelho" e a sua prática nas missas que celebra em Santa Marta. Basta ler o livro que reproduz muitas daquelas saborosas homilias feriais" - Pe. Rui Osório in JN de 11/1/2015 - "A verdade é um encontro" AQUI
5. Pregação «não é um sermão sobre um tema abstrato»: Vaticano apresenta diretório sobre homilias. Para saber mais clicar, AQUI
6. Diretório homilético: Para falar de fé e beleza mesmo quando não se é «grande orador». Ver AQUI
7. Papa mais,  pede aos padres para falarem ao «coração» e não fazerem «homilias demasiado intelectuais». Par saber mais, clicar AQUI.
8. Porquê ir à missa ao domingo? Ler AQUI.

Então:
Tema do 4º Domingo do Tempo Comum - Ano C
O tema da liturgia deste domingo convida a reflectir sobre o “caminho do profeta”: caminho de sofrimento, de solidão, de risco, mas também caminho de paz e de esperança, porque é um caminho onde Deus está. A liturgia de hoje assegura ao “profeta” que a última palavra será sempre de Deus: “não temas, porque Eu estou contigo para te salvar”.
A primeira leitura apresenta a figura do profeta Jeremias. Escolhido, consagrado e constituído profeta por Jahwéh, Jeremias vai arrostar com todo o tipo de dificuldades; mas não desistirá de concretizar a sua missão e de tornar uma realidade viva no meio dos homens a Palavra de Deus.
O Evangelho apresenta-nos o profeta Jesus, desprezado pelos habitantes de Nazaré (eles esperavam um Messias espectacular e não entenderam a proposta profética de Jesus). O episódio anuncia a rejeição de Jesus pelos judeus e o anúncio da Boa Nova a todos os que estiverem dispostos a acolhê-la – sejam pagãos ou judeus.
A segunda leitura parece um tanto desenquadrada desta temática: fala do amor – o amor desinteressado e gratuito – apresentando-o como a essência da vida cristã. Pode, no entanto, ser entendido como um aviso ao “profeta” no sentido de se deixar guiar pelo amor e nunca pelo próprio interesse… Só assim a sua missão fará sentido.
EVANGELHOLc 4,21-30
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas
Naquele tempo,
Jesus começou a falar na sinagoga de Nazaré, dizendo:
«Cumpriu-se hoje mesmo
esta passagem da Escritura que acabais de ouvir».
Todos davam testemunho em seu favor
e se admiravam das palavras cheias de graça
que saíam da sua boca.
E perguntavam:
«Não é este o filho de José?»
Jesus disse-lhes:
«Por certo Me citareis o ditado:
‘Médico, cura-te a ti mesmo’.
Faz também aqui na tua terra
o que ouvimos dizer que fizeste em Cafarnaum».
E acrescentou:
«Em verdade vos digo:
Nenhum profeta é bem recebido na sua terra.
Em verdade vos digo
que havia em Israel muitas viúvas no tempo do profeta Elias,
quando o céu se fechou durante três anos e seis meses
e houve uma grande fome em toda a terra;
contudo, Elias não foi enviado a nenhuma delas,
mas a uma viúva de Sarepta, na região da Sidónia.
Havia em Israel muitos leprosos no tempo do profeta Eliseu;
contudo, nenhum deles foi curado,
mas apenas o sírio Naamã».
Ao ouvirem estas palavras,
todos ficaram furiosos na sinagoga.
Levantaram-se, expulsaram Jesus da cidade
e levaram-n’O até ao cimo da colina
sobre a qual a cidade estava edificada,
a fim de O precipitarem dali abaixo.
Mas Jesus, passando pelo meio deles,
seguiu o seu caminho.
AMBIENTE
Estamos na sequência do episódio que a liturgia de domingo passado nos apresentou. Jesus foi a Nazaré, entrou na sinagoga, foi convidado a ler um trecho dos Profetas e a fazer o respectivo comentário… Leu uma citação de Is 61,1-2 e “actualizou-o”, aplicando o que o profeta dizia, a Si próprio e à sua missão: “cumpriu-se hoje mesmo este trecho da Escritura que acabais de ouvir”.
O Evangelho de hoje apresenta a reacção dos habitantes de Nazaré à acção e às palavras de Jesus.
MENSAGEM
O episódio da sinagoga de Nazaré é, já o dissemos atrás, um episódio “programático”: a Lucas não interessa descrever de forma coerente e lógica um episódio em concreto acontecido em Nazaré por altura de uma visita de Jesus, mas enunciar as linhas gerais do programa que o Messias vai cumprir – linhas que o resto do Evangelho vai revelar.
O programa de Jesus é, como vimos a semana passada (o texto de Is 61,1-2 e o comentário posterior de Jesus demonstram-no claramente), a apresentação de uma proposta de libertação aos pobres, marginalizados e oprimidos. No entanto, esse “caminho” não vai ser entendido e aceite pelo povo judeu (isto é, os “da sua terra”), que estão mais interessados num Messias milagreiro e espectacular. Os “seus” rejeitarão a proposta de Jesus e tentarão eliminá-l’O (anúncio da morte na cruz); mas a liberdade de Jesus vence os inimigos (alusão à ressurreição) e a evangelização segue o seu caminho (“passando pelo meio deles, seguiu o seu caminho”), até atingir os que estão verdadeiramente dispostos a acolher a salvação/libertação (alusão a Elias e Eliseu que se dirigiram aos pagãos porque o seu próprio povo não estava disponível para escutar a Palavra de Deus).
Neste texto programático – já o dissemos, também, a semana passada – Lucas anuncia o caminho da Igreja: a comunidade crente toma consciência de que, em continuidade com o caminho de Jesus, a sua missão é levar a Boa Nova aos pobres e marginalizados – como Elias fez com uma viúva de Sarepta ou como Eliseu fez com um leproso sírio. Se percorrer esse caminho, a Igreja viverá na fidelidade a Cristo.
ACTUALIZAÇÃO
A reflexão sobre este texto pode considerar as seguintes questões:
• “Nenhum profeta é bem recebido na sua terra”. Os habitantes de Nazaré julgam conhecer Jesus, viram-n’O crescer, sabem identificar a sua família e os seus amigos mas, na realidade, não perceberam a profundidade do seu mistério. Trata-se de um conhecimento superficial, teórico, que não leva a uma verdadeira adesão à proposta de Jesus. Na realidade, é uma situação que pode não nos ser totalmente estranha: lidamos todos os dias com Jesus, somos capazes de falar algumas horas sobre Ele; mas a sua proposta tem impacto em nós e transforma a nossa existência?
• “Faz também aqui na terra o que ouvimos dizer que fizestes em Cafarnaum” – pedem os habitantes de Nazaré. Esta é a atitude de quem procura Jesus para ver o seu espectáculo ou para resolver os seus problemazinhos pessoais. Supõe a perspectiva de um Deus comerciante, de quem nos aproximamos para fazer negócio. Qual é o nosso Deus? O Deus de quem esperamos espectáculo em nosso favor, ou o Deus que em Jesus nos apresenta uma proposta séria de salvação que é preciso concretizar na vida do dia a dia?
• Como na primeira leitura, o Evangelho propõe-nos uma reflexão sobre o “caminho do profeta”: é um caminho onde se lida, permanentemente, com a incompreensão, com a solidão, com o risco… É, no entanto, um caminho que Deus nos chama a percorrer, na fidelidade à sua Palavra. Temos a coragem de seguir este caminho? As “bocas” dos outros, as críticas que magoam, a solidão e o abandono, alguma vez nos impediram de cumprir a missão que o nosso Deus nos confiou?






ou em vídeo clicando AQUI.
«Jesus, passando pelo meio deles, seguiu o seu caminho»
Veio até nós um médico para nos restituir a saúde: Nosso Senhor, Jesus Cristo. Vendo a cegueira do nosso coração, prometeu-nos a luz que «os olhos não viram, os ouvidos não ouviram, o coração do homem não pressentiu» (1Cor 2,9).
A humildade de Jesus Cristo é o remédio para o nosso orgulho. Não duvides nunca de quem te traz a cura e sê humilde, tu por quem Deus Se fez humilde. Com efeito, Ele bem sabia que o remédio da humildade seria a tua cura, porque conhece muito bem a enfermidade e sabe como se cura. Uma vez que não podias ser tu a visitar o Médico, foi o Médico que veio visitar-te. [...] Veio ver-te e veio em teu socorro porque sabe muito bem de que necessitas.
Deus veio na sua humildade para que o homem O pudesse imitar, pois se tivesse permanecido inacessível, como poderíamos nós imitá-l'O? E, sem O imitar, como poderíamos ser curados? Veio na humildade porque sabia muito bem qual o remédio que devia receitar: um pouco amargo, por certo, mas salutar. E tu? Continuas a duvidar d'Ele, de quem te oferece a sua taça, e murmuras: «Mas que Deus é este, Senhor? Nasceu, sofreu, foi coberto de escarros, coroado de espinhos, cravado numa cruz!» Miserável alma, que vês a humildade do Médico mas não o cancro do teu orgulho! E é por isso que a humildade não te agrada. [...]
Por vezes acontece aos doentes mentais baterem nos médicos; neste caso, porém, o Médico, que é misericordioso, não só não fica indignado com quem Lhe bate, como ainda cuida de o tratar. [...] O nosso Médico não teme ser atacado por pacientes dementes. Ele fez da sua morte o remédio para eles. Com efeito, Ele morreu e ressuscitou.
Santo Agostinho (354-430)bispo de Hipona (norte de África), doutor da Igreja
Sermão Delbeau 61, 14-18


 

sábado, 2 de fevereiro de 2019

inPRENSA semanal: a minha selecção!

Quem, por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA semanal: a minha selecção!" que aí virão.


José Sócrates foi denunciado pela CGD
A Terceira Guerra Mundial pode estar perto, alerta Jack Ma
Queremos ser uma Igreja que sabe dizer «estou aqui»: Papa Francisco na via-sacra com os jovens
E no Panamá disseram: "Até Portugal, Lisboa 2022"
É oficial: Papa vem a Portugal em 2022 para as Jornadas Mundiais da Juventude
Os CTT, as privatizações e a destruição de um país
Todos os nomes
Uma caixa sem fundo
40 % dos jovens alemães dizem saber "quase nada" sobre o Holocausto
Papa pode dar a Loures o "milagre" de tirar contentores das margens do Tejo
Cerimónia de despedida no Aeroporto Internacional do Panamá
Como o populismo e o nacionalismo fazem soar alarmes na UE
Julen. O adeus com muitas flores e balões
A Venezuela em transe
Laborinho Lúcio
O efeito Marcelo
Interactivo. A teia de Sócrates
Governo. Jornadas da Juventude em Lisboa são "notícia extraordinária"
Jornada Mundial da Juventude em Lisboa
Lisboa vai receber entre um milhão e dois milhões de jovens na Jornada Mundial da Juventude de 2022
MP reclama caução de meio milhão para Armando Vara. Ivo Rosa recusa
Empresa de ministra da Cultura ganhou quase um milhão em contratos públicos
Bárbara Vara diz não ter estranhado dois milhões do pai na Suíça
“É preciso estar no confessionário para perceber o drama do aborto”, diz Papa
Alerta vermelho ao Estado laico
"A psicanálise é a melhor terapia que podemos oferecer"
A justiça na ribalta
CGD “deu” 231 mil euros a Bárbara Vara. São 200 euros por mês a pagar em 90 anos
Ajudas à banca custaram 16,7 mil milhões de euros na última década (e ainda não acabaram)
Ainda faltam três anos, mas Jornadas da Juventude em Portugal já mexem
Encontrados restos do avião no qual Amelia Earhart poderá ter desaparecido em 1937
Auditoria à gestão da CGD. Sete empréstimos geram perdas de 580 milhões
Ajudas aos bancos ainda podem custar mais €5,5 mil milhões aos contribuintes
Patriarca recebido em festa. D. Manuel quer Jornada Mundial "dos jovens para os jovens"
Portugal aceita receber migrantes do "Sea Watch 3"
Corrupção em Portugal
MP quer impedir Ivo Rosa de destruir emails do caso Sócrates
Peter Jackson vai reconstruir os Beatles, 50 anos depois
CGD. Perder tempo - e 5 mil milhões de euros
Fotógrafo português vence Prémio Rei de Espanha de Jornalismo
“Tirem a Eurovisão de Israel”. O apelo de Peter Gabriel, Roger Waters e outros artistas à BBC
Os crimes na Caixa Geral de Depósitos já prescreveram? Nem por isso
Activista de 16 anos está a pôr líderes mundiais em xeque (e até Bono aplaude)
Amigo de Sócrates tentou usar parte dos milhões congelados pela Justiça
PJ desmantela rede que burlou Segurança Social em dois milhões de euros
Um planeta de extremos: 40 negativos nos EUA e 40 positivos na Austrália
Requerente de asilo, que vive numa "ilha prisão", vence maior prémio literário da Austrália
Trancão na Galileia
O equívoco sobre o Brexit
Venezuela. Guterres reitera oferta de "bons ofícios" em resposta a Guaidó
Chicago. Anónimo paga hotel a 70 pessoas sem-abrigo para se protegerem do frio
Estado ignorou alertas de “risco de fraude” na CGD durante sete anos
CGD serviu para “comprar aliados”. E há mais uma “bomba prontinha a explodir”
“A maior ponte pedonal suspensa do mundo” vai “morar” em Arouca (e já há fundos comunitários)
A capital do Irão está a ser devorada por fendas e buracos enormes
Financiamento de pensões. Riscos “têm de ser partilhados” entre Estado e cidadãos