"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2023

ESPIRITUALIDADE: TRAZER AS QUEIXAS E LAMENTAÇÕES À ORAÇÃO

O P. Paulo Duarte, sj convida-nos a trazer as dores, os sofrimentos e os cansaços à oração, "de coração aberto diante de Senhor" porque "a oração cresce, aprofunda-se, quanto mais verdade se coloca diante de Deus". Vê aqui o exercício que o sacerdote jesuíta nos propõe no sentido de encontrar, a partir do sofrimento, um caminho de liberdade e esperança. 

sexta-feira, 28 de outubro de 2022

LIVRO&LEITURA: “Misericórdia”

"Misericórdia" é o nome do novo livro. A escritora acedeu a um pedido da mãe, uma das vítimas portuguesas de Covid-19, para escrever uma obra com esse título. O livro retrata a “variedade humana” que habita um lar de idosos. Para saber mais clicar AQUI.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2022

HISTÓRIAS INSPIRADORAS: Onde estava Deus em Auschwitz? Em um rosário de pão

Privar-se da pouquíssima comida para se alimentar de Deus: entre os objetos que ainda estão preservados no museu de Auschwitz há um rosário de pão feito por uma jovem pianista prisioneira Franciszka Studzińska. Para saber mais clicar AQUI.

terça-feira, 30 de novembro de 2021

ATENÇÃO/REFLEXÃO/MEDITAÇÃO: Aprender da sabedoria das árvores

No inverno não imaginamos o amolecer do ramo; o seu amaciamento pela linfa que torna a encher os pequenos canais é uma surpresa e um espanto antigo. As coisas mais belas não são para procurar, mas para esperar. Como a primavera. E despontam as folhas, e tu não podes fazer nada; ou talvez sim: contemplar e proteger. Para saber mais clicar AQUI.

terça-feira, 19 de outubro de 2021

ESPIRITUALIDADE: Santo Agostinho, leitor da Palavra

Sabemos que Santo Agostinho fez da Bíblia o livro da sua vida. Mimou o tesouro das sagradas Escrituras, atingindo com elas uma cumplicidade que raramente foi conseguida depois dele. Como outros Padres da Igreja, respirava a Escritura. Vivia dela. Pensava a partir dela. Ensinava e pregava por ela. Pôs a Escritura no centro da sua existência e da sua relação com a Igreja. E isso já lhe reserva um lugar de honra na arca do admirável e do imperecedouro. Leu-a – como deve ser – à procura de iluminação para a vida, para problemas teológicos e interrogações morais, para a educação e edificação pastoral da fé e para alimentar a comunhão com Deus com unção de místico. Para saber mais, clicar AQUI.

terça-feira, 21 de setembro de 2021

quarta-feira, 5 de maio de 2021

LIVRO&LEITURA: “No corpo do tempo”

Reflexões breves em palavras mas longas em conteúdo: é esta a proposta de “No corpo do tempo”, seleção de textos assinados pelo teólogo João Manuel Duque, publicados ao longo dos anos na revista “Mensageiro do Coração de Jesus”, e agora reunidos em volume recentemente publicado pela Frente e Verso. «"Breve", também, porque não deseja prender o leitor em discursos intermináveis, capazes de fazer a teologia fastidiosa ao leitor não profissional da mesma. "Longa", no entanto, se pensarmos no tanto que cada texto pode dar a pensar. Assim o leitor o deseje e procure», desafia a nota de apresentação. Leia um excerto AQUI.

sexta-feira, 9 de abril de 2021

LIVRO&LEITURA: O sofrimento de Deus - Uma leitura sistemática a partir do Evangelho de São João

O surto desta pandemia – a Covid-19 – recordou-nos que a fé cristã não é um antídoto contra a experiência do sofrimento, estando, por isso, permanentemente solicitada a pensar o fenómeno do sofrimento. Aí, nesse balbuciar diante do mistério, imerge a inquietante pergunta: Quem é o Deus no qual se baseia a minha fé e como é que Ele se relaciona com a história? O grito do ser humano não é somente legítimo como também coincide com o próprio clamor de Deus, mas também possibilita a Deus manifestar-se absolutamente como é: Aquele que se opõe ao sofrimento. Assim sendo, o fenómeno do sofrimento não poderá ser nunca mais uma objeção contra Deus, porque Ele mesmo se converteu em objeção contra esse acutilante fenómeno. Para saber mais clicar AQUI.

sexta-feira, 26 de março de 2021

LIVROS&LEITURAS: "Divina Comédia" & “Do lado de cá da meia-noite. Atravessar a crise”

 Papa publica carta sobre atualidade da "Divina Comédia". Dante é "profeta de esperança"

Documento, dividido em nove pontos, dirige-se à universalidade dos fiéis, aos estudiosos de literatura, aos teólogos, aos artistas. Para saber mais clicar AQUI e AQUI.



Novo livro do bispo de Lamego para ajudar a ultrapassar a “crise pandémica e de alma”

A obra “Do lado de cá da meia-noite. Atravessar a crise” é apresentada esta quinta-feira com uma conferência online. Para saber mais clicar AQUI.

segunda-feira, 16 de novembro de 2020

ATENÇÃO/REFLEXÃO/MEDITAÇÃO: Escutar para amar: O caminho interior de Etty Hillesum

Com Etty, aprendamos a não colocar demasiado cedo os pontos finais na nossa vida, a não contar somente connosco e com a nossa força. Tantas vezes somos confrontados com a tentação de colocar o ponto final, desiludidos, demasiado prematuramente, porque não contamos com a força de Deus, com o impacto de Deus, com aquilo que Ele pode fazer em nós. E, por isso, em vez de pontos finais, nós devíamos pôr vírgulas. Vírgulas que são esses tempos de espera, esses tempos de suspensão. Para saber mais clicar AQUI.

quarta-feira, 28 de outubro de 2020

ESPIRITUALIDADE: «As portas das igrejas não são barreiras, mas membranas permeáveis» disponíveis para todos»

O papa acentuou hoje que «as portas das igrejas não são barreiras, mas membranas permeáveis, disponíveis para recolher o grito de todos». As atitudes que separam a oração do amor ao próximo constituem o que o papa qualificou de «ateísmo prático», porque «não reconhecer a pessoa humana como imagem de Deus é um sacrilégio, é uma abominação, é a pior ofensa que se pode levar ao templo e ao altar». Para saber mais clicara AQUI.

terça-feira, 11 de agosto de 2020

ATENÇÃO/REFLEXÃO/MEDITAÇÃO: O perene paradoxo de perder para ganhar

Deus é amor, e o coração do paradoxo é que, ao perdermo-nos a nós mesmos nos outros, tornamo-nos em quem somos supostos sermos, imagens de Deus. Quem é que ainda não entreviu esta realidade? Um único ato de genuíno amor vale o mundo inteiro. Não há maior amor do que dar a sua vida por outra. Por outro lado, um ato de traição, desonestidade, violência ou ódio afasta-nos não só do mundo, mas de nós mesmos. Para saber mais clicar AQUI.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

ESPIRITUALIDADE: Uma mudança radical do viver a Igreja

Vivemos num tempo que não é somente secularizado: estamos num tempo pós-cristão, e nas nossas terras de antiga cristandade há situações que fazem com que a missão seja urgente. Sobretudo as novas gerações, as dos “millennials”, são marcadas por uma profunda indiferença face à religião, face à procura de Deus, face à pertença à Igreja. Está a ocorrer uma revolução silenciosa que muda profundamente o rosto das nossas comunidades, nas quais as novas gerações e as mulheres são a Igreja que falta. Para saber mais clicar AQUI.

segunda-feira, 28 de outubro de 2019

ESPIRITUALIDADE: Como é possível «orar sempre»?

Orar é como querer bem, há sempre tempo para querer bem: se amas alguém, ama-lo dia e noite, sem nunca cessar. Basta apenas que seja evocado o nome e o rosto, e de ti alguma coisa se põe em viagem rumo a essa pessoa. Assim é com Deus: pensas nele, chama-lo, e de ti algo se põe em viagem na direção do eterno: «O desejo ora sempre, mesmo se a língua emudece. Se tu desejares sempre, oras sempre» (Santo Agostinho). Para saber mais clicar AQUI.

terça-feira, 24 de setembro de 2019

BONDADE

“A terra está cheia da bondade do Senhor” - proclama o Salmo 32 (33) e 18.20-21.22 (Rf.5b).  "Podes não conseguir encontrar esta bondade, mas ela está por aí, por todo o lado, em pequenos gestos que não constituem notícia". É o caso desta&disto AQUI.  

sexta-feira, 13 de setembro de 2019

IMPRENSA: Um oásis na ...

... sujidade em que o mundo das notícias, salvo, obviamente, raríssimas excepções - " não há regra sem excepção" - se transformou, um comércio&indústria deprimente, imunda, indecorosa, mesquinha, sórdida e torpe, em vez de um serviço sublime, elevado, pedagógico, admirável e excelso. Se não um oásis, clique-se AQUI e, já agora, AQUI. Penso, logo digo: este JTM será o sucessor do actual presidente do Pontifício Conselho para a Cultura no Vaticano Card. Gianfranco Ravasi, que é como quem diz o Ministro da Cultura do Vaticano - não tardará muito. 
Mais no Expresso Diário nº 1568, 7 de Setembro de 2019, "As Escolhas do Editor (JOSÉ CARDOSO):

"A terceira sugestão deste domingo é sobre um padre que é uma grande figura da Igreja, da sociedade e da cultura portuguesas, José Tolentino Mendonça, que o Papa acaba de nomear cardeal (o que significa que passa a participar na eleição dos futuros Papas e fica, ele próprio, habilitado a ser escolhido). Sobre Tolentino, as opiniões são unânimes. O pároco António Martins, que o substitui há um ano na capela do Rato quando ele foi chamado para dirigir os arquivos do Vaticano, considera-o “insubstituível” e diz que ele “criou um oásis na Igreja portuguesa”, onde é uma figura “única”. Disse-o à Rosa Pedroso Lima, no artigo que publicámos na edição de segunda-feira. E, na da sexta-feira, publicamos o que sobre ele dizem três dos seus paroquianos – a líder do CDS, Assunção Cristas, o ator Luís Miguel Cintra e a escritora Alice Vieira. Sobre o enquadramento da nomeação de José Tolentino Mendonça no atual momento da Igreja Católica aconselho ainda a (re)leitura da página 26 da edição semanal."

domingo, 21 de julho de 2019

FÉRIAS&LAZER: BOAS FÉRIAS e ...

... " «Pensai no tempo de que ainda dispondes, mais do que no tempo que vos falta.»  - P. (Card.) Gianfranco Ravasi , in Avvenire AQUI.

... "Através das férias serão regeneradas as relações se se souber partilhar o bem do repouso, evitando enclausurá-lo no egoístico abandono da realidade, a favor de uma procura vazia de si próprio" -  D. Cesare Nosiglia, arcebispo de Turim. Mais AQUI.

..."Estamos em pleno verão. Tempo de férias, de relax, de tempos vagarosos. Um tempo precioso, mas não óbvio, e por isso a pedir opções. Com efeito, pode ser um espaço vazio, de total descompromisso, de não sentido, ou tornar-se tempo oportuno para a regeneração do físico, do espírito, das relações. Um tempo a atravessar na gratuidade." - in SIR, Lauro Paoleto. Mais AQUI.

..." Quem recusa toda a forma de repouso arruína a vida a si próprio, mas arrisca-se a arruinar também a dos outros, porque a tentação de se assumir como exemplo de perfeita virtude do vício do trabalho é demasiado forte. Para ele, o repouso é o oposto da produção, e a produção é um bem supremo." - in Avvenire, Umberto Folena. Mais AQUI.

... "Ocupar o tempo. Dar utilidade a uma infinidade de horas inúteis dadas a tantas crianças no tempo de verão. Um exercício exigente para muitas famílias. Multiplicam-se atividades, antecipam-se aprendizagens da escola, procuram-se programas pedagogicamente estimulantes. Na pior das hipóteses, permite-se que o olhar se canse no ecrã pouco arejado de um tablet. Nenhuma destas atividades tem que ser interdita. Com equilíbrio, há lugar para tudo. A tentação aparece quando o desejo de ocupar cada segundo leva a matar o tempo, a tirar-lhe o que tem de imprevisível, espontâneo e gratuito. As crianças e os adultos precisam de aprender o tempo inútil e sem porquês, o riso e a graça das horas aparentemente perdidas.
Haverá um guia prático para não matar o tempo? Não. Não há soluções formatadas, apenas algumas sugestões AQUI.

" Estamos em tempo de férias, e aqui surge-me outro paradoxo, que na realidade é apenas aparente, como o que se declarou ao início na expressão “falar do silêncio”... Não será o caso, antes de ir “de férias”, de perguntar-se, talvez, no silêncio, que uso entendemos fazer do tempo? ". Uma reflexão AQUI.

VERÃO, TEMPO DE AGRADECER
Cláudia Pereira convida-nos a aproveitar as férias para cultivar a gratidão, a oração e o encontro com Deus. Mas também a fazermos aquelas coisas de que mais gostamos e para as quais não há tempo noutras alturas do ano. Leia o texto na íntegra aqui. 

As férias ensinam a olhar, perguntar, pensar
É preciso encontrar tempo para ficar a sós, no silêncio, e demorar-se nas perguntas que nos habitam. Se nunca fizermos este “trabalho”, arriscamo-nos a viver à superfície, sem estarmos conscientes, sem conseguir ler a nossa vida e a avaliá-la nas suas expetativas e nos seus fracassos. Os latinos diziam que cada ser humano amadurecido deve conseguir “habitare secum”, a habitar consigo, a escutar-se. É uma necessidade para agarrar a própria vida nas mãos com um mínimo de lucidez, e assim aprender a amar-se a si e aos outros com inteligência e criatividade. Para saber mais clicar AQUI.








domingo, 5 de maio de 2019

ATENÇÃO/REFLEXÃO/MEDITAÇÃO: Pensamentos

* "A regra de ouro do comportamento humano é a tolerância, pois nunca teremos todos as mesmas ideias" - Gandhi


* "É necessário mais coragem para dizer a verdade aos amigos que aos inimigos" - A. R. Turgot

* "A bondade é o modo mais fácil de nos assemelharmos a Deus." - J. Saliège


* "Quem se vinga dos inimigos fazendo-lhes o bem, vinga-se de maneira divina" - Tertuliano


* "Quem não arrisca, não ganha. Os cobardes são sempre os que perdem" - Charles Peguy


* "Entre os Evangelhos e os santos existe a diferença que existe entre a partitura de música e a música executada" - Francisco de Sales


* "O início do amor ao próximo está em saber escutá-lo. E escutar é diferente de ouvir" - D. Bonhoeffer


* "Não afogues os teus sofrimentos em álcool. Eles não sabem nadar." - J. Mirande