"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























quarta-feira, 8 de agosto de 2012

FÉRIAS (d)e VERÃO com CINEMA (7)

"Momentos de glória": quando o desporto é uma corrida para o bem
Eric Henry Liddell era escocês, mas nasceu na China. Filho de missionários protestantes tornou-se também missionário e morreu no país natal depois da Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Harold Abrahams, inglês de origem judaica, tornou-se um homem de negócios de sucesso, como o seu pai. Em comum têm o grande empreendimento desportivo nas Olimpíadas de Paris de 1924, onde o primeiro ganhou o ouro nos 400 metros e o segundo nos 100. Para o Reino Unido são heróis nacionais. O resto do mundo conhece-os sobretudo graças a “Momentos de glória” (Chariots of fire, 1981).
O filme do então estreante Hugh Hudson foi agora restaurado por ocasião da sua projeção em blu-ray. Precisamente há 30 anos ganhava de surpresa quatro Óscares, entre os quais o de melhor filme, vencendo a concorrência do mais promissor “Reds”de Warren Beatty.
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