"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























quinta-feira, 9 de agosto de 2012

FÉRIAS (d)e VERÃO com um convite à LEITURA (9)...

... para, neste tempo da vida, preparar outro tempo, o Outono-Inverno da vida que se segue.
E se "o tempo voa", eles estão já aí!


Luís Miguel Cintra lê o Cântico dos Cânticos
Luís Miguel Cintra, ator e encenador do Teatro da Cornucópia, vai ler o livro bíblico do Cântico dos Cânticos na Capela do Rato, em Lisboa, a 20 de março (domingo), pelas 21H30.
O Cântico dos Cânticos é um dos poemas mais antigos da humanidade, considerado um dos tesouros dessa biblioteca que é a Bíblia judaico-cristã. A sua natureza erótica não impediu que seja o texto bíblico mais lido e comentado pela mística ocidental.
O “Cântico dos Cânticos” começa desta maneira:
«Que ele me beije com beijos da sua boca!
Melhores são as tuas carícias que o vinho,
ao olfato são agradáveis os teus perfumes;
a tua fama é odor que se difunde.
Por isso te amam as donzelas».

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