Chega quinta-feira aos cinemas: filme documental de Sofia Marques com Luís Miguel Cintra resulta do afeto de duas pessoas, a realizadora e o artista. Mostra Cintra, hoje com 75 anos, a contemplar o seu passado mas principalmente a caminhar para o território íntimo da casa de Lisboa ou da de Gaia, na qual ator e encenador se descobre a viver cada vez mais tempo. Para saber mais clicar AQUI.
«O êxito de um bom dito reside no ouvido daquele que o escuta, não daquele que o pronuncia» (Shakespeare)
"Porquê?" & "Para quê?"
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
quarta-feira, 28 de agosto de 2024
terça-feira, 16 de maio de 2023
à ATENÇÃO/REFLEXÃO/MEDITAÇÃO ...
quarta-feira, 3 de maio de 2023
CINEMA&FILME: “O Novo Testamento de Jesus Cristo segundo João”
Estaremos sempre perante Deus, não vale a pena fingir. E grava-se, filma-se aquilo que é verdade, vale sempre a pena, se o que se passa se passa mesmo, sem batota. Aquilo que as circunstâncias nos permitiram viver. Parece tão simples como a vida. Mas depende do amor. Da capacidade de amar. De nos expormos, de não ter medo. E de gostarmos do que nos rodeia e dos que nos rodeiam. Para saber mais clicar AQUI.
quarta-feira, 7 de abril de 2021
ATENÇÃO/REFLEXÃO/MEDITAÇÃO: Se este é um homem ...
... Gostaria, se disso for capaz, de procurar exprimir que significado pode ter para todos, inclusive para os não-cristãos, esta memória de acontecimentos ocorridos há cerca de dois mil anos. Para saber mais, clicar AQUI enquanto que AQUI "Uma imagem “sagrada” em tempo de pandemia". " ... a substância é a mesma. O valor é igualmente universal..." Isto e muito mais AQUI.
sexta-feira, 13 de setembro de 2019
IMPRENSA: Um oásis na ...
quarta-feira, 17 de abril de 2019
ESPIRITUALIDADE: Da Quaresma à Páscoa
quarta-feira, 1 de março de 2017
ESPIRITUALIDADE: Quarta-feira de Cinzas&Quaresma
quinta-feira, 25 de dezembro de 2014
EFEMÉRIDE/EVOCAÇÃO/COMEMORAÇÃO: NATAL
Lembro-me de uma missa na catedral de S. João, há dois anos, onde renunciei à minha cruz para levar um bebé, Madeleine, que ainda não tinha 15 dias. Coloquei-o num presépio vivo. Que mistério a vinda de Deus! Ele tomou a forma de um pequenino, como a criança que levava nos meus braços, com uma imensa alegria.
http://www.snpcultura.org/para_que_serve_o_natal.html
Porquê dar presentes no Natal?
Saber oferecer, mas também saber receber. Num presente, tudo conta, cada um tem a sua linguagem. Algumas pessoas não gostam de os aceitar. E há toda uma arte de os receber: não esperar demasiado deles, deixá-los falar, deixá-los dizer o amor de que são portadores.
http://www.snpcultura.org/porque_dar_presentes_no_natal.html
O espírito do Natal
Numa tira de banda desenhada publicada recentemente, uma criança contava a uma amiga que, para este Natal, tinha pedido aos seus pais que não lhe oferecessem presentes, mas antes “espírito natalício”, e que eles tinham ficado desconcertados, sem entender nem saber o que fazer. A mensagem pareceu-me muito acutilante, e certamente coloca-nos a pergunta: o que é o espírito natalício? Dá a impressão de que para responder haveria que fazer uma corrida de obstáculos através de muitos impedimentos, entre outros os que nos impõe o acelerado consumismo de fim de ano.
O presépio do mosteiro
Mas porque está tão pesada a caixa… com uma figura tão pequena? Lembrou-se de que aquele menino pequeno a tinha carregado tantas vezes ao colo, aos ombros, e de tantas outras maneiras, que certamente esse peso tinha passado para a figura frágil daquele menino de barro… e sorriu baixinho. E lembrou-se igualmente de que aquele menino não tinha carregado somente o peso da sua vida, da sua alma, das suas desventuras, mas também o das outras irmãs… de todas as do mosteiro que faziam comunidade com ela… e de todas as que já tinham passado por lá… e de todas as que um dia lhe tinham entregue a sua vida e o desejo de se consagrarem a Ele… e de repente, a caixa com o menino Jesus ficou mais leve, e o coração também.
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http://www.snpcultura.org/o_presepio_do_mosteiro.html
«O que me espanta, diz Deus, é a esperança. E disso não me canso»
«A pequena esperança caminha entre as suas irmãs mais velhas/ e não lhe é dada a devida atenção./ No caminho da salvação, no caminho da carne,/ no caminho pedregoso da salvação, na estrada interminável,/ nessa estrada entre as suas duas irmãs,/ caminha a pequena esperança./ Entre as duas irmãs grandes./ Aquela que é casada, e aquela que é mãe./ E ninguém repara nela, o povo cristão só repara/ nas duas irmãs grandes./ A primeira e a última./ Que caminham com pressa./ Para o tempo presente./ No instante momentâneo que passa./ O povo cristão só vê as duas grandes irmãs./ Só olha para as duas irmãs grandes./ A da direita e a da esquerda./ E quase não repara na que caminha no meio.»
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http://www.snpcultura.org/luis_miguel_cintra_le_charles_peguy_1.html
A esperança «agarra no homem pelo coração»: Luís Miguel Cintra lê Charles Péguy (2)
«[A esperança] obriga-nos a recomeçar dezenas de vezes a mesma coisa./ Ou ir dezenas de vezes pelo mesmo caminho./ E que é normalmente o caminho da deceção./ (Terrena.)/ Mas para ela é igual. Ela é como uma criança./ Ela é uma criança./ Pouco lhe importa obrigar a gente adulta a fazer o caminho./ A sabedoria terrestre não é assunto dela./ Ela não calcula como nós calculamos./ Calcula, ou nem calcula, ela faz as contas sem se dar conta,/ tal qual uma criança./ Como alguém que tem a vida toda à sua frente./ E pouco lhe importa se nos obriga a caminhar./ Acha que somos todos iguais a ela./ Não tem em conta as nossas inquietações, os nossos trabalhos./ Limita-se a contar./ Acha que temos, como ela, a vida toda à nossa frente./ Como ela se engana! Como ela tem razão!/ Porque não temos a Vida toda à nossa frente./ A única que conta. A vida Eterna.»
http://www.snpcultura.org/luis_miguel_cintra_le_charles_peguy_2.html
Como viver o Natal em família?
Em família reservemos tempo para olhar para o ano que passou, para dar graças por esse crescimento individual, familiar e coletivo: os perdões possíveis, as reconciliações acolhidas, os medos ultrapassados, as alegrias familiares, dos amigos… e todos os projetos por concretizar.
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http://www.snpcultura.org/como_viver_o_natal_em_familia.html
Como viver o Natal de outra maneira?
Em vez de enviar os mesmos votos de Natal a todo o meu livro de endereços, posso reservar tempo para escrever uma carta personalizada a algumas pessoas que eu sei que vão passar o Natal sozinhas, ou telefonar mais demoradamente a alguém. Trata-se de apurar o meu olhar e a minha escuta.
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http://www.snpcultura.org/como_viver_o_natal_de_outra_maneira.html
Cantos tradicionais da Natividade
Este itinerário é proposto na recriação de diversos compositores e na vocalidade própria dos cantores amadores que constituem o Grupo Vocal Discantus (Coro da Sociedade 1º de Maio de Tires – Cascais).
«Visitar as diversas tradições musicais portuguesas, desenvolvidas no contexto das festas da natividade cristã, é descobrir um Natal vincadamente diferente daquele que vemos representado na cena mediática. Nas tradições portuguesas, encontramos o que se poderia apelidar de «mística do sul». Os imaginários e as narrativas centram-se na figura do Menino Jesus, na Sagrada Família, nos Pastores e nos chamados Reis Magos», escreve Alfredo Teixeira, que dirige o Grupo Vocal Discantus.
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http://www.snpcultura.org/cantos_tradicionais_da_natividade.html
Natal de Natais
Mesmo num calendário cristianizado, subsistiram muitos imaginários diferentes que, de forma plástica, se combinaram. Esses sedimentos têm agora uma difícil legibilidade nas nossas sociedades. O tempo liso do mercado parece não dar espaço à narrativa e à genealogia, achatando o espaço social da memória.
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http://www.snpcultura.org/natal_de_natais.html
Natal de Jesus no natal do papa Francisco
Onde é que vou procurar o Menino? O sinal que dá aos pastores é o de sempre. Como a eles, volta a dizer-te: procura-o num pesebre, num estábulo; o sinal é a mesma procura onde ninguém procura. Não procures entre as luzes das grandes cidades, não procures na aparência. Não procures nesses centros comerciais pagãos que se nos oferecem a cada esquina. Procura no insólito, no que te surpreende.
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http://www.snpcultura.org/natal_de_Jesus_no_natal_do_papa_francisco.html
Deus de nossa carne: Meditação sobre o Natal de Jesus
A santa caridade da boa-nova está longe da peçonha maniqueia e pagã da demonização da carne, impossível em termos cristãos, pois não há perfeito Cristo sem perfeita carne. Natal é a caridade e a caridade é o Natal, não apenas o Natal de Jesus, mas o nosso Natal de cada ato em cada ato de caridade, abençoada carne do amor.
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http://www.snpcultura.org/Deus_da_nossa_carne_meditacao_sobre_Natal.html
Para que os velhos votos de Natal sejam novos todos os dias
A vivência do Natal pode e deve ser a inteligente oportunidade para escrever um capítulo novo na história da sociedade, da vida pessoal e familiar. Esta tarefa é urgente, pois existe uma lista de intermináveis desafios a serem superados – da corrupção endémica (…), passando pelas disputas e manipulações que encobrem malfeitos e arrogâncias de todo o tipo, até a perda lamentável do encantamento e da ternura, que sustentam o respeito pelo outro, em todas as circunstâncias. Os votos de Natal produzem efeitos, particularmente, quando o coração humano os traduz em propósitos a serem verdadeiramente assumidos.
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http://www.snpcultura.org/para_que_os_velhos_votos_de_natal_se_tornem_novos_todos_os_dias.html
segunda-feira, 28 de julho de 2014
LEITURA: "Verbo: Deus como interrogação na poesia portuguesa"
A revelação de poetas de quem não se suspeitava a inquietação de Deus constituiu um dos aliciantes do processo de elaboração da antologia “Verbo – Deus como interrogação na poesia portuguesa”, considera o escritor e crítico literário Pedro Mexia, um dos coorganizadores do volume. «Foi muito gratificante no trabalho que levou à publicação do livro o facto de termos incluído poetas que não eram evidentes, que não tínhamos pensado à partida, poetas que as pessoas podem estranhar estarem incluídos numa antologia com esta temática. Este foi um dos desafios e processos mais estimulantes». O vídeo que publicamos inclui excertos das intervenções de Pedro Mexia e José Tolentino Mendonça na sessão de apresentação da antologia, em Famalicão. Continuar a ler (com vídeo)…
quarta-feira, 5 de março de 2014
ESPIRITUALIDADE: Quaresma
Sermão de Quarta-feira de Cinzas do Padre António Vieira, lido por Luís Miguel Cintra
Esta é a melhor devoção e mais útil penitência, e mais agradável a Deus, que podeis fazer nesta quaresma. Tomar uma hora cada dia, em que só por só com Deus e connosco cuidemos na nossa morte e na nossa vida. E porque espero da vossa piedade e do vosso juízo que aceitareis este bom conselho, quero acabar deixando-vos quatro pontos de consideração para os quatro quartos desta hora. Primeiro: quanto tenho vivido? Segundo: como vivi? Terceiro: quanto posso viver? Quarto: como é bem que viva? Torno a dizer para que vos fique na memória: Quanto tenho vivido? Como vivi? Quanto posso viver? Como é bem que viva?
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http://www.snpcultura.org/pedras_angulares_sermao_4a_feira_cinzas.html
Nesta Quaresma aprende a ser pobre
Se nos perguntarem «hoje, o que é que te tocou?», ficamos por vezes sem saber o que responder, porque nada nos tocou. Vivemos muita coisa mas nada nos tocou. Porquê? E somos capazes de viver assim durante dias, semanas e meses. Falta-nos a disponibilidade de entrarmos em diálogo, de sermos simples, de aprendermos como as crianças, que quando dão a mão a alguém têm o coração e o espírito livre para saborear o caminho, que para elas não é, como para nós, um corredor noturno e sonâmbulo em que só se vê uma coisa: a meta. E quem só vê a meta, não caminha. «Agradece a quem quer que venha, porque cada um foi enviado como um guia do Além.» Agradecer, agradecer, agradecer. É esta a pobreza de coração. É estar grato por aquilo que vem, que brota, que germina.
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http://www.snpcultura.org/nesta_quaresma_aprende_a_ser_pobre.html
Mensagem do Papa para a Quaresma
http://www.fundacao-ais.pt/cms/view/id/4181/
Nesta Quaresma, não deixemos que a habituação ao mal nos deixe indiferentes ao sofrimento
Uma das coisas mais desgastantes que nos pode acontecer é cair nas garras da habituação. Tanto ao bem como ao mal. Quando o marido ou a mulher se habituam ao carinho e à família, então deixa-se de valorizar, de dar graças e de cuidar delicadamente do que se tem. Quando nos acostumamos ao dom da fé, a vida cristã torna-se rotina, repetição, não dá sentido à vida, deixa de ser fermento. A habituação é um travão que aprisiona o coração. Estamos em risco! Como sociedade, habituámo-nos pouco a pouco a ouvir e a ver, através dos meios de comunicação, a crónica negra de cada dia; e o que ainda é pior, também nos habituámos a tocá-la e a senti-la à nossa volta sem que nos produza nada ou, quanto muito, um comentário superficial e descomprometido. A habituação diz-nos sedutoramente que não faz sentido tratar de mudar algo, que não podemos fazer nada frente a esta situação, que foi sempre assim e, todavia, sobrevivemos. Através da habituação deixamos de resistir, permitindo que as coisas “sejam o que são”, ou que alguns decidiram que “sejam”.
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http://www.snpcultura.org/nao_deixemos_que_habituacao_mal_nos_deixe_indiferentes_sofrimento.html
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
TEATRO: "Ilusão"
http://www.snpcultura.org/ilusao_teatro_cornucopia.html
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
TEATRO: "O Estado do Bosque" é uma «peça poética», afirma Luís Miguel Cintra
http://www.snpcultura.org/o_estado_do_bosque_na_escuridao_as_palavras.html
http://www.snpcultura.org/cornucopia_agenda_sessoes_extra_o_estado_do_bosque.html
Luís Miguel Cintra explica razões para a encenação de "O Estado do Bosque", de José Tolentino Mendonça
O certo é que muitos, nos quais estou incluído, cortaram com, pelo menos, a prática religiosa, sem terem no entanto ousado dizer: eu não sou católico. E muitos pais deixaram de mandar os filhos à catequese ou até de os batizar. Mas em anos mais recentes participei de boa vontade como padrinho de um dos meus sobrinhos, o Nuno, num batizado coletivo dos netos de João Bénard da Costa, um dos conhecidos “católicos progressistas”, realizado por iniciativa sua. E, mesmo afastado da Igreja, aceitei ser padrinho da filha de uma atriz amiga, a Maria, filha da Luísa Cruz. Tomo-me como exemplo de uma geração, por enquanto ainda quase toda viva, que de outra maneira que não a católica, meditou também sobre as razões de ser da vida, que quis escolher como vivia, sim, só que em quase todos os casos não conseguiu e como grupo também não, mas que, seja como for, não foi hoje que começou a pensar.
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http://www.snpcultura.org/luis_miguel_cintra_explica_razoes_para_encenacao_de_o_estado_do_bosque.html
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
ESPIRITUALIDADE: QUARTA-FEIRA DE CINZAS
http://www.snpcultura.org/quaresma_2013.html
«[Um] gesto próprio e exclusivo do primeiro dia da Quaresma, é a imposição das Cinzas. Qual é o seu significado mais profundo? Certamente não se trata de mero ritualismo, mas de algo bastante profundo, que toca o nosso coração.Ele faz-nos compreender a atualidade da admoestação do profeta Joel, que ressoou na primeira Leitura, advertência que conserva também para nós a sua validade saudável: aos gestos exteriores deve corresponder sempre a sinceridade da alma e a coerência das obras. De facto, para que serve, pergunta o autor inspirado, rasgar as vestes, se o coração permanece distante do Senhor, isto é, do bem e da justiça? Eis aquilo que conta deveras: voltar para Deus, com o coração sinceramente arrependido, para obter a sua misericórdia.»
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http://www.snpcultura.org/bento_xvi_e_quarta_feira_cinzas.html
Esta é a melhor devoção e mais útil penitência, e mais agradável a Deus, que podeis fazer nesta quaresma. Tomar uma hora cada dia, em que só por só com Deus e connosco cuidemos na nossa morte e na nossa vida. E porque espero da vossa piedade e do vosso juízo que aceitareis este bom conselho, quero acabar deixando-vos quatro pontos de consideração para os quatro quartos desta hora. Primeiro: quanto tenho vivido? Segundo: como vivi? Terceiro: quanto posso viver? Quarto: como é bem que viva? Torno a dizer para que vos fique na memória: Quanto tenho vivido? Como vivi? Quanto posso viver? Como é bem que viva?
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http://www.snpcultura.org/pedras_angulares_sermao_4a_feira_cinzas.html
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
FÉ & "ANO DA FÉ" (1)
terça-feira, 14 de agosto de 2012
FÉRIAS (d)e VERÃO com um convite à LEITURA (14)...
E se "o tempo voa", eles estão já aí!
Eclesiastes lido por Luís Miguel Cintra:
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
FÉRIAS (d)e VERÃO com um convite à LEITURA (10)...
E se "o tempo voa", eles estão já aí!
Luís Miguel Cintra lê Cântico dos Cânticos
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
FÉRIAS (d)e VERÃO com um convite à LEITURA (9)...
E se "o tempo voa", eles estão já aí!
Luís Miguel Cintra lê o Cântico dos Cânticos
«Que ele me beije com beijos da sua boca!
Melhores são as tuas carícias que o vinho,
ao olfato são agradáveis os teus perfumes;
a tua fama é odor que se difunde.
Por isso te amam as donzelas».
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
FÉRIAS (d)e VERÃO com um convite à LEITURA (8)...
E se "o tempo voa", eles estão já aí!
Luís Miguel Cintra e José Tolentino Mendonça apresentam Cântico dos Cânticos
sexta-feira, 6 de abril de 2012
P'ra bem perceber o momento, a data, a comemoração, a MEMÓRIA.
in http://www.snpcultura.org/da_quaresma_a_pascoa.html#sabado_6
Meditação
http://www.snpcultura.org/vol_cruz_como_sabedoria.html
Entrevista
http://www.snpcultura.org/terra_de_Jesus_e_o_coracao_humano.html