"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























terça-feira, 14 de agosto de 2012

FÉRIAS (d)e VERÃO com um convite à LEITURA (14)...

... para, neste tempo da vida, preparar outro tempo, o Outono-Inverno da vida que se segue.
E se "o tempo voa", eles estão já aí!


Eclesiastes lido por Luís Miguel Cintra:
«Palavras do Eclesiastes, filho de David, rei de Jerusalém: Vaidade de vaidades, disse o Eclesiastes, vaidade de vaidades, e tudo vaidade. Que tira mais o homem de todo o seu trabalho com que se afadiga debaixo do sol? Uma geração passa e outra geração lhe sucede, mas a Terra permanece sempre firme.»
Foi com estas palavras que o ator e encenador Luís Miguel Cintra abriu a leitura do livro do Eclesiastes, no último domingo, 31 de outubro, na Capela do Rato.
O autor deste livro do Antigo Testamento, também conhecido por Qohélet, ou Coélet, chama a atenção para a finalidade da existência humana, consciente da radical sua insuficiência do homem, face à realidade da morte.

Sem comentários:

Enviar um comentário