Para François Odinet, o padre e poeta português «perscruta a experiência da amizade», nela discernindo «uma luz para a vida espiritual com sabedoria, humor e um certo júbilo». Saber mais clicando AQUI.
«O êxito de um bom dito reside no ouvido daquele que o escuta, não daquele que o pronuncia» (Shakespeare)
"Porquê?" & "Para quê?"
Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
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quarta-feira, 4 de maio de 2016
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
ESSES "CONHECIDOS MAS ESQUECIDOS": Teilhard de Chardin
Jesuíta, teólogo e paleontólogo, o padre Teilhard de Chardin no livro a “A minha fé” dirá que «A originalidade da minha crença está em possuir as suas raízes em dois domínios de vida habitualmente considerados antagónicos. Por educação e formação intelectual, pertenço aos “filhos do Céu”. Mas, por temperamento e pelos estudos profissionais, sou um “filho da Terra”».
Marie-Joseph Pierre Teilhard de Chardin nasceu em Orcines no seio de uma família aristocrática no dia 1 de maio de 1881, sendo o quarto de onze irmãos. Passou os primeiros anos da sua infância com a família da qual recebeu a educação e a sua primeira formação. À influência da mãe, Berthe-Adéle de Dompierre d’Hornoy, deve como dirá o próprio ‘o melhor da sua alma’. Do pai, Alexandre-Victor-Emmanuel Teilhard de Chardin, recebeu as primeiras letras e alguns dos traços do seu caráter, bem como o interesse pelos mistérios da natureza, a paixão pela investigação dos minerais e dos insetos.
Ler mais em: http://www.snpcultura.org/teilhard_de_chardin.html
Etiquetas:
“A minha fé”,
jesuítas,
Teilhard de Chardin
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