"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























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domingo, 18 de novembro de 2018

quinta-feira, 23 de março de 2017

LIVROS&LEITURAS: "A vitalidade da bênção" & "O endereço de Deus - A busca da felicidade através da fé"

«A bênção transforma escolhos em passagens, desfiladeiros em caminhos», escreve Elmar Salmann, monge beneditino e teólogo alemão na introdução ao novo livro "A vitalidade da bênção", recentemente lançado pela Editorial A.O. «Num Ocidente esquecido de Deus, ao sacerdote, mais do que os grandes discursos, pede-se a humildade silenciosa da bênção, que torna a vida abençoada e vivível, mesmo nos espaços onde Deus parece já não ter lugar», refere o resumo da obra, que conta com prefácio do responsável máximo dos Jesuítas em Portugal, texto que reproduzimos. Para saber mais, clicar AQUI.

«Ao longo destas páginas, vou apresentar diversos relatos – todos verídicos – de pessoas que descobriram «o endereço de Deus» e se encontraram com o Senhor. Das mais simples e estranhas às mais complicadas e dramáticas situações, todas, à sua maneira, tiveram um encontro especial com Deus. A Luz brilhou no coração de cada uma e, mais do que nunca, sentiram a presença do divino nas suas vidas. E, a partir desse dia, tudo se modificou. Os seus pensamentos deixaram de ser os mesmos. Os seus desejos criaram um sentido novo. As suas expectativas tornaram-se outras.». Para saber mais, clicar AQUI.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

CINEMA&FILME: “Silêncio”

“Silêncio”, "a película, que estará nas salas dos EUA a 23 de dezembro e em Portugal a 19 de janeiro, segundo anunciado pela distribuidora, é extraída do romance homónimo do escritor japonês Shusaku Endō, originalmente publicado em 1966 e editado em Portugal pela D. Quixote."  Para saber mais, clicar AQUI AQUI, AQUI, mais AQUI e, já agora, também AQUI. Basta? Não. Só mais um, aliás dois AQUI & AQUI.
Pondo-me no papel dos outros, dos que não crêem, pergunto-me se Scorsese não poderia ter ido mais longe na forma como revela o Deus que levou e continua a levar os os missionários às terras de missão. Para saber mais, clicar AQUI.
Passar à clandestinidade, mentindo ao poder político, pode ser um acto cristão. Nós não devemos obediência aos ídolos nacionalistas nem sacralizamos o direito positivo. A verdade está noutro lado. Para saber mais, clicar AQUI.
"Quando se está dentro, quem está verdadeiramente preparado para ser realmente herói, isto é, digno em circunstâncias nas quais a alternativa é "abjurar" ou ser morto? Não apenas em relação à fé religiosa, mas em relação à defesa da dignidade humana pura e simplesmente? Quem nunca renegou?". Para saber mais, clicar AQUI.
Romance «Silêncio». Entrevista ao padre Adelino Ascenso, missionário no Japão AQUI.
O filme constitui uma bela obra cinematográfica e uma profunda reflexão sobre as questões da fé, perseguição religiosa e apostasia, mas tem três problemas principais. Para saber mais clicar AQUI.
Sabes como surgiu o filme "Silêncio"? Apresentamos-te um excerto, contextualizado por Rui Fernandes, sj, de uma entrevista a Martin Scorsese, para melhor compreenderes a origem, os meandros e os contornos de um filme que tem deixado milhares em silêncio. Vê aqui

 

Para saber mais sobre "CINEMA&FILMES" que valem - são recomendados pelo SNPCultura - clicar AQUI.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

FILME&CINEMA: “Silêncio”

No topo da lista de temas estão fé e dúvida como companheiras, numa dança perigosa a partir do momento em que os religiosos sabem da apostasia do padre Cristóvão Ferreira. Eles deixam Portugal e Roma com o seu olhar focado numa terra distante, fortalecidos por uma fé ainda por testar. Rodrigues leva no seu coração a imagem de Jesus a ele tão querida quando criança e seminarista. Uma vez preso, essa imagem vem até ele no sofrimento dos cristãos e na noite. É este Jesus com quem ele conversa sobre as suas dúvidas, as suas perguntas e a escolha que enfrenta. Para saber mais, clicar AQUI. e AQUI.
Romance «Silêncio». Entrevista ao padre Adelino Ascenso, missionário no Japão AQUI.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

LEITURA: Revista “Brotéria” analisa evolucionismo, ambiente, família e literatura

Evolucionismo e naturalismo, ecologia, família e literatura são alguns dos temas desenvolvidos nas mais recentes edições da “Brotéria – Cristianismo e Cultura”, publicada pelos Jesuítas portugueses desde 1902. Neste artigo disponibilizamos algumas das passagens mais significativas dos textos apresentados. Ler mais aqui.
 

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

LIVROS&LEITURAS: "O meu irmão" e "O penitente", em análise na "Brotéria"

«Conseguimos abarcar, à nossa maneira limitada, a compreensão do real, em que o físico, o psicológico, o moral e o transcendente estão compenetrados. E não é fácil, como Afonso Reis Cabral consegue, dizê-lo claramente em poucas palavras», escreve o jesuíta Mário Garcia. É numa «viagem ao mais profundo das afeições humanas que se desenrola o romance», sublinha o professor da Faculdade de Filosofia da Universidade Católica Portuguesa, que elenca as «inúmeras» questões colocadas pela narrativa. Ler mais aqui.

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

quem conhece ESSES DESCONHECIDOS (49): Beato Domingos Jorge

... que merecem ser conhecidos - vida&obra - e eu mais em conhecê-los e dar a conhecer. Aqui:

Beato Domingos Jorge
 
Domingos Jorge nasceu em Vermoim da Maia, perto do Porto (Portugal). Muito jovem, partiu como soldado para a Índia. Aventureiro por natureza, empreendeu viagem para o Japão, onde nesse tempo reinava furiosa perseguição. O catolicismo era proibido. Todos os missionários que fossem identificados, eram mortos, e acontecia o mesmo também todos aqueles que os acolhessem em suas casas. Apesar de todos os riscos, os missionários não quiseram abandonar os cristãos para os instruir, animar e lhes administrar os sacramentos. Estes martírios deram-se entre 1603 e 1639, sob o “shogunato” (governo militar) dos Tokugawa, que consideravam o Cristianismo um “elemento de influência ocidental e um perigo para a ordem social e religiosa”.
Domingos Jorge casou com uma jovem japonesa, à qual o missionário português, Padre Pedro Gomes, oito dias após o nascimento, dera o nome de Isabel Fernandes. Vivia este casal modelo no amor de Deus, na paz e na felicidade, em Funai, perto da cidade de Nagazáki. Eram membros fervorosos da Fraternidade do Rosário, ligada aos jesuítas. Por bondade e piedade, receberam em sua casa dois missionários jesuítas escondidos, o padre Carlos Spínola, italiano, e o Irmão Ambrósio Fernandes, português, além do catequista japonês João Kingoku.
Na noite de 13 de Dezembro de 1618, o governador de Nagasáki, Gonrócu, ordenou aos seus soldados que prendessem os dois missionários juntamente com o dono da casa, Domingos Jorge. Após um ano de prisão, Domingos Jorge foi morto juntamente com outros quatro companheiros. Leonardo Kimura, o único consagrado do grupo, era neto do primeiro japonês baptizado por S. Francisco Xavier. Domingos Jorge, após escutar a sentença, pronunciou estas palavras: "Aprecio mais esta sentença do que se me fizessem Senhor de todo o Japão". Quis ir a pé e descalço até ao monte, chamado “Monte Santo”, situado à saída da cidade, que ganhou o nome por ser regado por tanto sangue cristão, desde o de S. Paulo Miki, 22 anos antes. A multidão seguia com interesse o que ia acontecer, mas muitos cristãos procuravam apenas escutar as últimas exortações dos mártires. Dessa vez não houve sangue, porque todos, incluindo Domingos Jorge, foram queimados, rezando o Credo. As suas cinzas foram deitadas ao mar.
Três anos depois, a 10 de Setembro de 1622, também a esposa, Isabel, e o filhinho, Inácio (de quatro anos de idade), foram martirizados.
 
 
 
                                                     
                                              

sexta-feira, 28 de março de 2014

ESPIRITUALIDADE: Começa assim a tua oração

«A importância da oração não está nas palavras que dizes. A importância da oração está no modo de vida que ela cria em ti, na atitude contemplativa e humilde que vai fazendo nascer no teu interior. Não deixes de desejar este modo de vida, não deixes que esta atitude desapareça dos teus dias… E com este desejo, dá início à tua oração.» “Começa assim a tua oração” é o título do livro que reúne os textos de introdução às orações diárias do “Passo-a-rezar”, projeto que oferece na internet uma proposta de oração e meditação diária, com textos bíblicos e música, que pode ser escutada a qualquer momento num computador, tablet, telemóvel ou leitor de áudio portátil. A publicação em formato de bolso, lançada no âmbito da comemoração do quarto aniversário do projeto do Apostolado da Oração, ligado aos Jesuítas, reúne os textos assinados por Elias Couto, membro da coordenação do projeto, com ilustrações de João Sarmento, sj. Apresentamos os primeiros textos do livro, a que acrescentamos a meditação correspondente ao dia 25 de março, solenidade da Anunciação do Senhor.
Ler mais em:

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

ESSES "CONHECIDOS MAS ESQUECIDOS": Teilhard de Chardin

Jesuíta, teólogo e paleontólogo, o padre Teilhard de Chardin no livro a “A minha fé” dirá que «A originalidade da minha crença está em possuir as suas raízes em dois domínios de vida habitualmente considerados antagónicos. Por educação e formação intelectual, pertenço aos “filhos do Céu”. Mas, por temperamento e pelos estudos profissionais, sou um “filho da Terra”».
Marie-Joseph Pierre Teilhard de Chardin nasceu em Orcines no seio de uma família aristocrática no dia 1 de maio de 1881, sendo o quarto de onze irmãos. Passou os primeiros anos da sua infância com a família da qual recebeu a educação e a sua primeira formação. À influência da mãe, Berthe-Adéle de Dompierre d’Hornoy, deve como dirá o próprio ‘o melhor da sua alma’. Do pai, Alexandre-Victor-Emmanuel Teilhard de Chardin, recebeu as primeiras letras e alguns dos traços do seu caráter, bem como o interesse pelos mistérios da natureza, a paixão pela investigação dos minerais e dos insetos.