"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























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terça-feira, 17 de abril de 2018

sábado, 23 de setembro de 2017

inPRENSA semanal: a minha selecção!

Quem, por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA semanal: a minha selecção!" que aí virão.




Coreia do Norte ridiculariza "ladrar" de Trump. Seul envia ajuda humanitária para Pyongyang
Um estudo para convencer o Governo a gastar mais para ajudar a economia
e
Do rating à offshore
Cientistas descobrem como usar a natureza para matar superbactérias
Francisco oferece 125 mil euros a vítimas do sismo no México
Francisco sobre: 1. si próprio
Défice desce para 1,9% do PIB no primeiro semestre do ano
Campeões enfermiços


sábado, 15 de julho de 2017

inPRENSA semanal: a minha selecção!

Quem, por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA semanal: a minha selecção!" que aí virão.





Mercenários portugueses suspeitos do roubo em Tancos
Depois de Mossul
Governo tenta responsabilizar SIRESP por falhas
Filho de Trump reuniu-se com advogada russa que lhe prometeu informações de Clinton
15 anos depois, menino-soldado preso em Guantánamo vai receber 8 milhões de indemnização
Os telemóveis reduzem a capacidade do cérebro mesmo desligados
Três demissões por causa da bola
Demissão de Rocha Andrade é um tiro no porta-aviões
Acusações irrelevantes, demissões obrigatórias
General acusa de traição generais demissionários
"Quem está a fazer jogo político são os generais demissionários"
MP suspeita que a Caixa favoreceu empresários e escondeu dívidas de clientes
Tribunal ataca créditos da CGD desde 2007. Quem mandava?
Calor extremo de Junho foi culpa do Homem (e Portugal é um caso preocupante)
Rússia ameaça expulsar norte-americanos (e encosta Trump à parede)
Estado Islâmico confirma morte do seu líder
Aldeia de xisto arranca eucaliptos para impedir incêndios
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Um ano depois…
Ex-administrador afirma que "não há lesados do BES" porque banco deixou provisões
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As paróquias, tal como existem, têm os dias contados?
“Grão a grão, enche a ANA o papo”
Portugal Telecom: tragédia com seis capítulos e um fim em aberto
Galpgate: ou há moral ou comem todos
A Nação enquanto não há remodelação: 12 gráficos para explicar o bom e o mau do país
Um desperdício
Defesa e território
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De mês a mês, como esteve a Nação?
Um passo ecuménico
Cristãos que dão a vida pelos outros podem ser considerados para beatificação
Oitenta banhistas formam corrente humana para salvar família de se afogar
Depois da retirada do Estado Islâmico, “as crianças vivem como ratos” em Mossul
Bancos avançam para penhora da colecção Berardo por dívida de 500 milhões
Contratos 'swap' do Santander Totta mais danosos têm juros acima de 100%
Quatro bombas, seis protagonistas, uma análise
Três privatizações que correram mal para o país, para os cidadãos e para os clientes
Costa ataca Altice e teme destruição
Investimento público está a crescer apenas um quinto do previsto pelo Governo para 2017
Centeno garante já ter metade do dinheiro que é preciso em 2018
O país que temos
Descoberta “Casa dos Mortos” onde podem estar enterrados os antepassados de Stonehenge
Congressista abriu processo de destituição de Donald Trump
Furto de Tancos pode ter sido manobra para justificar armas em falta
A quebra na poupança das famílias
Aparição de Fátima tem “um significado especial” para a Rússia
Trump Júnior dá aos investigadores primeira prova do conluio com os russos
Hamburgo, espelho do Mundo
Comité Nobel diz que China tem "pesada responsabilidade" na morte de Liu Xiaobo
Liu Xiaobo, o Nobel da Paz que largou tudo e correu para Tiananmen
Trump, Merkel, Macron e Francisco. Sobre a Europa
A estratégia perigosa da Altice para a PT
O Estado contra os contribuintes

quarta-feira, 29 de abril de 2015

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

QUAL É O VERDADEIRO PROPÓSITO? EXTINÇÃO EM MASSA???

Um aparelho que transforma cadáveres em líquido começará a ser operado comercialmente nas próximas semanas na Flórida, Estados Unidos. Criado pela companhia Resomation Ltd, com sede na cidade escocesa de Glasgow, o aparelho está sendo comercializado como uma alternativa ecológica para a cremação.

A máquina, batizada de Resomator, foi instalada na funerária Anderson-McQueen, na cidade de St. Petersburg, na Flórida. Segundo a funerária, o aparelho deve começar a ser usado nas próximas semanas.

A tecnologia teve de receber aprovação de legisladores na Flórida. Até agora, sete Estados americanos aprovaram o uso o método.

Há expectativas de que outras unidades entrem em funcionamento em breve em outras cidades nos Estados Unidos e também no Canadá e Europa.

Consciência ecológica
O fabricante diz que o método - que, em linhas gerais, dissolve o cadáver em água quente alcalinizada - produz menos gases associados ao efeito estufa do que a cremação, usa um sétimo da energia e permite a retirada de metais poluentes (como aqueles contidos nas obturações dentárias), evitando que eles venham a contaminar o meio ambiente
Obturações dentárias queimadas em crematórios seriam responsáveis, na Grã-Bretanha, por 16% das emissões de mercúrio do país. Por conta disso, as empresas do setor estão instalando sistemas de filtragem para tentar alcançar metas de emissão.

"(O método) Resomation foi desenvolvido em resposta à crescente preocupação do público com o meio ambiente", disse o fundador da empresa, Sandy Sullivan, à BBC. "Ele oferece aquela terceira opção, que permite às pessoas expressar suas preocupações de forma positiva e, eu acho, pessoal."

O método envolve a imersão do corpo em uma solução de água e hidróxido de potássio. A solução é pressurizada e aquecida a 180ºC durante no máximo três horas.

Todos os tecidos do cadáver são dissolvidos e o líquido é despejado no sistema de esgotos. Sullivan, formado em bioquímica, disse que testes provaram que o líquido resultante é estéril e não contém DNA. Segundo ele, não há riscos para o meio ambiente.

Após a retirada do líquido, os ossos são colocados em uma outra máquina - usada em crematórios convencionais para esmagar fragmentos de osso e transformá-los em cinzas após a cremação.

Nessa fase do processo, mercúrio e outros metais são recuperados.

Promession
Outro método que também se propõe a oferecer uma alternativa ecológica para a disposição de cadáveres é o chamado Promession, criado pela bióloga sueca Susanne Wiigh-Masak.

Nele, o corpo é congelado a -18ºC, depois imerso em nitrogênio líquido a -196ºC e chacoalhado até que se despedace.

Quaisquer metais presentes no cadáver, como obturações dentárias ou próteses, são extraídos e reciclados. Restos orgânicos são jogados na terra, dando continuidade ao ciclo da vida.

O método Promession já está disponível na Grã-Bretanha.








http://g1.globo.com/mundo/noticia/2011/08/espanha-tera-cemiterio-laboratorio-para-congelamento-de-corpos.html