"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























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domingo, 18 de novembro de 2018

terça-feira, 17 de abril de 2018

sexta-feira, 17 de março de 2017

FILME&CINEMA": "Os olhos da Ásia"

A Cinemateca Portuguesa, em Lisboa, exibe esta sexta-feira "Os olhos da Ásia", do realizador português João Mário Grilo, inspirado no romance "Silêncio", de Shusaku Endo, obra recentemente adaptada para o cinema por Martin Scorsese. Contando a história dos missionários jesuítas portugueses e outros mártires cristãos, "Os olhos da Ásia" é um filme que «tendo desaparecido um pouco da vista (injustamente: é um dos melhores do seu autor)», ganha agora, no contexto da exibição da obra de Scorsese, «uma boa ocasião para recuperar», escreveu o crítico de cinema Luís Miguel Oliveira. Para saber mais clicar AQUI.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

FILME&CINEMA: “Silêncio”

No topo da lista de temas estão fé e dúvida como companheiras, numa dança perigosa a partir do momento em que os religiosos sabem da apostasia do padre Cristóvão Ferreira. Eles deixam Portugal e Roma com o seu olhar focado numa terra distante, fortalecidos por uma fé ainda por testar. Rodrigues leva no seu coração a imagem de Jesus a ele tão querida quando criança e seminarista. Uma vez preso, essa imagem vem até ele no sofrimento dos cristãos e na noite. É este Jesus com quem ele conversa sobre as suas dúvidas, as suas perguntas e a escolha que enfrenta. Para saber mais, clicar AQUI. e AQUI.
Romance «Silêncio». Entrevista ao padre Adelino Ascenso, missionário no Japão AQUI.

domingo, 21 de outubro de 2012

DIA MUNDIAL DAS MISSÕES

Viajam milhares de quilómetros para longe das suas famílias, vivem por vezes em países onde a violência acontece, e no entanto fazem-no com plena consciência.

Dia a dia os missionários enfrentam esses desafios para promover a fé.
 


Também convida os cristãos a apoiá-los com as suas orações e com os seus donativos.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

quem conhece ESSES DESCONHECIDOS (8)...

...que merecem ser CONHECIDOS - vida&obra - e eu mais em conhecê-los e dar a conhecer:

S. Damião de Veuster
Nasceu no dia 3 de Janeiro de 1840, na Bélgica, e morreu no dia 15 de Abril de 1889, com o corpo e o rosto desfigurados pela lepra. Declarado bem-aventurado pelo papa João Paulo II e santo por Bento XVI, a figura deste missionário continua suscitando perguntas sobre a radicalidade de sua entrega.
Enviado para o Havaí, Damião deixa o porto de Brema, na Alemanha, em 1863. Distribui o seu retrato aos familiares, sabendo que nunca mais iria revê-los, e carrega consigo somente um pequeno crucifixo, único companheiro de sua vida missionária. A entrega total de sua vida a Deus e à causa missionária começa já neste momento da saída definitiva, para não voltar mais. A missão é sempre um caminho sem retorno. Arrebatado pelo amor de Jesus, o missionário vive completamente pelo Reino. Quando, em 1873, o bispo Maigret convoca os missionários e revela sua preocupação e dor pela situação de miséria e abandono em que se encontravam os leprosos na ilha de Molokai, Damião oferece-se, como o primeiro, a pisar aquela ilha “maldita”. A lepra, naquele tempo, era um verdadeiro terror para todos.
Quem se contagiasse deixava de fazer parte da sociedade civil e era totalmente segregado. Os leprosos daquela área eram obrigados a procurar Molokai e viver como animais, até a morte. Damião chega à ilha no dia 10 de maio de 1873. Um grande grupo de leprosos aproxima-se e ele não hesita em apertar a mão de cada um. Bem cedo, torna-se a única esperança daqueles pobres. Ama-os e identifica-se com eles. Começa sempre seus discursos com as palavras: “nós, leprosos”. Ainda não sabe que, mais tarde, isso será realidade também para ele. Ajuda a organizar a comunidade dos leprosos e a garantir-lhes uma dignidade.
Esta completa dedicação faz-se amor sem limites. Compartilhando a vida dos excluídos, luta para que não vivam como animais. A dedicação faz o missionário solidário. Morre leproso e abandonado com seus amigos leprosos.