"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























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terça-feira, 25 de abril de 2017

EFEMÉRIDE/EVOCAÇÃO/RECORDAÇÃO: O capitão que quase enganou a tristeza

Como ele poucos. Já lá vão 25 anos e a mim parece que foi há 2 dias que este HOMEM partiu - já perdi a noção de tempo. Estávamos em 11 de Abril de 1992. Nem sequer chegou a festejar o 25 de Abril desse ano.

O momento impõe que eu possa, deva e queira, fazer o contraponto "Durão Barroso versus Salgueiro Maia" assim:
Apesar de tudo ISTO & ISTO saber - ai sabe, sabe, isto e muito mais - este homem AQUI muito bem caracterizado, desmontado, desmascarado, despido, definido,..., aceita ser presidente do Conselho de Administração de um dos maiores e mais polémicos bancos de investimento do mundo. Pudera...com todo esse seu passado?! Razão tem Nicolau Santos e não só (leia-se AQUI, AQUI, AQUI, AQUI & AQUI). Enfim, assim se vê a "força" do JMDB! Alguma dúvida?
Vale-nos homens como este. Este sim, um HOMEM a quem alguém de má&triste memória, fraco&pequenino, mas julgando-se forte&grande - de quem é esta EGOfrase "eu nunca me engano e raramente tenho dúvidas" senão dele? - se recusou a conceder uma pensão por «serviços excepcionais e relevantes»", não a tendo, porém, recusado a dois inspectores da PIDE/DGS (para saber mais clicar AQUI).



segunda-feira, 25 de julho de 2016

ECONOMIA&FINANÇAS: Durão Sachs GOLDMAN

Apesar de tudo ISTO & ISTO saber - ai sabe, sabe, isto e muito mais - este homem AQUI muito bem caracterizado, desmontado, desmascarado, despido, definido,..., aceita ser presidente do Conselho de Administração de um dos maiores e mais polémicos bancos de investimento do mundo. Pudera...com todo esse seu passado?! Razão tem Nicolau Santos e não só (leia-se AQUI, AQUI, AQUI, AQUI & AQUI). Enfim, assim se vê a "força" do JMDB! Alguma dúvida?

Vale-nos homens como este. Este sim, um HOMEM a quem alguém de má&triste memória, fraco&pequenino, mas julgando-se forte&grande - de quem é esta EGOfrase "eu nunca me engano e raramente tenho dúvidas"? - se recusou a conceder uma pensão por «serviços excepcionais e relevantes»", não a tendo, porém, recusado a dois inspectores da PIDE/DGS (para saber mais clicar AQUI).

sábado, 16 de julho de 2016

inPRENSA semanal: a minha selecção!

Quem, por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA semanal: a minha selecção!" que aí virão.



Parabéns, ó Barroso!
"Vergonhoso". O novo cargo de Barroso que só a Direita não comentou
O vídeo emocionante que promete embalar Portugal para a vitória
As portas giratórias
GOLDMAN SACHS - O BANCO QUE DIRIGE O MUNDO / La Banque qui Dirige le Monde (2012)
Políticos franceses criticam ida de Durão Barroso para a Goldman Sachs
Government Sachs
Goldman Sachs. Um lobo de Wall Street faminto na Europa
Durão Barroso "tem a lata de se portar como uma virgem ofendida"
Papa pede aos pobres para rezarem pelos ricos e culpados pela pobreza
Deus, as idolatrias e os pobres: Sem alibis
Fórum OCDE: Sanções a Portugal são erro crasso
Número dois de Tony Blair admite que guerra no Iraque foi ilegal
As dez heresias do catolicismo atual (3)
"Quero agradecer a Deus Pai". Leia a carta de Fernando Santos
Imagens de criança lusa a consolar um adepto francês correm o mundo (A VITÓRIA MAIS LINDA)
"Esta é a razão por que Portugal mereceu ganhar o Euro2016", escreve a Euronews
Uma grande equipa
Lágrimas de campeão
A última traição de Durão Barroso
Debaixo da terra
Regra dos 3% de défice já foi violada mais de 100 vezes. Mas castigo é inédito - Veja mais em: https://www.dinheirovivo.pt/economia/regra-dos-3-defice-ja-violada-100-vezes-castigo-inedito/#sthash.OAA50fz6.dpuf
Final Euro 2016: rapaz que consolou adepto francês explica a razão
O Engenheiro que cumpre datas: conheça a história de Fernando Santos
A nova parábola dos talentos
Os pecadores
Os sete argumentos de Portugal contra as sanções
Uma contratação “particularmente escandalosa”. Governante francês pede a Barroso para não ir para a Goldman Sachs
Tribunal obriga João Rendeiro a pagar um milhão de euros
A constrangedora dança de Bush na cerimónia fúnebre em Dallas
Cabeleireiro de Hollande recebe salário de quase 10 mil euros por mês
As críticas ao novo emprego de Durão Barroso não param
As regras da alcateia
Uma banca bancária
A tragédia do Iraque

sábado, 9 de julho de 2016

inPRENSA semanal: a minha selecção!

Quem, por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA semanal: a minha selecção!" que aí virão.



Obras de arte. Director do Museu da Presidência terá desviado um milhão
Cristas: Milhões da descida do IVA da restauração seriam mais bem aplicados na natalidade
Marcelo recusou Mercedes de 150 mil euros. Costa aceitou a viatura
Da Caixa à cova
O genocídio na Arménia e a falsificação da história
Renato no lugar de Costa
Um golo pode fazer subir o "rating"?
As dez heresias do catolicismo actual (2)
Costa vai provocar eleições antecipadas?
Segundo resgate? Schäuble até foi moderado
Papa diz que Europa deve refletir se é um museu do cristianismo ou se ainda é capaz de inspirar a cultura
Afinal, com os alemães...
Uma arma de destruição maciça e outros coveiros
Perdido na tradução
Estudante sem-abrigo tirou as melhores notas da turma
Aristides de Sousa Mendes e a viagem do caminho da liberdade
Uma estátua e um dentista afamado
De tanto gritar lobo...
Os sancionalistas
Aplicação de sanções é "ilegal" e referendo é "inevitável"
Louçã. "Sanções e referendo: O impossível será inevitável"
"Defendamos em conjunto a Europa, melhorando-a"
Lourenço, o “bebé-milagre”, já teve alta da maternidade
Marcelo com Sócrates em inauguração: “Fica bem a gratidão”
A China regressa a Marx
Guerra e paz
Relatório Minoritário
Papa critica duplicidade de países que vendem armas e falam de paz
Barry Eichengreen: "PIB do Euro está pior do que na Grande Depressão"
Venezuela recusa entrar em incumprimento e poucos percebem porquê
Portugal: uma economia que deixou a construção e a banca engordar
Durão Barroso vai ser presidente da Goldman Sachs
Pacheco Pereira: "Estamos encurralados" e Passos Coelho quer sanções
Durão Barroso: ditosa Pátria que tal filho tem!"
O sonho de dois jovens náufragos do céu
Câmara de Gaia entrega medalha de mérito a Marco António
Francisco Louçã: "Fomos governados por aprendizes de feiticeiro"
"Dimensão espiritual pode fazer a diferença na recuperação dos doentes"
O capitão que quase enganou a tristeza
Portugal numa união doente
A nação que vende gato por lebre

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

POLÍTICA, ECONOMIA & FINANÇAS: "Rendição" & "Conselhos de Stiglitz"

Sábado, 20 Outubro 2012 10:25
«Se aceitarmos a tese da RENDIÇÃO e do conformismo com a desgraça,
que defende o professor Vítor Bento, também nós estaremos entregues à
nossa sorte e à insanidade mística de quem nos governa. E se
aceitarmos que pelo facto de sermos um pequeno país num clube dominado
por grandes países, não nos resta nada senão ficar calados e obedecer,
então o que está em causa já não é saber como sairemos desta crise,
mas o que fazemos na União Europeia».
Na SIC-Notícias, vejo o economista Vítor Bento criticar os que dizem
que o Governo deveria mudar a sua postura de servidor obediente
perante a União Europeia e confrontá-la com o desastre para que
caminhamos sob orientação sua (como eu próprio aqui escrevi, há duas
semanas). Segundo ele, estas pessoas imaginariam que isso seria tão
fácil como chegar a Bruxelas e dizer que queremos mais tempo ou menos
juros, menos austeridade e mais apoio à economia. Não — explicou ele —
isso não é assim tão fácil: somos um pequeno país de dez milhões de
pessoas que, em termos económicos, nada conta na Europa. Eu peço
desculpa desde já ao professor Vítor Bento, cujo prestígio académico e
profissional não me atreveria minimamente a pôr em dúvida. E peço
desculpa porque também não sei se, a seguir, e para usar a linguagem
cara aos economistas do Governo, ele não tratou de "modelar",
"mitigar", "formatar", "reescalonar" a barbaridade do que disse. Não
sei se o fez, porque não aguentei ouvir mais: o que ele disse é de uma
gravidade extrema, vinda de quem é escutado com atenção.

Facto 1: Portugal jamais poderá levantar a cabeça, "regressar aos
mercados", como eles tanto apregoam, ou sequer regressar à economia,
pagando juros de 4% ou 4,5% pela ajuda, acrescentando dívida à dívida
e gastando no seu pagamento quase 5% do PIB -7200 milhões de euros no
ano que vem.
Facto 2: A Grécia, que já recebeu três vezes mais dinheiro da troika
do que nós (e ainda vai receber mais), que fez batota nas contas
públicas anos a fio (e ajudada pelo Goldman Sachs), que nunca cumpriu
os seus compromissos para com a troika, já conseguiu, mesmo assim, ver
o prazo de assistência prolongado, o prazo de cumprimento do défice
prolongado, os juros diminuídos e a dívida perdoada em metade (e já se
discute o perdão da outra metade). A Espanha, que, por orgulho, se
recusa ao pedido formal de resgate, já recebeu, mesmo assim, €100.000
milhões para acudir à banca e viu também prolongado o prazo para
cumprir as metas do défice a que se comprometeu com Bruxelas.
Nós, não: não queremos nem mais prazo, nem mais dinheiro, nem menos
juros: estamos confortáveis a ver os alemães financiarem-se a 0% de
juros para depois nos emprestarem a 5% — por isso é que a Alemanha não
quer ouvir falar nas eurobonds oú em qualquer forma de mutualização da
dívida. E estamos confortáveis a ver as nossas empresas, que, quando
conseguem, compram dinheiro a 10% e pagam mais cara a energia, as
comunicações e os impostos, terem de concorrer com empresas
estrangeiras que se financiam a 3%, pagam a energia a preços justos e,
havendo conveniência, vivem em dumping fiscal.
Facto 3: As opiniões públicas da Alemanha, da Holanda, da Áustria, da
Finlândia, dos países que nos maltratam, ignoram isto. E ignoram,
porque o nosso Governo não se atreve a explicar-lhes, não vá isso
indispor Angela Merkel.
Facto 4: Fora dó círculo dos cinco terroristas económicos que nos
governam, fora da nave de loucos supostamente conduzida pelo
primeiro-ministro Passos Coelho, não há uma alma penada que não tenha
percebido já que seguimos uma estratégia de suicídio colectivo. Se o
défice voltou a falhar as previsões este ano, se o desemprego foi "uma
desagradável surpresa", se a recessão foi e será sempre acima do
previsto, se a receita fiscal "estranhamente" caiu, mesmo aumentando
impostos além do sustentável (tal como se aprende, afinal, em qualquer
manual de economia para principiantes, excepto o do António Borges),
já não é por culpa do nunca explicado "buraco colossal" que herdaram,
nem por culpa do Tribunal Constitucional (cujo acórdão só teria efeito
para o ano): é apenas e só por culpa da chocante incompetência desta
gente. É porque eles falharam em toda a linha, que vamos agora ter de
pagar o seu falhanço de 2012 e o próximo. E assim sucessivamente, até
à implosão final. Facto 5: Perante a evidência do desastre, perante o
descalabro do "bom aluno" e do "bom exemplo", os seus mentores tratam
de tirar o cavalinho da chuva: o FMI fez um extraordinário exercício
de mea culpa, reconhecendo ter-se enganado na teoria e na sua
demonstração prática (o que, mesmo assim, não convenceu o último dos
moicanos, o nosso Vítor Gaspar, que acha que tudo não passou de um
problema de má tradução do inglês). E Bruxelas já tratou de
esclarecer, pela voz do nosso amigo Durão Barroso, que a
responsabilidade por tanta asneira junta, aqui ou na Grécia, "é dos
governos nacionais". É assim que acontece nas histórias de espionagem,
quando os agentes undercover são descobertos: abandonam-se à sua
sorte. O careca, o alemão e o etíope já estão em roda livre e por
conta própria: só Gaspar e Passos Coelho é que persistem em validar as
suas credenciais.
Se aceitarmos a tese da RENDIÇÃO e do conformismo com a desgraça, que
defende o professor Vítor Bento, também nós estaremos entregues à
nossa sorte e à insanidade mística de quem nos governa. E se
aceitarmos que pelo facto de sermos um pequeno país num clube dominado
por grandes países, não nos resta nada senão ficar calados e obedecer,
então o que está em causa já não é saber como sairemos desta crise,
mas o que fazemos na União Europeia. Quando se é convidado para jantar
em casa dos poderosos ou avançamos para a mesa como iguais ou acabamos
na cozinha, tratados como pedintes.
Eu não me conformo com isso. Entre todas as promessas que traiu, todas
as coisas que disse que ia fazer e não fez, e todas as outras que
jurou jamais fazer e fez, há uma coisa pela qual Passos Coelho não
merece perdão: dizer que estava preparado para governar.
A ignorância só é desculpável quando é humilde, não quando se mascara
de sapiência e suficiência, sabendo que, com isso, vai causar danos a
terceiros de boa-fé. Mas é o que temos, por ora.
E, se ele não tem coragem para estar à altura da situação e fazer o
que tem de fazer como primeiro-ministro de um país com quase 900 anos
de história, que agoniza, sem sentido nem dignidade, pois que acorde
então Sua Excelência que habita no Palácio de Belém e que tem o dom de
falar quando é fácil ou lhe convém e de ficar calado e quieto quando
acha prudente. Que Cavaco Silva obrigue o PM a defender Portugal, que
o substitua nisso, se necessário, ou que o demita, se não restar
alternativa. Mas que se deixe de silêncios palacianos e jogos
florentinos, à mistura com desabafos de alma no Facebook. Eu nem
sequer tenho conta no Facebook e não penso vir a tê-la para ler as
mensagens criptadas do alter ego do Presidente da República. Ó, sorte
a nossa!
2. Ainda com a interminável conta do BPN para pagar, o Governo
prepara-se para acorrer ao Banif com 600 milhões de euros — que são
garantidamente para perder. Mas que culpa temos nós que o Banif vá à
falência? Pois que vá e que fique de exemplo!
3. Foi brilhante o primeiro gesto de Alberto da Ponte na RTP:
contratar o incontornável amigo Cunha Vaz para tratar da imagem ou da
mensagem da televisão pública, que o ministro Relvas desespera por
privatizar. O homem tanto trata de eleições de presidentes, partidos,
primeiros-ministros, como de clubes de futebol, cervejas ou empresas
públicas. Porque não o contratam para governar?
4. E para vigiar a transparência do processo de privatização da TAP,
nada melhor do que alguém que, tal como António Borges, o 'consultor'
das privatizações, odeia tudo o que é público: Ferraz da Costa, outro
dos ilustres integrantes do bando dos cinco terroristas económicos que
nos governam. Para poupar o resto da história e das elaboradas
explicações 'técnicas' que nos serão dadas, digam-nos já o final:
quanto nos vai custar a 'venda' da TAP ao
brasileiro/colombiano/polaco?
Miguel Sousa Tavares

 
"(...)A Europa deve pôr fim à obsessão com o défice e mudar de paradigma. É claro que existem desperdícios na despesa pública, como nos EUA, mas, estruturalmente, o défice não é significativo. Em vez de lhe atribuir a responsabilidade pela fraqueza da economia, os dirigentes europeus deveriam compreender que é uma economia anémica - portanto com as suas receitas fiscais reduzidas - a causadora do aumento do défice.
Como se pode aceitar que, com um jovem em cada dois no desemprego, a Espanha possa conseguir reembolsar a sua dívida?
A austeridade só retarda a solução dos problemas. Em compensação as despesas públicas na educação e na tecnologia podem, a prazo, estimular a produção e criar emprego.
A Alemanha esqueceu as lições dos anos 30, quando a obsessão com o equilíbrio orçamental agravou a recessão e tornou a guerra inevitável.(...)
Stiglitz - recebeu o prémio Nobel da Economia em 2001)

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

EURO, qual Euro. Crise...

... «o tanas & o badanas»! Mudança de paradigma é o que é: séc. XXI, o século da ditadura do capital financeiro-especulativo, da ganância, dos novos senhores... E o "povão" a vê-los pass(e)ar - como diria um meu sobrinho - "é fem fêto"!!! Senão vejamos o que "rezam" as notícias:
1. Marcha do Orgulho Gay: 1 milhão de pessoas;
2. Marcha contra a corrupção. 2.500 pessoas;
3. Gala da "Casa dos Segredos", o programa mais visto na passagem de ano: 1.348.300 espectadores.
E assim se constrói a injustiça de que esse mesmo "povão" de irresponsáveis acusam os políticos que é o fazer "pagar uns pelos outros". Como diria Ivone Silva, "toma lá qu'é democrático" - actualíssimo!

" Sabem quem é Papademos Lucas (actual líder grego após a renúncia de Papandreou)
Sabem quem é  Mariano Monti (agora à frente do governo italiano)?
Sabem quem é Mario Draghi (actual presidente do Banco Central Europeu)?
Sabem o que é Goldman Sachs?
Goldman Sachs: é um dos maiores bancos de investimento mundial e co-responsável directo, com outras entidades (como a agência de notação financeira Moody?s), pela actual crise e um dos seus maiores beneficiários. Como exemplo, em 2007,a G.S. ganhou 4 bilhões de dólares em transacções que resultaram directamente do actual desastre da economia do EUA. O EUA ainda não recuperaram das percas infligidas pelo sector especulativo e financeiro dos EUA.
Papademos: actual primeiro-ministro grego  na sequência da demissão de Papandreou. Atenção não foi eleito pelo povo.
- Ex-governador do Federal Reserve Bank de Boston, entre 1993 e 1994.
- Vice-Presidente do Banco Central Europeu  2002-2010.
- Membro da Comissão Trilateral desde 1998, lobby neo-liberal fundado por Rockefeller, (dedicam-se a comprar políticos em troca de subornos).
- Ex-Governador do Banco Central da Grécia entre 1994 e 2002.  Falseou as contas do défice público do país com  o apoio activo da Goldman Sachs, o que levou, em grande parte à actual crise no país.
Mariano Monti: actual primeiro-ministro da Itália após a renúncia de Berlusconi. Atenção não foi eleito pelo povo.
- O ex-director europeu da Comissão Trilateral mencionada acima.
- Ex-membro da equipe directiva do grupo Bilderberg.
- Conselheiro do Goldman Sachs durante o período em que esta ajudou a esconder o défice orçamental grego.
Mario Draghi: actual presidente do Banco Central Europeu para substituir Jean-Claude Trichet.
- O ex-director executivo do Banco Mundial entre 1985 e 1990.
- Vice-Presidente para a Europa do Goldman Sachs de 2002 a 2006, período durante o qual ocorreu o falseamento acima mencionado.
Vejam tantas pessoas que trabalhavam para o Goldman Sachs ....
Bem, que coincidência, todos do lado do Goldman Sachs. Aqueles que criaram a crise são agora apresentados como a única opção viável para sair dela, no que a imprensa americana está começando a chamar de "O governo da Goldman Sachs na Europa."
Como é que eles fizeram?
Eu explico:
Encorajaram investidores  a investir em produtos secundários que sabiam ser " lixo " e, ao mesmo tempo, dedicaram-se a apostar em bolsa o seu fracasso. Isto é apenas a ponta do iceberg, e está bem documentado, podem investigar. Agora enquanto lêem este e-mail estão esperando na base da especulação sobre a dívida soberana italiana e seguidamente será a espanhola.
Tende-se a querer-nos fazer pensar que a crise foi uma espécie de deslizamento, mas a realidade sugere que por trás dela há uma vontade perfeitamente orquestrada de tomar o poder directo no nosso continente, num movimento sem precedentes na Europa do século XXI.
A estratégia dos grandes bancos de investimento e agências de rating é uma variante de outras realizadas anteriormente noutros continentes e que tem vindo a desenvolver-se desde o início da crise; é, do meu ponto de vista, como se segue:
1. Afundar o país mediante especulação na bolsa de valores / mercado. Pomo-los loucos com medo do que dirão os mercados, que nós controlamos dia a dia.
2. Forçá-los a pedir dinheiro emprestado para, manter o Status-Quo ou simplesmente salvá-los da banca rota. Estes empréstimos são rigorosamente calculados para que os países não os possam pagar, como é o caso da Grécia que não poderia cobrir a sua dívida, mesmo que o governo vendesse todo o país, e não é metáfora, é matemática, aritmética.
3. Exigimos cortes sociais e privatizações, à custa dos cidadãos, sob a ameaça de que se os governos não as levam a cabo, os investidores irão retirar-se por medo de não serem capazes de recuperar o dinheiro investido na dívida desses países e noutros investimentos.
4. Cria-se um alto nível de descontentamento social, adequado para que o povo, já ouvido, aceite qualquer coisa para sair da situação.
5. Colocamos os nossos homens, onde mais nos convenha.
Se acham que é ficção científica, informem-se: estas estratégias estão bem documentadas e têm sido usadas com diferentes variações ao longo do século XX e XXI  noutros países, nomeadamente na América Latina pelos Estados Unidos, quando se dedicavam, e continuam a dedicar-se na medida do possível, a asfixiar economicamente mediante a dívida externa por exemplo a países da América Central, criando instabilidade e descontentamento social usando isso para colocar no poder os líderes "simpáticos" aos seus interesses. Portanto nada disto tem a ver com o EURO. O EURO é uma moeda Forte, porque os investidores vêm ai carne para desossar, se não houvesse o Euro o ataque acontecia na mesma, só que se calhar os primeiros a cair não seriam os PIGS, mas a própria Alemanha, a Inglaterra etc. Não são o Governo dos EUA, que deferem estes golpes, mas sim a indústria financeira internacional, principalmente sediada em Wall Street(New York) e na City (Londres). É que o que está acontecendo sob o olhar impotente e / ou cúmplice dos nossos governos é o maior assalto de sempre na história da humanidade à escala global. São autênticos golpes de estado e violações flagrantes da soberania dos Estados e seus povos.
É fácil divulgar isto na internet.
Digam aos vossos amigos, para passar o e-mail para qualquer um que possa estar interessado.
Se nos estão comendo vivos ... As pessoas precisam saber. Estamos a sofrer uma anexação pela via financeira, e esta é a realidade. "

O futuro, quando fôr feita a história, o dirá, confirmando ou desmentindo, claramente - a ver vamos!!!



Estávamos em 1982,recordam-se? Quem não se recorda?!