O livro atravessa o conflito, desde o fundador Programa do Movimento das Forças Armadas (MFA) portuguesas até à Constituição da República aprovada em 2 de abril de 1976. Para saber mais clicar AQUI e AQUI.
«O êxito de um bom dito reside no ouvido daquele que o escuta, não daquele que o pronuncia» (Shakespeare)
"Porquê?" & "Para quê?"
Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
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quinta-feira, 9 de abril de 2026
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
LEITURA: "Na senda de Fernão Mendes - Percursos portugueses no mundo"
Os relatos, «entre a narração cultural e a descrição histórica, são sempre psicologicamente intensos, esgotando o tempo, vivendo-o no presente mas sempre com os olhos e a consciência postos no passado histórico de Portugal, construindo pontes culturais e criando um futuro aberto de relacionamento amigável entre pessoas, instituições e povos».
Ler mais em:
sábado, 20 de abril de 2013
(in)PRENSA semanal: a minha selecção
Para quem, que por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA: a minha selecção" que aí virão.
Alemanha deve 2,3 mil milhões de euros a Portugal por indemnizações da I Guerrahttp://expresso.sapo.pt/ alemanha-deve-23-mil-milhoes- de-euros-a-portugal-por- indemnizacoes-da-i-guerra= f799714
Este texto não é sobre motoristas e viagens de luxohttp://expresso.sapo.pt/este- texto-nao-e-sobre-motoristas- e-viagens-de-luxo=f799504# ixzz2QMEZkqOx
Contrapoder: compacto da semana
“Políticos devem assumir verdade que pesa sobre o país”
A pergunta a que um dia vamos ter de responder
Diogo Morgado chora ao falar com Oprah Winfrey
Jogada de Sócrates e Barroso ajudou a cavar buraco de 832 milhões
Contribuintes que pagaram IMI a mais vão ser ressarcidos
Guilherme d'Oliveira Martins quer imposto
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sexta-feira, 14 de setembro de 2012
REFLEXÃO & ATENÇÃO sempre: Uma crise com lições muito urgentes
Sendo impossível travar a tendência que conduz aos desastres, devemos pensar que as grandes transformações começam com uma inovação, uma nova mensagem marginal, modesta, tantas vezes invisível… Será preciso, no fundo, ao mesmo tempo, mundializar e desmundializar, crescer e decrescer, desenvolver e envolver, conservar e transformar. As reformas políticas, económicas, educativas ou da vida, só por si, estarão votadas à insuficiência e ao fracasso. Edgar Morin chama-nos, por isso, a atenção para a compreensão da complexidade. A evolução das ciências sociais e humanas obriga a entendermos a atual crise como uma via de repensamento – não apenas das circunstâncias económicas e financeiras, mas também das implicações sociais e axiológicas. Alguém perguntava: será possível regressarmos às ilusões de há uma ou duas décadas? A resposta é claramente negativa, e se tal acontecesse seria muito grave, pois significaria que continuaríamos a partir do pressuposto de que é indiferente viver-se em qualquer uma das fases do ciclo: a criação e a especulação. Só o reencontro com a inovação e a criatividade permitirá ultrapassar a presente situação.
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