"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























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quarta-feira, 30 de outubro de 2024

LIVRO&LEITURA: O Sonho de uma Nova Manhã

AQUI donde transcrevo a sua sinopse; assim: 

"Que futuro para a Igreja Católica? Dando continuidade à reflexão iniciada em A Tarde do Cristianismo, Tomáš Halík, sob a forma de uma série de cartas a Rafael, papa imaginado que em sonhos o visita, esforça-se neste seu novo livro por apontar profeticamente caminhos possíveis a uma Igreja ainda a despedir-se de uma forma de ser e estar hoje desajustada do mundo.

Halík esboça a sua resposta ao repto sinodal de Francisco, apresentando não um catálogo de medidas concretas para mudar a Igreja, mas as linhas-mestras que, na sua opinião, devem presidir a qualquer reforma. O catolicismo terá futuro se souber estar à altura da promessa contida no seu nome e for, de facto, católico, isto é, universal, para todos, todos, todos, sem medo do diálogo ecuménico e com os não-crentes, redescobrindo, sob os dogmas, teológicos e morais, o coração pulsante da mensagem e do ser de Cristo: o amor."

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

REFLEXÃO/ATENÇÃO/MEDITAÇÃO: O cristianismo perante a pobreza

É preciso distinguir entre a pobreza espiritual «como humildade diante de Deus», como atitude de sobriedade e renúncia aos bens materiais, e pobreza material, que não pode constituir um ideal; «a pobreza é um estado escandaloso atento à dignidade humana e consequentemente à vontade de Deus». Para saber mais, clicar AQUI.

quarta-feira, 17 de maio de 2017

LIVROS&LEITURA: "Portugal católico" e "A força do desejo"

"Portugal católico" destaca vitalidade, limitações e dinâmicas contemporâneas da Igreja
«Trata-se, em suma, de fazer o ponto da situação - presenças e ausências, acertos e desacertos, forças e fraquezas - do carácter comunitário próprio do Catolicismo e da irradiação das perspetivas cristãs, através de um discurso de rigor e numa escrita capaz de chegar a um vasto público de leitores católicos e não-católicos, de vários estratos socioculturais.». Para saber mais, clicar AQUI.
"A força do desejo"
Françoise Dolto dizia que temos no Evangelho a figura mais radical de paternidade em São José, que diz sim, independentemente da biologia, que adota a vida independentemente da continuidade de sangue. Aliás, encontro exemplos formidáveis deste sim à vida, desta adoção da vida, independentemente da genealogia, na obra de Clint Eastwood, um dos mais notáveis autores da contemporaneidade. Para saber mais, clicar AQUI.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

REFLEXÃO & ATENÇÃO sempre: Uma crise com lições muito urgentes

Sendo impossível travar a tendência que conduz aos desastres, devemos pensar que as grandes transformações começam com uma inovação, uma nova mensagem marginal, modesta, tantas vezes invisível… Será preciso, no fundo, ao mesmo tempo, mundializar e desmundializar, crescer e decrescer, desenvolver e envolver, conservar e transformar. As reformas políticas, económicas, educativas ou da vida, só por si, estarão votadas à insuficiência e ao fracasso. Edgar Morin chama-nos, por isso, a atenção para a compreensão da complexidade. A evolução das ciências sociais e humanas obriga a entendermos a atual crise como uma via de repensamento – não apenas das circunstâncias económicas e financeiras, mas também das implicações sociais e axiológicas. Alguém perguntava: será possível regressarmos às ilusões de há uma ou duas décadas? A resposta é claramente negativa, e se tal acontecesse seria muito grave, pois significaria que continuaríamos a partir do pressuposto de que é indiferente viver-se em qualquer uma das fases do ciclo: a criação e a especulação. Só o reencontro com a inovação e a criatividade permitirá ultrapassar a presente situação.
Ler mais em:

sexta-feira, 9 de março de 2012

Nigéria: diálogo pela vida

Tal como Angola, outro país africano independente e rico em petróleo. "Só" o sexto maior vendedor mundial de petróleo e o maior produtor do continente africano. No entanto...veja-se (pel)o vídeo.

Nigéria: três mortos em novo atentado de terroristas islâmicos em igreja

A seita islâmica nigeriana Boko Haram já reivindicou o atentado suicida ocorrido, domingo dia 26 de fevereiro, contra uma igreja na cidade de Jos, no centro do país, e que, no último balanço conhecido, terá causado pelo menos três mortos e dez feridos.
Segundo os primeiros relatos, tratou-se de um ataque suicída em que o bombista se projectou num automóvel para dentro da própria igreja, provocando a explosão quando se encontrava perto do púlpito.
Ao telefone, um porta-voz do Boko Haram, Abul Qaqa, justificou o ataque simplesmente por se tratar de uma igreja, deixando no ar a ameaça de novos actos terroristas. “Nós atacámos porque é uma igreja, e podemos decidir atacar qualquer igreja. Nós apenas começámos”.
O atentado terá provocado represálias por parte de jovens cristãos, o que pode prenunciar uma crescente onda de violência. Recorde-se que, nos últimos dez anos, cerca de 10 mil pessoas perderam a vida na Nigéria por causa dos extremistas muçulmanos. Mais de 300 igrejas foram destruídas e 250 mil pessoas foram forçadas a abandonar as suas casas.
Entretanto, o general Oluseyi Petinrin, Chefe de Estado Maior da Força Aérea nigeriana, afirmou possuir “provas de elos entre o Boko Haram e a Al Qaeda no Magrebe Islâmico”. Esta afirmação, por um alto responsável militar, vem confirmar a suspeita da ligação estreita entre ambos os grupos terroristas e foi produzida perante os responsáveis pela segurança dos países da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental.