"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























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segunda-feira, 9 de maio de 2022

FILME&CINEMA: “Viagem ao Sol”

O filme “Viagem ao Sol”, de Ansgar Schaefer e Susana Sousa Dias, foi distinguido este domingo com o Prémio Árvore da Vida, que o Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura atribui a um filme da Competição Nacional de Curtas e Longas-Metragens no festival de cinema internacional IndieLisboa. «Os sorrisos e os olhares de inquietação e expetativa, tristeza e abandono, interrogação e esperança que a realização dá a contemplar demoradamente, conduzem o espetador numa viagem feita de luzes e sombras que atravessa pobreza e analfabetismo, política e religião, segregação e misericórdia, lágrimas e esperança, separação e reencontro», refere o texto de justificação do júri. Para saber, mais clicar AQUI.


quarta-feira, 8 de setembro de 2021

FILME&CINEMA: “Sopro”

O filme “Sopro”, realizado por Pocas Pascoal, foi distinguido esta segunda-feira com o prémio Árvore da Vida, atribuído pelo Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura, na 18.ª edição do festival de cinema independente IndieLisboa. «“A vida começa em cada segundo do dia”: a convicção do coprotagonista deste documentário atravessa uma narrativa abrasada pela poesia», começa por referir a justificação do júri do galardão no valor de dois mil euros que, desde 2010, é concedido um dos filmes selecionados para a secção Competição Nacional, tendo como critério os seus valores espirituais e humanistas, a par das qualidades cinematográficas. Para saber mais clicar AQUI.

segunda-feira, 7 de setembro de 2020

CINEMA&FILME: “O fim do mundo”

“O fim do mundo” vence Prémio Árvore da Vida no IndieLisboa
"O fim do mundo”, realizado por Basil da Cunha, conquistou o Prémio Árvore da Vida, atribuído pelo Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura, da Igreja católica, na 17ª edição do IndieLisboa Festival Internacional de Cinema, que terminou este sábado.Trata-se de «um filme profundamente humanista, um percurso reflexivo em torno do sentido e do valor da vida, em tempos onde crescem tiques de desprezo e exclusão dos mais frágeis», sublinha o júri, na declaração que justifica a escolha. Para saber mais clicar AQUI.
“O fim do mundo”: Desassossego, purificação, redenção
“O Fim do Mundo” apresenta-se como uma janela onde nos debruçamos e donde questionamos a finalidade do que chamamos mundo. Essa dúvida foi – a meus olhos – o ponto agregador das cinco longas-metragens e das 17 curtas que constituíram a Competição Nacional do festival IndieLisboa. A forma tão cuidada como se homenagearam pessoas e trabalhos, a forma tão poética como se expressaram inquietações e desejos comuns a todos os que se sabem incompletos, foi, em forma de galeria de arte, uma coleção de tratados sobre a inquietação humana. Oara saber mais clicar AQUI.
“O fim do mundo”: Incómodo na marcha e olhar transcendente
Num bairro cujas ruas estreitas, empoeiradas e lamacentas não deixam ver o céu, à horizontalidade dos movimentos e das relações impõe-se um eixo vertical, o da insatisfação e do inconformismo que lemos, sobretudo, no olhar de Spira. Mesmo quando obedece ao roteiro previsível da delinquência, o seu desejo de purificação, que ganha forma na recorrência do elemento fogo, aponta um horizonte na paisagem (arrasta a câmara de Basil da Cunha para fora do bairro) e eleva ao céu invisível como que uma prece gratuita, dirigida por quem nada espera porque com nada conta. Para saber mais clicar AQUI.

terça-feira, 14 de maio de 2019

FILME&CINEMA: “Invisível herói” ganha prémio Árvore da Vida no IndieLisboa

O filme “Invisível herói”, da realizadora Cristèle Alves Meira, ganhou este sábado o prémio Árvore da Vida, atribuído pelo Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura, a uma obra selecionada para a Competição Nacional do festival de cinema IndieLisboa. O júri destacou a «forma comovedora e corajosa como o protagonista concretiza a vida que pensou, sem abdicar da sua dimensão de sonho», mostrando «que é na procura que se dá o encontro com o outro, acompanhado pela dimensão musical da vida». Para saber mais clicar AQUI.

terça-feira, 3 de maio de 2016

CINEMA: "Ascensão", "O novo aluno" e "Jean-Claude"

Ao situar-se «entre instalação e projeção cinematográfica, o dispositivo explora o silêncio como força expressiva da narrativa, ampliando gesto e símbolo», assinalam os jurados sobre "Ascensão", de Pedro Peralta. Para saber mais clicar AQUI.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

CINEMA: vencedores da 10.ª edição do IndieLisboa

O Prémio Árvore da Vida, que a Igreja Católica atribui no IndieLisboa, festival internacional de cinema independente, distinguiu na edição de 2013 o filme “Lacrau”, de João Vladimiro. Os jurados aplaudiram a «viagem espiritual», a «força da experimentação», «o poder evocativo do silêncio» e a «estética narrativa sonora» do documentário de 99 minutos, que também ganhou a secção da Competição Nacional. “Lacrau” «procura o regresso “à curva onde o homem se perdeu” numa viagem que parte da cidade em direcção à natureza», aponta João Vladimiro, que já tinha conquistado o prémio de melhor realizador português de curta metragem no IndieLisboa de 2006 com o filme “Pé na Terra”. Os membros do júri decidiram também atribuir uma Menção Honrosa ao documentário “Rhoma Acans”, expressão romani que significa “Olhos Ciganos”, realizado por Leonor Teles.