«Como é que a fotografia nos faz ver o espírito?» «Cria-se uma atmosfera através da imagem. Colocamo-nos num ambiente onde se pode sentir a alteridade. E são estas as imagens, as ideias e as emoções que se extraem do cinema. Há certas coisas intangíveis que as palavras simplesmente não podem exprimir. Por isso, no cinema, quando se monta uma imagem juntamente com outra, na mente obtém-se uma terceira imagem completamente diferente: uma sensação, e a impressão, uma ideia». Para saber mais, clicar AQUI.
«O êxito de um bom dito reside no ouvido daquele que o escuta, não daquele que o pronuncia» (Shakespeare)
"Porquê?" & "Para quê?"
Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
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quinta-feira, 4 de maio de 2017
quarta-feira, 18 de janeiro de 2017
CINEMA&FILME: “Silêncio”
“Silêncio”, "a película, que estará nas salas dos EUA a 23 de dezembro e em Portugal a 19 de janeiro, segundo anunciado pela distribuidora, é extraída do romance homónimo do escritor japonês Shusaku Endō, originalmente publicado em 1966 e editado em Portugal pela D. Quixote." Para saber mais, clicar AQUI , AQUI, AQUI, mais AQUI e, já agora, também AQUI. Basta? Não. Só mais um, aliás dois AQUI & AQUI.
Pondo-me no papel dos outros, dos que não crêem, pergunto-me se Scorsese não poderia ter ido mais longe na forma como revela o Deus que levou e continua a levar os os missionários às terras de missão. Para saber mais, clicar AQUI.
Passar à clandestinidade, mentindo ao poder político, pode ser um acto cristão. Nós não devemos obediência aos ídolos nacionalistas nem sacralizamos o direito positivo. A verdade está noutro lado. Para saber mais, clicar AQUI.
"Quando se está dentro, quem está verdadeiramente preparado para ser realmente herói, isto é, digno em circunstâncias nas quais a alternativa é "abjurar" ou ser morto? Não apenas em relação à fé religiosa, mas em relação à defesa da dignidade humana pura e simplesmente? Quem nunca renegou?". Para saber mais, clicar AQUI.
Romance «Silêncio». Entrevista ao padre Adelino Ascenso, missionário no Japão AQUI.
O filme constitui uma bela obra cinematográfica e uma profunda reflexão sobre as questões da fé, perseguição religiosa e apostasia, mas tem três problemas principais. Para saber mais clicar AQUI.
Sabes como surgiu o filme "Silêncio"? Apresentamos-te um excerto, contextualizado por Rui Fernandes, sj, de uma entrevista a Martin Scorsese, para melhor compreenderes a origem, os meandros e os contornos de um filme que tem deixado milhares em silêncio. Vê aqui.
"Quando se está dentro, quem está verdadeiramente preparado para ser realmente herói, isto é, digno em circunstâncias nas quais a alternativa é "abjurar" ou ser morto? Não apenas em relação à fé religiosa, mas em relação à defesa da dignidade humana pura e simplesmente? Quem nunca renegou?". Para saber mais, clicar AQUI.
Romance «Silêncio». Entrevista ao padre Adelino Ascenso, missionário no Japão AQUI.
O filme constitui uma bela obra cinematográfica e uma profunda reflexão sobre as questões da fé, perseguição religiosa e apostasia, mas tem três problemas principais. Para saber mais clicar AQUI.
Sabes como surgiu o filme "Silêncio"? Apresentamos-te um excerto, contextualizado por Rui Fernandes, sj, de uma entrevista a Martin Scorsese, para melhor compreenderes a origem, os meandros e os contornos de um filme que tem deixado milhares em silêncio. Vê aqui.
Para saber mais sobre "CINEMA&FILMES" que valem - são recomendados pelo SNPCultura - clicar AQUI.
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quinta-feira, 5 de janeiro de 2017
FILME&CINEMA: “Silêncio”
No topo da lista de temas estão fé e dúvida como companheiras, numa dança perigosa a partir do momento em que os religiosos sabem da apostasia do padre Cristóvão Ferreira. Eles deixam Portugal e Roma com o seu olhar focado numa terra distante, fortalecidos por uma fé ainda por testar. Rodrigues leva no seu coração a imagem de Jesus a ele tão querida quando criança e seminarista. Uma vez preso, essa imagem vem até ele no sofrimento dos cristãos e na noite. É este Jesus com quem ele conversa sobre as suas dúvidas, as suas perguntas e a escolha que enfrenta. Para saber mais, clicar AQUI. e AQUI.
Romance «Silêncio». Entrevista ao padre Adelino Ascenso, missionário no Japão AQUI.
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sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
CINEMA: O lobo de Wall Street
Aos 71 anos, o realizador Martin Scorsese continua a revelar a sua vitalidade cinematográfica e a vontade de escrever a história da América, que vem olhando ao longo dos anos por múltiplos prismas. Em todos, raramente escusa o lado mais negro daquela que, para uns tantos, foi considerada a “terra dos sonhos”, e, para tantos outros, “um exemplo”. Acusado por alguma crítica de ter construído um filme tão pouco idóneo como a vida do protagonista, que a mesma crítica entende sair engrandecida e apetecível, “O Lobo de Wall Street” é, para todos os efeitos, considerado um dos filmes do ano pela indústria e o mundo cinematográficos, já candidato aos Globos de Ouro para Melhor Filme (Musical ou Comédia) e Ator Principal. Realizado com grande fôlego, um olhar minimamente perspicaz poderá facilmente adivinhar a ironia com que a figura de Belford é retratada, com Di Caprio a desempenhá-la com o habitual brilhantismo.
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