"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























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sábado, 2 de julho de 2016

inPRENSA semanal: a minha selecção!

Quem, por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA semanal: a minha selecção!" que aí virão.






Um dominó sem fim
Juncker sobre o Brexit
A nossa Primavera Árabe
Brexit, prolongar a incerteza?
A Europa vai ser a verdadeira vítima do brexit
O preconceito antifederal pode matar
Pai tirano
http://www.jn.pt/opiniao/mariana-mortagua/interior/pai-tirano-5252871.html
“Agora é o momento de agir”: Quase 70 milhões de crianças podem morrer até 2030
Jovem foi 11 vezes ao hospital e morreu com cancro por diagnosticar
Impostos indiretos: Uma arma secreta que cortou o défice para metade
Acordar
Exigir fotocópia do Cartão de Cidadão vai dar multa até 750 euros
A hora europeia
O acontecimento das nossas vidas?
O desnorte europeu
A opção Noruega é a melhor para o Reino Unido 
Ex-ministro Miguel Relvas perde licenciatura
O que fazer quando alguém lhe exige uma fotocópia do seu cartão de cidadão?
Banco de Portugal admite rever exigência do cartão de cidadão
«A misericórdia não é uma palavra abstrata, mas um estilo de vida», sublinha papa
Salgueiro Maia condecorado em gesto de "reparação histórica"
Se sente frio mesmo no verão, estes podem ser os motivos
A lição maior do Terreiro do Paço
O visionário Alvin
Arcebispo marcou golo mas não evitou derrota com equipa de reclusos
Crónica de verão

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

É desta maneira que levam o nosso dinheiro! - mais umas deste nosso PORTUGAL, o tal, o dito estado de "direito"

Do MCG acabo de receber mais esta que urge, porque merece, divulgar neste "DITO&..." - mais uma, das muitas & variadas, "pieguices" minhas:

Cara(o)s Associada(o)s,

No dia 19 de Janeiro foram nomeadas 5 (cinco) personalidades - duas das quais estrangeiras - de reconhecido mérito para ... ... (um leigo não entende as suas funções).
Hoje - 15 de Fevereiro - foram nomeados 3 (três) "Doutores" para integrar a comissão de vencimentos que definirá o estatuto remuneratório das referidas cinco personalidades de reconhecido mérito...
Provavelmente, dentro de dias, serão nomeados mais "não sabemos quantos" para definir o estatuto remuneratório dos três que integram a comissão de vencimentos...
Palavras, para quê?!...
Como os Portugueses são dóceis, pacatos, cordeiros, ... etc .... o poder irá continuar a fazer o que quer de nós!
e não passam de uns piegas (oh se fossem mais do que isso...), acrescento eu - uma verdade&realidade permanente e infelizmente constatada!!!

Saudações,
Pela Direcção,
O Presidente,
Manuel Augusto Vieira Machado
MCG - Movimento de Cidadãos por Gaia
mcporgaia@gmail.com
telefone: 911933818
www.mcporgaia.pt
Conselho das finanças públicas
Conselho das finanças públicas comissão de vencimentos

NOTA: para quem não conhece este MCG, Movimento de Cidadãos por Gaia, tem uma oportunidade de o conhecer; assim:
"Não perca o "Bom Dia Portugal Fim de Semana" do próximo Domingo!
O nosso Movimento de Cidadãos vai lá estar falando de cidadania, de Vila Nova de Gaia e dos Gaienses!"

E já agora, por falar em «... que levam o nosso dinheiro!», uma 3ª "pérola" da "mesma conta, peso & medida" ou, se quiserem, da mesma espécie, "rosário", "mar", "vergonha", ....; esta:
Relvas sempre...
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=1&did=50715

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

É EXTRA+ORDINÁRIO

Pedro Santos Guerreiro
As nomeações para a EDP são um mimo. Catroga, Cardona, Teixeira Pinto, Rocha Vieira, Braga de Macedo... isto não é uma lista de órgãos societários, é a lista de agradecimentos de Passos Coelho. O impudor é tão óbvio nas nomeações políticas que nem se repara que até o antigo patrão de Passos, Ilídio Pinho, foi contratado.
Estava a correr bem de mais... Um grande negócio para o Estado, uma privatização que reforça a EDP, a gestão reconduzida. Mas a carne é fraca. É sempre fraca. Só falta uma proposta na Assembleia Geral da EDP: mudar o nome de Conselho Geral e de Supervisão (CGS) para o de Loja do Governo.
É extraordinário como uma empresa em vias de total privatização se consome na absurda politização. E é surpreendente: a recondução de
António Mexia fora uma demonstração de isenção de Passos Coelho: este Governo não gosta de Mexia nem do poder da EDP (basta ler a entrevista de hoje do secretário de Estado da Energia neste jornal) mas quando os chineses perguntaram se o queriam, Passos não se opôs - remeteu a decisão para os accionistas. Ingenuidade do primeiro-ministro? Não, ingenuidade nossa. A troca foi esta lista de famosos da política. Porquê?
Eis porquê: primeiro, os chineses concebem as estruturas de poder ancoradas no Estado, pelo que acharão normal a sofreguidão de emissários políticos; segundo, os chineses trabalham em ciclos longos, pelo que os próximos três anos de mandato são, como na anedota, um "deixa-os poisar" que deixará crer que não os novos donos não vêm controlar. Mas o mais importante é outra coisa: o CGS representa os accionistas da EDP e muitos, aflitos que estão, também querem vender aos chineses. O triângulo amoroso produziu esta aberração.
Para ser isto, o CGS da EDP devia ser extinto. Este órgão, criado para gerir o equilíbrio entre o Estado e privados, tornou-se numa loja de vendedores e vendidos. Paradoxalmente, o Conselho de Administração Executivo seria mais independente se o CGS fosse extinto e funções como as de auditoria e remunerações fossem transferidas.
António Mexia não é desta loja, ser convidado para um novo mandato é uma grande vitória sua, mas ele sai mais fraco: tem um Governo hostil, aceitou nomes na comissão executiva impostos pelos chineses e está apoiado em accionistas que estão de saída (BES,
Mello, BCP).
Voltemos às nomeações. Podíamos dizer que não está em causa o mérito pessoal de cada uma destas pessoas, mas está. Porque o mérito que está a ser recompensado não é o técnico ou sentido estratégico, é o da lealdade e trabalho político. É Catroga (ainda assim, o único aceitável) ter suado por Passos como "ministro sombra", é Teixeira Pinto ter feito a proposta de revisão constitucional, é Braga de Macedo ter feito uma estratégia para a internacionalização que foi triturada por Portas.
É curioso, mas
Miguel Relvas, tendo a fama de "apparatchik" que tem, está a fazer as coisas bem. Na RTP, manteve a administração de Guilherme Costa, que tem gente essencialmente próxima do PS. Já Passos reincide na fórmula tenebrosa da Caixa Geral de Depósitos, reforçando a dose: dois cavaquistas (Catroga e Rocha Vieira), dois passistas (Braga e Teixeira Pinto) e um CDS (Celeste Cardona, a mulher mais polivalente de Portugal, já foi ministra, banqueira e agora será conselheira na Energia).
Duas linhas para Ilídio Pinho: é um grande empresário, está ligado ao Oriente e não precisa deste cargo para nada. Precisam talvez as suas empresas. E é pouco recomendável ver metido nisto o accionista e membro dos órgãos da Fomentivest, onde trabalhava Passos Coelho. O próprio devia sabê-lo - e não aceitar.
Por esta lógica, ainda veremos Ângelo Correia ou José Luis Arnaut assomarem numa das próximas nomeações (a próxima é já a
Portugal Telecom). O problema é que, enquanto isso, milhões de portugueses estão a perder salários, empregos, a pagar mais impostos, mais pelas rendas ou pela saúde. Estas nomeações são uma provocação social. Porque enquanto muitos tratam da sua vida, alguns tratam da sua vidinha.As nomeações da EDP, como antes as da Caixa, são um mau sinal dentro da EDP e da Caixa, e são um mau sinal do País. Já não é descaramento, é descarrilamento. A indignação durará uns dias, depois passa, cai o pano sobre a nódoa. A nódoa fica. Quem é mesmo o macaquinho do chinês?

in http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=530251&pn=1