"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























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segunda-feira, 20 de novembro de 2017

LIVRO&LEITURA: Leitura: “Madonna – Tesouros dos Museus do Vaticano”

Foi uma das exposições do ano em Portugal, “Madonna – Tesouros dos Museus do Vaticano”, que o Museu Nacional de Arte Antiga, em Lisboa, acolheu de maio a setembro e que pode agora ser revisitada através do volume lançado pela Imprensa Nacional Casa da Moeda. Para saber mais, clicar AQUI.

terça-feira, 16 de maio de 2017

CINEMA&FILME: "Antão, o invisível" e "Num globo de neve"

A declaração do júri sublinha que o galardão, no valor de dois mil euros, é atribuído às duas curtas metragens «pela simplicidade eficaz dos dispositivos utilizados», bem como «pela sinceridade desarmante das experiências e sentimentos» que apresentam. Para saber mais, clicar AQUI.

quarta-feira, 14 de maio de 2014

HISTÓRIA: O novo tesouro de Goa

Não fosse o rigor exemplar do gerente do BNU em Goa nas vésperas da invasão das tropas indianas, em 1961, e, muito provavelmente, uma singular colecção de jóias não estaria hoje exposta no Museu Nacional de Arte Antiga, em Lisboa. Durante 50 anos, as jóias estiveram em caixotes.
Agora, fornecem pistas sobre como em Goa se trabalhava — e usava — o ouro.
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