A peregrinação a Fátima permanece um dos fenómenos religiosos capazes de suspender a ideia, frequentemente repetida, de que a religião (quase) desapareceu da cena pública. Para saber mais clicar AQUI.
«O êxito de um bom dito reside no ouvido daquele que o escuta, não daquele que o pronuncia» (Shakespeare)
"Porquê?" & "Para quê?"
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
quarta-feira, 13 de maio de 2026
ESPIRITUALIDADE: Peregrinos na berma do asfalto
sábado, 20 de dezembro de 2025
LIVRO&LEITURA: “Histórias que as ruas contam”,
"Basta sairmos de casa, darmos uns passos e logo surge uma placa toponímica num suporte de pedra, num muro ou na parede de um prédio. Os nomes das ruas fazem parte do nosso dia a dia, mas será que sabemos a quem se referem e porquê, ou que acontecimentos históricos ali ocorreram?
domingo, 1 de junho de 2025
Quer uma praia com água limpa? Mapa de 2025 tem recorde de 81 areais “Zero Poluição”
Neste domingo, cerca de um terço das praias em Portugal (227 das 673 águas balneares) inicia a época balnear. Associação ambientalista Zero identifica recorde de 81 praias “Zero Poluição” em 2025. Para saber mais, clicar AQUI.
sábado, 10 de maio de 2025
(in)PRENSA semanal (3/05/2025 a 9-05-2025): a minha selecção!
Quem, por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA semanal: a minha selecção!" que aí virão.
sábado, 22 de março de 2025
LIVROS&LEITURA: Kennedy e Salazar e outros
sábado, 27 de julho de 2024
(in)PRENSA semanal (20/07/2024 a 26-07-2024): a minha selecção!
Quem, por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA semanal: a minha selecção!" que aí virão.
domingo, 19 de novembro de 2023
COMEMORAÇÃO/EFEMÉRIDE/EVOCAÇÃO/RECORDAÇÃO: 7º dia Mundial dos Pobres
Mais um dia mundial, o 7º Dia Mundial dos Pobres. E porque ele existe? A resposta, incompleta quanto a mim, está ao alcance desta mãozinha AQUI.
«Os pobres são uma multidão. E ao pensar nesta imensa multidão de pobres, a mensagem do Evangelho é clara: não enterremos os bens do Senhor Coloquemos a caridade em círculo, partilhemos o nosso pão, multipliquemos o amor. A pobreza é um escândalo. A pobreza é um escândalo. Quando o Senhor voltar, pedir-nos-á contas.» São algumas das palavras pronunciadas pelo papa Francisco no domingo 19 de novembro perante milhares de pessoas sem-teto, migrantes, idosos e pessoas com deficiência que, juntamente com os voluntários que estão ao seu lado todos os dias, enchiam a basílica de S. Pedro. A ocasião era o 7.º Dia Mundial dos Pobres, festa introduzida precisamente por Francisco em 2017, na conclusão do Jubileu da Misericórdia, e celebrada com solenidade todos os anos, para encorajar as comunidades cristãs e os crentes individualmente a viver o amor pelos pobres como uma dimensão fundamental da sua vocação e tornarem-se «cada vez mais e melhor sinal concreto da caridade de Cristo pelos últimos e mais necessitados». E para saber mais, clicar AQUI.
quarta-feira, 2 de agosto de 2023
JMJ Lisboa 2023: é hoje!
segunda-feira, 25 de abril de 2022
COMEMORAÇÃO/RECORDAÇÃO: 25 de abril
Entre as histórias deste dia AQUI, conta-se a revolução de 25 de Abril de 1974 na RTP AQUI, da Associação 25 de Abril AQUI, na Wikipédia AQUI e por aí afora... AQUI (A voz e os ouvidos do MFA), AQUI (Avª da Liberdade) e, transcrito do Expresso, "a história definitiva do homem certo no sítio certo no dia certo. Que falava alto, que cantava desafinado, que não se encolhia, que foi maltratado depois de protagonizar História, que enganou enquanto pôde o que a tristeza lhe tirou na infância e na morte – o direito a ter o que é devido. Um herói português. O capitão que quase enganou a tristeza" AQUI, AQUI, AQUI, AQUI e AQUI.
Às 22h55m do dia 24 de Abril de 1974, os Emissores Associados de Lisboa transmitia "E depois do Adeus" AQUI. ÀS 00h25m do dia 25 de Abril de 1974, a senha, o efectivo sinal de saída dos quartéis era dado pela emissora católica Rádio Renascença fazendo ouvir AQUI, a "Grandola Vila Morena" de Zeca Afonso. Forças Armadas cansadas da guerra. Pudera! se o soldadinho não volta do outro lado do mar e, se volta, vem numa caixa de pinho... como AQUI no seu EP em vinil de 1964 (a nº1 do meu Top Musical), tão bem canta Adriano Correia de Oliveira com poema de Reinaldo Ferreira. Posteriormente (1969) José Mário Branco compunha "Ronda do Soldadinho" AQUI.
Interessante é saber o que muito pouca e boa gente sabe e muita e também boa gente não sabe, logo a saber: qual a razão daquelas duas músicas para senha. Transcrevendo da Wikipédia "A razão da escolha de "E Depois do Adeus" é clara: não tendo conteúdo político e sendo uma música em voga na altura, não levantaria suspeitas, podendo a revolução ser cancelada se os líderes do MFA concluíssem que não havia condições efectivas para a sua realização. A posterior radiodifusão, na emissora católica, de uma música claramente política de um autor proscrito daria a certeza aos revoltosos de que já não havia volta atrás, que a revolução era mesmo para arrancar." Para saber mais clicar AQUI e AQUI.
sábado, 26 de março de 2022
inPRENSA semanal (19 a 25-03-2022): a minha selecção!
Quem, por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA semanal: a minha selecção!" que aí virão.