"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























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sábado, 16 de maio de 2020

inPRENSA semanal (de 9 a 15-05-2020): a minha selecção!

Quem, por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA semanal: a minha selecção!" que aí virão.   



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Operação mundial leva à recuperação de 19 mil relíquias culturais roubadas
Uso de máscara e lugares marcados: assim vão passar a ser as missas
Grécia: Manifestantes incendeiam hotel para impedir acolhimento de refugiados
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Covid-19: Autoridades alemãs inquietas com primeiros sinais pós desconfinamento
Sai mil milhões para o Novo Banco
Estados Unidos ou China? Com a pandemia chegou o "momento da escolha" para Portugal
"Peregrinar com o coração é mais doloroso do que palmilhar o caminho"
Dúvidas crescentes à volta da retoma
Crise do petróleo deixa economia do país mais populoso de África à beira do colapso
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Como vão ser as celebrações em Fátima? Saiba quem participa e como acompanhar
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Um novo desastre humanitário
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Vitamina D associada a menos mortes por covid-19 (e 80% dos portugueses tem falta dela)
Forças de segurança lideram suspeitas de corrupção na administração central
Pandemia pode matar indiretamente seis mil crianças por dia, alerta Unicef
“Numa noite escura de fé, fica connosco, Senhor”. Fátima num manto de luz e de silêncio [fotogaleria
Até o gelo dos glaciares pode estar a sentir (e a registar) o impacto da covid-19
“Mesa para Um”. Na Suécia, vai abrir um restaurante inspirado pela pandemia
Pela primeira vez na História, Fátima vazia no 13 de maio
Surto junto à fronteira com a Rússia e novos casos em Wuhan fazem China temer segunda vaga 
Um país, duas Igrejas  
Procissão das velas no 13 de Maio. Três peregrinos iluminam noite mais escura de Fátima
13 de Maio em Fátima na pandemia. Um “deserto escuro” onde costuma estar um “mar de luz
Fátima vazia e do tamanho do mundo. Reveja a procissão das velas no Santuário
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O Ronaldo dos jogos a feijões
Centeno não sai, mas também não fica
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Tão limitados e tão pequeninos… Mas não abandonados
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Cardeal Marto: "Ou nos salvamos todos juntos ou nos afundamos todos juntos"
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D. Manuel Vieira Pinto. Ética e mística
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África, milhões de pessoas não têm água ou sabão. Lavam as mãos com cinzas
Brasil perde mais um ministro da Saúde em plena pandemia
Greve das rendas nos Estados Unidos em tempos de pandemia
Seis mil crianças podem vir a morrer por dia devido ao impacto da pandemia
“É desesperante”: o apelo ao mundo da Amnistia Internacional (“há muitos apelos que não têm resposta mas esta é a nossa obrigação”)

sábado, 23 de julho de 2016

inPRENSA semanal: a minha selecção!

Quem, por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA semanal: a minha selecção!" que aí virão.




Dois Papas
Perigo de vida
Quem protege os nossos filhos?
Aprender a viver com isto
De novo a barbárie
Um golpe planeado? A luta contra Erdogan que o tornou mais forte
Purificação erdogânica
MUNDO CÃO – “O PRESENTE DE DEUS” A ERDOGAN, por José Goulão
Uma explicação imperdível de José Goulão sobre o atentado de Nice  
Pombas e 'motards' no batizado do campeão Quaresma
Quaresma: as fotos oficiais do batizado
Drone Ambulância TU Delft (Legendado)
Médicos investigados por fraudes de quase mil milhões
Reveladas as principais causas do AVC
Marcelo elogia emprego de Durão... Mas porquê?!
Reservas de petróleo vão pressionar preços nos próximos anos
Um assunto vital
Parem para pensar
Terror cultural
Escolas sem dinheiro para luz e água
Eurodeputados pedem investigação à nomeação de Durão Barroso para Goldman Sachs
“Sede de paz”: Assis acolhe encontro de diálogo e oração entre culturas e religiões
Vaticano estará pela primeira vez na abertura dos Jogos Olímpicos
Os três papas em Auschwitz e Birkenau
Banif? "Principais responsáveis são acionistas e administração"
A culpa é dos acionistas, Banco de Portugal, governo de Passos e dos gestores
O silêncio de Morais Sarmento

domingo, 29 de julho de 2012

Quem os conhece, ESSES DESCONHECIDOS (1)...



No norte da Nigéria o clima e as terras são muito quentes e áridos. Mais de 70% da sua população, de 155 milhões de pessoas, não dispõe de acesso à água potável. As Irmãs de Fátima são um oásis neste deserto e fazem tudo ao seu alcance para resolver esta falta na zona onde se encontram, plenamente cientes de que esta escassez é a principal causa da maioria das doenças que assola aquela região.
http://portuguese.ruvr.ru/2012_06_03/mais-uma-igreja-explodida-na-nigeria/

Na Nigéria, um dos países onde os Cristãos mais têm sofrido, uma congregação de irmãs corajosas demonstra por que razão as nossas orações são preciosas: inspiradas em Fátima, elas fazem acontecer todos os dias um pequeno milagre.
Num dos últimos atentados mais sangrentos registados na Nigéria, no final de Abril, dezenas de pessoas morreram quando participavam na missa numa universidade. Desde o primeiro instante que o atentado foi imputado à seita islamita radical Boko Haram. Este foi apenas um dos muitos atentados que têm dilacerado esta nação africana. A Nigéria é um país que alguns querem dividir. O Norte, maioritariamente muçulmano, e o Sul, onde predomina a religião cristã, parecem ditar uma espécie de fronteira entre si. No entanto, apesar das mortes violentas que têm vindo a ocorrer desde 1999 -- mais de 11 mil pessoas -, há quem persista em demonstrar que o diálogo da paz é possível.
Fazer a paz ou a guerra
É certo que uma bomba demora menos tempo a preparar e a fazer explodir do que o complexo processo de fornecimento de água em zonas áridas deste país de África. Há quem seja terrorista e pretenda implementar a lei islâmica na Nigéria, e há quem deseje apenas ser instrumento de paz e de progresso entre a população do país.
Com aqueles, não vale a pena gastar um minuto de atenção. São terroristas. Mas detenhamo-nos um pouco sobre quem procura distribuir água pelas aldeias da Nigéria. Sabem quem são? Apenas um punhado de mulheres. São pessoas comuns, se as olharmos apenas como quem observa uma fotografia. Mas, se virmos bem, são seres humanos extraordinários, que fazem imenso com o pouquíssimo de que dispõem. Estas mulheres são heroínas pela persistência, pela convicção e pela fé. São as Irmãs de Nossa Senhora de Fátima, uma Ordem fundada em 1965 pelo Bispo John Raddington, SME, e que hoje, na pobreza dos seus meios, fazem a diferença, representam um oásis de esperança e de paz num país violentado quase todos os dias por grupos armados que semeiam o terror e a morte.
Uma Ordem inspirada em Fátima
Não é extraordinário que, apenas uma semana depois de uma multidão de milhares de crentes ter enchido o Santuário de Fátima, travarmos conhecimento com este punhado de mulheres, irmãs consagradas, que algures no Norte da Nigéria esventram a terra árida até que a água, que é sinal de vida, brote à superfície?
Estas irmãs, cuja Ordem foi inspirada nas aparições e na mensagem de Fátima, têm como missão ajudar as populações mais pobres a nível médico, educativo, social e pastoral.
Não desistir nunca
Os terroristas da Boko Haram procuram símbolos, Igrejas, crentes reunidos em oração, para sublinharem, na violência dos seus actos, que os Cristãos não são bem-vindos na Nigéria: pior, que os querem dali para fora, numa visão sectária do país que não permite sequer o diálogo com outras religiões, que impede a liberdade de culto. Estas mulheres consagradas, da Ordem das Irmãs de Nossa Senhora de Fátima, desejam o oposto: É no Norte do país, maioritariamente muçulmano que trabalham. É esse o seu povo. São pessoas pobres que precisam de ajuda médica, que necessitam de quase tudo. Até de água potável.

sexta-feira, 9 de março de 2012

Nigéria: diálogo pela vida

Tal como Angola, outro país africano independente e rico em petróleo. "Só" o sexto maior vendedor mundial de petróleo e o maior produtor do continente africano. No entanto...veja-se (pel)o vídeo.

Nigéria: três mortos em novo atentado de terroristas islâmicos em igreja

A seita islâmica nigeriana Boko Haram já reivindicou o atentado suicida ocorrido, domingo dia 26 de fevereiro, contra uma igreja na cidade de Jos, no centro do país, e que, no último balanço conhecido, terá causado pelo menos três mortos e dez feridos.
Segundo os primeiros relatos, tratou-se de um ataque suicída em que o bombista se projectou num automóvel para dentro da própria igreja, provocando a explosão quando se encontrava perto do púlpito.
Ao telefone, um porta-voz do Boko Haram, Abul Qaqa, justificou o ataque simplesmente por se tratar de uma igreja, deixando no ar a ameaça de novos actos terroristas. “Nós atacámos porque é uma igreja, e podemos decidir atacar qualquer igreja. Nós apenas começámos”.
O atentado terá provocado represálias por parte de jovens cristãos, o que pode prenunciar uma crescente onda de violência. Recorde-se que, nos últimos dez anos, cerca de 10 mil pessoas perderam a vida na Nigéria por causa dos extremistas muçulmanos. Mais de 300 igrejas foram destruídas e 250 mil pessoas foram forçadas a abandonar as suas casas.
Entretanto, o general Oluseyi Petinrin, Chefe de Estado Maior da Força Aérea nigeriana, afirmou possuir “provas de elos entre o Boko Haram e a Al Qaeda no Magrebe Islâmico”. Esta afirmação, por um alto responsável militar, vem confirmar a suspeita da ligação estreita entre ambos os grupos terroristas e foi produzida perante os responsáveis pela segurança dos países da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental.