O respeito pela diferença de outras tradições espirituais não nos deve fazer perder da visão do cristianismo como proposta de humanização universal. Descubro em meus contemporâneos não só uma fome de espiritualidade, mas um desejo de recuperar, de forma compreensiva e atual, a tradição religiosa da qual provimos. Para continuar a ler - convém - clicar AQUI.
«O êxito de um bom dito reside no ouvido daquele que o escuta, não daquele que o pronuncia» (Shakespeare)
"Porquê?" & "Para quê?"
Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
Mostrar mensagens com a etiqueta Pablo d’Ors. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Pablo d’Ors. Mostrar todas as mensagens
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016
ESPIRITUALIDADE: Haverá alguém na Igreja que se atreva?
Etiquetas:
"Biografia do silêncio",
Deus,
ed. Paulinas,
eucaristia,
igreja,
Pablo d’Ors,
pão,
sacramentos,
sacrário,
símbolos,
SNPCultura,
vinho
quarta-feira, 12 de março de 2014
LEITURA: "A biografia do silêncio"
«Para meditar não importa sentir-se bem ou mal, contente ou triste, esperançado ou desiludido. Qualquer estado de alma que se tenha é o melhor estado de alma possível nesse momento para fazer meditação, pois é precisamente o que se tem. Graças à meditação, aprende-se a não querer ir a nenhum lugar diferente daquele em que se está; quer-se estar onde se está, mas plenamente. Para explorá-lo. Para ver o que nos oferece de si.» «A nós, seres humanos, caracteriza-nos um desmedido afã por possuir coisas, ideias, pessoas… Somos insaciáveis! Quanto menos somos, mais queremos ter. Ao contrário, a meditação ensina que, quando nada se possui, mais oportunidades se dão ao ser.» «Fazer meditação é colocar-se justamente nesse preciso instante: tens sido um vagabundo, mas podes converter-te num peregrino. Queres?»
Ler mais em:
http://www.snpcultura.org/a_biografia_do_silencio.htmlA meditação fortalece a necessária desconfiança no mundo exterior e a incompreensível confiança no nosso verdadeiro mundo, que costumamos desconhecer. Quando meditamos, as nossas feições suavizam-se e a nossa expressão transfigura-se. Continuamos aqui, nesta terra, mas é como se já nem lhe pertencêssemos. Moramos noutro país, pouco frequentado, e atravessamos os campos de batalha sem ser feridos. Embora as flechas se cravem em nós e as balas penetrem nas nossas carnes, essas balas não nos derrubam nem essas flechas fazem com que brote sangue… Saímos desses campos de batalha crivados, mas vivos; caminhando e sorrindo porque não sucumbimos e demonstrámos a nossa eternidade. Meditamos para sermos mais fortes do que a morte.
Ler mais em:
http://www.snpcultura.org/porque_apresentar_a_vida_como_ato_de_combate_em_vez_de_ato_amor.html
«É comum as biografias traduzirem as res gestae dos humanos, de atos quase heroicos, das palavras marcantes, das paixões que a memória maturada no final da vida procura legar para a posteridade. Mas uma biografia do silêncio? Do não dito, do não tocado, do impensado, do invisível, da não-correspondência, do incorpóreo, dos não-lugares, dos espaços impossíveis e inenarráveis? Meditar silenciosamente é revelar-se a alguém e ser recebido noutro silêncio, em sinal de profunda comunhão corpórea. É um lugar de interlocução, de atividade e passividade, lugar para buscar e ser escutado. Este movimento que vai da dádiva ao acolhimento é escuta do profundo, de si e dos outros. A passividade do silêncio é ação pura. Aprender a silenciar-se, a sentir-se como alteridade, é respeitar a gestualidade e a transcendência do nosso corpo. Para Pablo d’Ors «o amor – como a arte ou a meditação – é pura e simplesmente confiança. E prática, evidentemente, porque também a confiança se exercita». Nesse sentido, o silêncio é um fenómeno erótico profundo. É a gestualidade pura dos amantes maturados na sua relação sacramental.» Posfácio de “A biografia do silêncio”.Ler mais em:
Ler mais em:
http://www.snpcultura.org/corpo_silente.html
«É comum as biografias traduzirem as res gestae dos humanos, de atos quase heroicos, das palavras marcantes, das paixões que a memória maturada no final da vida procura legar para a posteridade. Mas uma biografia do silêncio? Do não dito, do não tocado, do impensado, do invisível, da não-correspondência, do incorpóreo, dos não-lugares, dos espaços impossíveis e inenarráveis? Meditar silenciosamente é revelar-se a alguém e ser recebido noutro silêncio, em sinal de profunda comunhão corpórea. É um lugar de interlocução, de atividade e passividade, lugar para buscar e ser escutado. Este movimento que vai da dádiva ao acolhimento é escuta do profundo, de si e dos outros. A passividade do silêncio é ação pura. Aprender a silenciar-se, a sentir-se como alteridade, é respeitar a gestualidade e a transcendência do nosso corpo. Para Pablo d’Ors «o amor – como a arte ou a meditação – é pura e simplesmente confiança. E prática, evidentemente, porque também a confiança se exercita». Nesse sentido, o silêncio é um fenómeno erótico profundo. É a gestualidade pura dos amantes maturados na sua relação sacramental.» Posfácio de “A biografia do silêncio”.Ler mais em:
Ler mais em:
http://www.snpcultura.org/corpo_silente.html
Etiquetas:
A biografia do silêncio,
leitura,
Meditação,
Pablo d’Ors,
Paulinas editora
Subscrever:
Mensagens (Atom)