"A morte saiu à rua num dia assim" há 37 anos, neste dia AQUI, 23 de Fevereiro. Evocá-lo é preciso&merecido! Assim como AQUI, por AQUI, com o seu último concerto cantado AQUI e contado AQUI. Vai daí que seja bem pertinente, oportuna e relevante esta pergunta AQUI do cantautor da companheira de "Grândola, vila morena" no arranque da Revolução dos Cravos que neste abril de 2024 faz 50 anos. Murchos, infelizmente! - com muita mágoa assim o afirmo.
«O êxito de um bom dito reside no ouvido daquele que o escuta, não daquele que o pronuncia» (Shakespeare)
"Porquê?" & "Para quê?"
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
sexta-feira, 23 de fevereiro de 2024
segunda-feira, 25 de abril de 2022
COMEMORAÇÃO/RECORDAÇÃO: 25 de abril
Entre as histórias deste dia AQUI, conta-se a revolução de 25 de Abril de 1974 na RTP AQUI, da Associação 25 de Abril AQUI, na Wikipédia AQUI e por aí afora... AQUI (A voz e os ouvidos do MFA), AQUI (Avª da Liberdade) e, transcrito do Expresso, "a história definitiva do homem certo no sítio certo no dia certo. Que falava alto, que cantava desafinado, que não se encolhia, que foi maltratado depois de protagonizar História, que enganou enquanto pôde o que a tristeza lhe tirou na infância e na morte – o direito a ter o que é devido. Um herói português. O capitão que quase enganou a tristeza" AQUI, AQUI, AQUI, AQUI e AQUI.
Às 22h55m do dia 24 de Abril de 1974, os Emissores Associados de Lisboa transmitia "E depois do Adeus" AQUI. ÀS 00h25m do dia 25 de Abril de 1974, a senha, o efectivo sinal de saída dos quartéis era dado pela emissora católica Rádio Renascença fazendo ouvir AQUI, a "Grandola Vila Morena" de Zeca Afonso. Forças Armadas cansadas da guerra. Pudera! se o soldadinho não volta do outro lado do mar e, se volta, vem numa caixa de pinho... como AQUI no seu EP em vinil de 1964 (a nº1 do meu Top Musical), tão bem canta Adriano Correia de Oliveira com poema de Reinaldo Ferreira. Posteriormente (1969) José Mário Branco compunha "Ronda do Soldadinho" AQUI.
Interessante é saber o que muito pouca e boa gente sabe e muita e também boa gente não sabe, logo a saber: qual a razão daquelas duas músicas para senha. Transcrevendo da Wikipédia "A razão da escolha de "E Depois do Adeus" é clara: não tendo conteúdo político e sendo uma música em voga na altura, não levantaria suspeitas, podendo a revolução ser cancelada se os líderes do MFA concluíssem que não havia condições efectivas para a sua realização. A posterior radiodifusão, na emissora católica, de uma música claramente política de um autor proscrito daria a certeza aos revoltosos de que já não havia volta atrás, que a revolução era mesmo para arrancar." Para saber mais clicar AQUI e AQUI.
segunda-feira, 9 de agosto de 2021
MÚSICA: JOSÉ AFONSO no dia em que fazia 92 anos
terça-feira, 29 de junho de 2021
MÚSICA: 50 discos para recordar 1971. Revolução do rock, da tropicália, do prog e da canção como arma
Dos Estados Unidos a Inglaterra, de Portugal ao Brasil, o mundo parou há 50 anos para ouvir músicas tão impactantes como Stairway to Heaven dos Led Zeppelin, Imagine do John Lennon, The Revolution Will Not Be Televised de Gil Scott-Heron ou Grândola, Vila Morena de Zeca Afonso. Para saber mais clicar AQUI.
sábado, 19 de junho de 2021
inPRENSA semanal (12 a 18-06-2021): a minha selecção!
Quem, por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA semanal: a minha selecção!" que aí virão.
sábado, 1 de agosto de 2020
inPRENSA semanal (25 a 31-07-2020): a minha selecção!
sábado, 25 de abril de 2020
EFEMÉRIDE/COMEMORAÇÃO/RECORDAÇÃO: 25 de ABRIL
O Coral de Letras e a Casa Comum da Universidade do Porto lançaram o desafio. E foi a partir de casa que cerca de 250 pessoas cantaram esta AQUI versão especial da canção de Zeca Afonso que, há 46 anos, serviu de senha para o arranque da Revolução dos Cravos.
sexta-feira, 2 de agosto de 2019
MÚSICA: Parlamento quer que obra de Zeca Afonso seja classificada de interesse nacional
quinta-feira, 25 de abril de 2019
COMEMORAÇÃO/EFEMÉRIDE/RECORDAÇÃO: 25 de Abril
Comemorações do dia 25 de Abril de 2019, no seu 45º aniversário AQUI pela RR.
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017
EFEMÉRIDE/COMEMORAÇÃO/RECORDAÇÃO: Zeca Afonso
Grândola.
Vila.
Morena.
O Bernardo Mendonça, aqui no Expresso, recolheu nove testemuhos de gente que se cruzou com ele em vida ou depois desta: Marcelo Rebelo de Sousa, Adolfo Luxúria Canibal, Bagão Félix, Vitorino, Maria do Céu Guerra, Pedro Ayres Magalhães, Ruben de Carvalho, Marisa Liz e Manuel Alegre. O de Alegre é tocante, porque o descreve com os “seus tiques”, um deles “a mão na orelha”, e o define enquanto o poeta que usava palavras como lacrau, licranço, bruxas, cavaleiro e cantava canções da giesta. Cito, de um fôlego: “E mais tarde os vampiros e os eunucos, os caídos e os tiranos, os filhos da madrugada, a rola branca, rola fria, repetições, paralelismos, trovas, endechas, cantares de amigo. As suas letras são por vezes destruidoras da lógica e da gramática” - mas nunca do bom gosto e do bom senso.
Nas letras de Zeca Afonso não cabem a “bisbilhotice”, a “porta na cara” e a “porta do cavalo”, o “grau zero”, o “pessimista irritado”, o “mentir” e o “mentiroso”, os “erros de percepção mútua”, as SMS e os 10 mil milhões de euros , nem outros soundbites quejandos que se aguentam mais do que 15 minutos (a propósito, Warhol também morreu há 30 anos), nem a proverbial sacudidela do capote e nem o spin.
Talvez por isto Zeca tenha dito não aos partidos políticos. Para se manter para sempre livre.
AQUI comemorava-se os 20 anos do seu falecimento. Mas há mais AQUI numa entrevista, AQUI no seu último concerto ao vivo em 1983 no Coliseu, AQUI um Mix de músicas suas. Quanto a álbuns, o "Fura Fura" AQUI, o "Cantigas do Maio" AQUI, o "Enquanto há força" AQUI e a partir chegam a muitos mais.
AQUI as saudades e a falta que ele nos faz!