"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























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sábado, 7 de setembro de 2013

(in)PRENSA semanal: a minha selecção!

Para quem, que por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA: a minha selecção" que aí virão.
A democracia é uma chatice
Bagão Félix "Passos Coelho erra por inexperiência política"
Contrapoder: compacto da semana
Bom senso, Constituição e Presidente da República
Um país de políticos
Paulo Trigo Pereira "Portugal está a entrar num beco" cuja saída é "aumentar impostos"
Cinco crianças incendiárias foram identificadas pelas autoridades
RTP Passos será entrevistado directamente pelo povo
Constitucional Rosalino 'esquece-se' de entregar declaração de rendimentos a tempo
Filho de José Mourinho assina pelo Fulham
Saiba onde a PSP vai colocar radares de controlo de velocidade
Tribunal obriga partidos a pagar Imposto Municipal sobre Imóveis
Sindicato ameaça com o Constitucional se não houver recuo no corte das pensões
Constança Cunha e Sá "Dá ideia de que há ligações promíscuas entre troika e Governo"
EUA lançaram 231 ciberataques em 2011
Vice-presidente da Câmara do Porto acusa Menezes de não ter limites e de “falta de vergonha”
Não são salvadores, mas fazem falta
Media Televisões 'entupidas' com quase 14 horas de novelas por dia
Iniciativa Ir tarde às compras dá direito a táxi gratuito no Porto
Ferreira Leite "É preocupante que se amedronte as pessoas com um papão"
Papa convence mulher a não abortar e oferece-se para ser padrinho
Francisco: 4. sobre temas em debate
Os caprichos da Páscoa na economia

sábado, 23 de março de 2013

(in)PRENSA semanal: a minha selecção

Para quem, que por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA: a minha selecção" que aí virão.

 
Morreu Mário Murteira
José Silva Lopes, antigo ministro das Finanças
Contrapoder: compacto da semana 11-15 Março
Não tinha que ser assim, pois não?
Uma colossal crise política
"Quero uma Igreja pobre, para os pobres", declarou hoje o Papa
Papa continua a surpreender com simplicidade e afectividade
Do escândalo Libor às buscas em Portugal
“Estamos todos a evitar anunciar a bancarrota!”
Conheça a história da empregada de limpeza que ganhou o Euromilhões (logo bancarrota não é com ela)
Eleição do papa é «sinal» de que «redenção já não vem com o fausto» mas com a «humildade», diz Henrique Monteiro
Freitas do Amaral defende mudança de primeiro-ministro
Demitam-se e depois?
Ex-governante Freitas do Amaral culpa Merkel pelo "desfazer da unidade europeia"
Bagão Félix Taxa sobre depósitos no Chipre acende rastilho para fim do euro
Tributar os depósitos bancários
Alunos vão realizar exames do 4º ano noutras escolas. Pais e directores estão contra
A guerra dos sabe-se lá quantos anos
Capucho defende afastamento de Gaspar, Relvas e até de Passos
Não tenhais medo... da bondade e da ternura
http://rr.sapo.pt/opiniao_detalhe.aspx?fid=34&did=100812
Crise aumenta despedimentos de grávidas e mães recentes
Já não é preciso ser alpinista para subir o Everest
O dia em que o Governo vai cair
A lição portuguesa em Chipre
http://expresso.sapo.pt/a-licao-portuguesa-em-chipre=f794569
Chipre e o coro politicamente correto
É preciso explicar Relvas e Pinhal aos cipriotas 
João Ferreira do Amaral defende saída do euro
Igreja cipriota disposta a hipotecar tudo para ajudar o país
A personalidade de Jorge Mario Bergoglio na saudação aos cardeais a 15 de março, um dia depois de ser eleito papa.
Papa Francisco pede ternura, bondade, humildade e serviço
Jesuíta torturado por militares nega envolvimento do Papa
Inconstitucionalidade Orçamento chumbado pelo Tribunal Constitucional
Catroga: Governo acreditou "numa visão mecanicista de saída da crise"

sábado, 22 de dezembro de 2012

(in)PRENSA semanal: a (minha) selecção possível

Para quem, que por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA: a minha selecção" que aí virão.

Nações Unidas propõem renegociação da dívida portuguesa
http://expresso.sapo.pt/nacoes-unidas-propoem-renegociacao-da-divida-portuguesa=f774147
RTP - o inacreditável está a acontecer?
http://expresso.sapo.pt//rtp-o-inacreditavel-esta-a-acontecer=f774304?utm_source=newsletter&utm_medium=mail&utm_campaign=newsletter&utm_content=2012-12-16
Mas não devia.
http://expresso.sapo.pt//mas-nao-devia=f774213?utm_source=newsletter&utm_medium=mail&utm_campaign=newsletter&utm_content=2012-12-16
"O Presidente não pode fugir a dizer o que pensa sobre o OE"
http://economico.sapo.pt/noticias/o-presidente-nao-pode-fugir-a-dizer-o-que-pensa-sobre-o-oe_158674.html
Arcebispo de Braga critica um Natal apenas de "hábitos e rotinas comerciais"
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=29&did=89398
Água privatizada é mais cara
http://rr.sapo.pt/opiniao_detalhe.aspx?fid=34&did=89421
Encontro do CDS “mostrou que Governo vive em crise iminente”
http://economico.sapo.pt/noticias/encontro-do-cds-mostrou-que-governo-vive-em-crise-iminente_158609.html
Os cavalos também se abatem
http://expresso.sapo.pt//os-cavalos-tambem-se-abatem=f774428?utm_source=newsletter&utm_medium=mail&utm_campaign=newsletter&utm_content=2012-12-18
Passos Coelho erra se vender agora a TAP
http://expresso.sapo.pt/passos-coelho-erra-se-vender-agora-a-tap=f774426
É o Relvas e o Relvas e o Relvas
http://expresso.sapo.pt/e-o-relvas-e-o-relvas-e-o-relvas=f774430
Soares "Ninguém sabe de quê Relvas é doutor mas que manda, manda"
http://www.noticiasaominuto.com/politica/29532/ningu%c3%a9m-sabe-de-que-relvas-%c3%a9-
Relvas transformará Portugal numa lixeira empresarial
http://expresso.sapo.pt//relvas-transformara-portugal-numa-lixeira-empresarial=f774494?utm_source=newsletter&utm_medium=mail&utm_campaign=newsletter&utm_content=2012-12-19
Cavaco Silva: o homem errado no lugar errado  
http://expresso.sapo.pt/-cavaco-silva-o-homem-errado-no-lugar-errado=f774423
25 empresas dão trabalho a sem-abrigo em Portugal
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=2952715
"Chegou a hora de voltar à indústria"
http://www.jn.pt/Dossies/dossie.aspx?content_id=2952075&dossier=O%20Norte%20faz%20bem
Uma mudança "histórica" na política monetária
http://expresso.sapo.pt/uma-mudanca-historica-na-politica-monetaria=f774512
Passo-a-rezar elege meditações de Bento XVI para o Natal
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=29&did=89524
Os negócios voam
http://www.dn.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=2956732&seccao=Andr%E9%20Macedo&page=-1
Já percebi! Gaspar estava a gozar
http://expresso.sapo.pt//ja-percebi-gaspar-estava-a-gozar=f774871?utm_source=newsletter&utm_medium=mail&utm_campaign=newsletter&utm_content=2012-12-20
Isabel Jonet, a caridade e a solidariedade  
http://expresso.sapo.pt/isabel-jonet-a-caridade-e-a-solidariedade=f774919
Médicos: os únicos que levam Vitor Gaspar ao tapete
http://expresso.sapo.pt/medicos-os-unicos-que-levam-vitor-gaspar-ao-tapete=f774834
Entre a Google e Depardieu, os parvos somos nós  
http://expresso.sapo.pt/entre-a-google-e-depardieu-os-parvos-somos-nos=f774696
O Pai Natal recebe 43 cêntimos à hora?
http://expresso.sapo.pt//o-pai-natal-recebe-43-centimos-a-hora=f774815?utm_source=newsletter&utm_medium=mail&utm_campaign=newsletter&utm_content=2012-12-20
A Europa estará louca?
http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3178311-europa-estara-louca
O ano da contestação
http://rr.sapo.pt/radiografia2012/
Incrivelmente é pouco
http://www.dn.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=2959102&seccao=Fernanda C%E2ncio&tag=Opini%E3o - Em Foco


 

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Austeridade na recessão impede a retoma

Tem havido um erro crónico na política orçamental dos países desenvolvidos. Expansão orçamental nos períodos de "bolha" financeira e austeridade nos períodos de recessão. Baseiam-se em duas falácias orçamentais, diz Jeffrey Frankel, da Universidade de Harvard.
"Ao longo dos anos, os políticos nos países desenvolvidos tenderam a favorecer a expansão fiscal durante os períodos de boom económico e a austeridade durante as recessões", afirma Jeffrey Frankel, professor de Formação de Capital e Crescimento da John F. Kennedy School of Government da Universidade de Harvard. O académico, num artigo publicado pelo Economy Watch, admite que "estas políticas pró-cíclicas sejam compreensíveis do ponto de vista político", mas este erro crónico está a pagar-se caro: "estes países raramente estão preparados para uma crise e eventualmente têm imensa dificuldade em que a economia retome". Resultado: as economias desenvolvidas ficaram presas numa armadilha.
Enquanto nos países emergentes foram seguidas políticas anti-cíclicas depois das duras crises financeiras e de dívida dos anos 1990 e início da década de 2000 que devastaram regiões inteiras do mundo, nos países desenvolvidos seguiram-se, alegremente, políticas pro-cíclicas, pseudo-keynesianas no período da "bolha" financeira, e depois de austeridade "disciplinadora" durante uma recessão.
Os défices não contam, dizia Dick Cheney
O desacerto é total. Frankel olhou sobretudo para os Estados Unidos. Três gerações de políticos favoreceram expansão orçamental, cortaram impostos às camadas ricas ou a certos sectores de atividade deixando as receitas do Estado em situação fragilizada, fecharam os olhos ou favoreceram legalmente as práticas de alto risco "sistémico" da "bolha financeira", declararam que "os défices não contam" em termos políticos (uma das mais célebres citações do vice-presidente dos EUA Richard "Dick" Cheney na Administração de George W. Bush), iniciando uma espiral deficitária despesista, durante as expansões de 1982-1989, 1992-2000, 2002-2007. Depois, os mesmos que foram campeões do défice e da dívida viraram falcões da austeridade e aplicaram a "disciplina orçamental" durante recessões (1980, 1981, 1990).
O descalabro chegou ao ponto da crise de agosto passado nos EUA em torno do problema do teto da dívida (que levou à própria Standard & Poor's retirar a classificação de triplo A ao país) e pode voltar a rebentar no final deste ano com a conjugação de nova guerra no Congresso em torno do teto da dívida com um problema gravíssimo adicional de "penhasco orçamental". O mais grave é que este risco nos EUA se pode conjugar com um agravar da crise das dívidas soberanas na zona euro e um aprofundamento da recessão na Europa, onde as mesmas falácias orçamentais foram e são seguidas por várias cores políticas, com destaque atualmente para as políticas de austeridade na zona euro.
Aprender com os emergentes
Ora, o caminho de política orçamental deve ser outro - disciplina nos períodos de crescimento, procurando consolidar excedentes orçamentais, e uso da margem orçamental nos períodos recessivos para estimular a economia em depressão, diz Frankel.
Entre 1960 e o final da década de 1990 foram os países em desenvolvimento e emergentes que foram os campeões dessa disfuncionalidade das políticas orçamentais pro-cíclicas. Mas aprenderam a lição dos defaults, das reestruturações de dívida, das crises bancárias dolorosas dos anos 1990 e início dos anos 2000. E, entre 2003 e 2007, "aproveitaram o boom para fortalecer a suas posições orçamentais, poupando para os dias de chuva".

Ler mais: http://expresso.sapo.pt/austeridade-na-recessao-impede-a-retoma=f742322#ixzz21oUtERk0