"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























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sábado, 13 de setembro de 2014

(in)PRENSA semanal: a minha selecção!

Quem, por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA semanal: a minha selecção!" que aí virão.
Buraco da camada do ozono está mais pequeno
Francisco enalteceu o valor da misericórdia
EuroZombis e EuroCercados: o guião de uma "Stand-up tragedy"
http://expresso.sapo.pt/conomia-a-5=s25739#ixzz3D05GRwJ9
Adriano Moreira: O que uniria os portugueses? “Pão na mesa e trabalho”
BES não declarou empréstimos à ESI feitos via Panamá
"Portugal podia ser um verdadeiro tigre da Europa"
O que aconteceria ao seu dinheiro se Portugal saísse do euro?
Preencher IRS poderá deixar de ser tarefa para 70% das famílias
Investigadores associam benzodiazepinas a Alzheimer
Gabriela foi mãe adolescente, Guido volta a casar. Papa vai celebrar 20 casamentos
Poucochinho. Muito poucochinho
Os laços de longa data que unem Cavaco e Salgado
Bloco propõe imposto sobre transacções financeiras
Três horas de dariam psicólogo a 20 mil portugueses
O mundo foi sempre uma confusão
CTT: meio caminho andado para o disparate
Apple Jobs não deixava os filhos mexer em iPhones e iPads
Estas casas da moda são amigas do ambiente
A ciência e o divino. 1

segunda-feira, 10 de março de 2014

POLÍTICA/ECONOMIA/FINANÇAS: Almofada de pedra

Como é que designaríamos o comportamento de um cidadão que, incapaz de honrar um crédito pessoal a uma taxa de 3,35%, prestes a atingir a maturidade, contraísse um novo empréstimo a uma taxa de 5,11% para pagar o primeiro ("troca de dívida")? Sem dúvida, tratar-se-ia de um comportamento pouco recomendável. E como seria classificado esse comportamento se o cidadão em causa utilizasse parte do novo empréstimo (de 11-02-2014) para antecipar, parcialmente, o pagamento em 19,5 meses do primeiro empréstimo, pagando 102,89 euros por cada 100 euros de dívida ("recompra")? Seria, certamente, uma atitude temerária, pois aumenta a despesa com juros para apenas empurrar a dívida para o futuro. Pois é isso que o Governo pretende fazer hoje
Ler mais em:
http://www.dn.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=3709556&seccao=Viriato+Soromenho+Marques&tag=Opini%E3o+-+Em+Foco

sábado, 19 de novembro de 2011

Pós-troika

Nesta peça, os verbos conjugados na primeira pessoa do plural não estão correctos. Não votei neles nem nunca fui abstencionista, logo não tenho quaisquer responsabilidades na matéria, bem pelo contrário. Esses que as assumam. É pena & lamentável que não o façam sózinhos, como deveria ser, arrastando os demais no "tsunami" que eles próprios provocaram!!!