Quem, por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA semanal: a minha selecção!" que aí virão.
«O êxito de um bom dito reside no ouvido daquele que o escuta, não daquele que o pronuncia» (Shakespeare)
"Porquê?" & "Para quê?"
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
sábado, 3 de maio de 2025
(in)PRENSA semanal (26/04/2025 a 2-05-2025): a minha selecção!
sábado, 12 de abril de 2025
(in)PRENSA semanal (05/04/2025 a 11-04-2025): a minha selecção!
Quem, por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA semanal: a minha selecção!" que aí virão.
sábado, 23 de abril de 2022
inPRENSA semanal (16-04 a 22-04-2022): a minha selecção!
Quem, por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA semanal: a minha selecção!" que aí virão.
segunda-feira, 29 de novembro de 2021
O ódio contra a igreja enquanto sistema de conhecimento
sábado, 23 de outubro de 2021
inPRENSA semanal (16 a 22-10-2021): a minha selecção!
Quem, por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA semanal: a minha selecção!" que aí virão.
quarta-feira, 30 de junho de 2021
Robert Schuman, o realista místico
Declarado Venerável pelo papa Francisco neste sábado, 19 de junho, Robert Schuman está na história como um dos pais fundadores da Europa, a par de Adenauer e De Gasperi. Foi toda a vida um militante católico, com o sentido de uma missão. Homem austero e piedoso, concebia o compromisso político como um serviço absoluto. Fora da cena política viveu com sobriedade. «Humilde, falso ingénuo, cinzento, afastado», assim o define o biógrafo Poidevin, que dele assinala as medíocres qualidades oratórias e o escasso fascínio da sua figura física, mas também a tenacidade na argumentação, a habilidade para desencadear processos e construir estratégias, a simplicidade de vida, a tensão ideal do grande estadista. Para saber mais clicar AQUI.
sexta-feira, 21 de maio de 2021
LIVRO&LEITURA: “- Hífen - “
Um livro que espelha a “revolta” da autora para com a Europa. A obra editada pela Caminho propõe ao leitor um exercício imaginário passado num país que não é bem um país, chamado Flandia, e onde o Pudim Flan é o prato tradicional. Para saber mais clicar AQUI.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2021
LIVROS&LEITURAS: O livro, pelo cardeal Tolentino: É «incalculável o património humano, cultural e espiritual» que representa
"A dimensão mais extraordinária do projeto europeu não nasce como uma conquista bélica, como uma conceção económica ou meramente política. Foram os livros que fizeram a Europa. De Homero a Virgílio, a Catão, a Petrarca. Dos tratados de Aristóteles às cartas de Paulo. Das comédias de Terêncio às “Confissões” de Agostinho. Das fantasias de Lucrécio à “Summa” de S. Tomás. Dos trovadores medievais a Dante ou a Camões. Dos panfletos de Voltaire a Marx. De Hegel a Freud. De Dostoiévski a Joyce. De Simone Weil a Maria Zambrano. Em momentos particularmente duros da história europeia surgem algumas das mais belas declarações de amor pelos livros. Recordo Thomas Mann, ao partir em exílio para os EUA, querer ler e comentar, durante a longa travessia oceânica, o “Dom Quixote” de Cervantes. Etty Hillesum no saco essencial com que entrou no campo de concentração não opta por colocar objetos, mas dois livros: a Bíblia e o volume de poesias de Rainer Maria Rilke." - in AQUI.
sábado, 9 de janeiro de 2021
inPRENSA semanal (2 a 8-01-2021): a minha selecção!
Quem, por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA semanal: a minha selecção!" que aí virão.