"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























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terça-feira, 2 de fevereiro de 2021

LIVROS&LEITURAS: O livro, pelo cardeal Tolentino: É «incalculável o património humano, cultural e espiritual» que representa

"A dimensão mais extraordinária do projeto europeu não nasce como uma conquista bélica, como uma conceção económica ou meramente política. Foram os livros que fizeram a Europa. De Homero a Virgílio, a Catão, a Petrarca. Dos tratados de Aristóteles às cartas de Paulo. Das comédias de Terêncio às “Confissões” de Agostinho. Das fantasias de Lucrécio à “Summa” de S. Tomás. Dos trovadores medievais a Dante ou a Camões. Dos panfletos de Voltaire a Marx. De Hegel a Freud. De Dostoiévski a Joyce. De Simone Weil a Maria Zambrano. Em momentos particularmente duros da história europeia surgem algumas das mais belas declarações de amor pelos livros. Recordo Thomas Mann, ao partir em exílio para os EUA, querer ler e comentar, durante a longa travessia oceânica, o “Dom Quixote” de Cervantes. Etty Hillesum no saco essencial com que entrou no campo de concentração não opta por colocar objetos, mas dois livros: a Bíblia e o volume de poesias de Rainer Maria Rilke." - in AQUI.  

Então:
Uma nova sugestão, um clássico que tem na estante, um livro que já saiu há algum tempo, mas que ainda não teve oportunidade de ler. A Maria João Costa ajuda-o nessa decisão com uma sugestão diária... AQUI.


domingo, 14 de abril de 2019

ATENÇÃO/REFLEXÃO/MEDITAÇÃO: A profecia do silêncio

A tradição espiritual não só cristã reconheceu sempre a essencialidade do silêncio para uma vida interior autêntica. «A oração – disse Savonarola – tem por pai o silêncio e por mãe a solidão.» Só o silêncio, com efeito, torna possível a escuta, que é o acolhimento em si não só da palavra pronunciada, mas também da presença daquele que fala. O silêncio é linguagem de amor, de profundidade, de presença ao outro. De resto, na experiência amorosa o silêncio é muitas vezes linguagem muito mais eloquente, intensa e comunicativa do que as palavras. Infelizmente hoje o silêncio é raro, é talvez a realidade que mais está ausente nos nossos dias. Para saber mais, clicar AQUI.

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

ESPIRITUALIDADE Peregrinação: um regresso a Deus

Deus não está só no fim do caminho de conversão, quando nos aparece com os braços abertos do Pai que nos vem ao encontro porque nos viu desde longe, mas, com a sua presença, invisível e todavia eficaz, Deus está também no início de tal caminho. Para saber mãos, clicar AQUI.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

CINEMA: Igreja tem responsabilidade de propor filmes que ajudem a crescer na vida

Assistimos a um paradoxo: no momento em que mais filmes se realizam com sentido espiritual, verifica-se uma clara tendência do consumo para o cinema mais comercial. No entanto, a venda direta do cinema digital permite aceder a muitas películas mais simples e com pressupostos mais modestos, mas que têm grande significado do ponto de vista espiritual. Esta é uma responsabilidade que temos com os espetadores, para que confrontem as suas escolhas com sentido crítico e optem por filmes que os ajudem a crescer na sua forma de ver a vida. A di-versão não é verter-se para fora mas aprofundar para dentro.
Ler mais em:
http://www.snpcultura.org/igreja_tem_responsabilidade_propor_filmes_ajudem_crescer.html

A iniciativa nasce com o objetivo de oferecer a possibilidade de «viver uma experiência espiritual e pessoal muito intensa, caracterizada pela linguagem cinematográfica». O cinema «pode revelar-se uma experiência profunda de conhecimento de si, de oração e de meditação», além de melhorar as capacidades pastorais dos agentes ligados ao cinema nas paróquias e movimentos, assinalam os organizadores.
Ler mais em:
http://www.snpcultura.org/exercicios_espirituais_com_cinema.html

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

REFLEXÃO/MEDITAÇÃO/ATENÇÃO: Viver plenamente

Viver plenamente significa abandonar a lógica de dobrar o mundo, tudo aquilo que nos rodeia, à nossa vontade; viver plenamente significa procurar integrarmo-nos, nele da melhor maneira. Devemos aprender a partilhar, a participar, a unirmo-nos, e não a dividir ou a dominar ou a controlar o outro. A história de cada um de nós é aproximarmo-nos do invisível, do espiritual. Existe um plano de Deus, preparado para cada um de nós, ainda antes de nascermos; compete a cada um de nós aderir-lhe ou não, procurá-lo ou não. Como reconhecer uma pessoa que vive verdadeiramente? Pelos seus frutos. Sobretudo, é preciso dar bons frutos. Se não formos conscientes, se não tivermos em conta a nossa componente psicoespiritual, acabaremos por viver o mundo como lugar de competição, de agressão, onde o único objetivo é sobreviver, é pensar no nosso interesse pessoal e, consequentemente, viver o outro como coisa ou objeto, sempre em nosso proveito.
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