"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























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domingo, 9 de abril de 2017

ESPIRITUALIDADE: A Paixão de Jesus no drama humano

A via-sacra é meditação e oração sobre a Paixão de Jesus, mas também caminho de conversão para cada pessoa e para o mundo. Neste texto propomos vivê-la fazendo dialogar a subida ao Calvário com algumas notícias que nas últimas semanas têm habitado o quotidiano, sempre com o olhar voltado para a luz da vigília pascal e da ressurreição. Para saber mais, clicar AQUI.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

ESPIRITUALIDADE: Para uma teologia do meu quotidiano

Como sou um “pássaro da manhã” e em geral me levanto mesmo muito cedo, é nessas horas de silêncio e (ainda) quietude que vou escrevendo regularmente, a um ritmo praticamente diário, num caderno de capa grossa (já lá vão tantos!…). Vou tecendo a teologia do meu quotidiano que não está desligada da construção da minha mais profunda humanidade.
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sexta-feira, 31 de maio de 2013

LEITURA: Uma nova oportunidade para o Evangelho

«Embora todos os textos sagrados sejam inspirados, certos livros, entre os quais os Evangelhos e os livros sapienciais, abrem mais a porta a uma espiritualidade do quotidiano. Eles dizem mais respeito à vida, à criação e ao Deus criador que prodigaliza as suas bondades à humanidade. Eles valorizam uma nova arte de viver, uma dinâmica de libertação que brota das correntes mais próximas da modernidade.» Do volume, que «deseja suscitar, nas paróquias, nos movimentos e nas diversas equipas pastorais um acréscimo de criatividade», apresentamos um excerto centrado na espiritualidade “experiencial” e bíblica que o agente pastoral é convidado a assumir antes de anunciar o Evangelho.
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