A diferença de domínios significa que a ciência e a religião colocam questões diferentes sobre a realidade: no primeiro caso como acontecem as coisas; no segundo se há significado, objetivo e valor no que acontece – questões que a ciência tende a excluir do seu discurso. Ciência e religião, portanto, completam-se mutuamente, mais do que serem rivais sobre o mesmo terreno. Para uma compreensão plena precisamos de ambos os modos de intuição. Agrada-me dizer que a minha visão do mundo tem “dois olhos”: através da perspetiva da ciência e da religião. Uma visão binocular que me torna capaz de olhar para além daquilo que veria apenas com um olho. Para saber mais clicar AQUI.
«O êxito de um bom dito reside no ouvido daquele que o escuta, não daquele que o pronuncia» (Shakespeare)
"Porquê?" & "Para quê?"
Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
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terça-feira, 6 de abril de 2021
ATENÇÃO/REFLEXÃO/MEDITAÇÃO: Religião e ciência: Duplo olhar, a mesma seriedade
quarta-feira, 22 de julho de 2020
ATENÇÃO/REFLEXÃO/MEDITAÇÃO: «A viagem mais longa é a viagem interior»
Conhecer-se a si mesmo comporta um necessário passo preliminar: aderir à realidade, conhecer a sua relação com a história, os outros, o mundo, porque é assim que cada um de nós existe e está envolvido. Muitos caminhos espirituais e psicológicos são estéreis, quando não desumanizadores, porque carecem de adesão à realidade. É extremamente perigoso iniciar o caminho interior sem sentir-se no meio dos outros, necessitado dos outros, e nunca sem os outros! Quantas derivas existem da parte de pessoas que se isolam, que deixaram de escutar, que vivem só das suas certezas e descobertas…Para saber mais clicar AQUI.
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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020
ATENÇÃO/REFLEXÃO/MEDITAÇÃO: Escutar sem preconceitos, dialogar sem impor. Realidade, oração, discernimento
A escuta deve ser o primeiro passo, mas é preciso fazê-lo com a mente e o coração abertos, sem preconceitos. O mundo dos preconceitos, das “escolas de pensamento”, das posições tomadas, faz muito mal… Hoje, por exemplo, na Europa, estamos a viver o preconceito dos populismos, os países fecham-se e voltam as ideologias. Há uma projeção daquilo que eu quero que se faça, que eu quero que se pense, que aconteça… Colocamos filtros. Mas a realidade é outra coisa. A realidade é soberana. Agrade ou não agrade, mas é soberana. E eu tenho de dialogar com a realidade. Para saber mais clicar AQUI.
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quinta-feira, 7 de março de 2019
LIVRO&LEITURA: “Tráfico de seres humanos – Testemunhos e documentos”
«A leitura deste livro incomoda ao colocar-nos perante a realidade sobre a qual é necessário um olhar evangélico.» Talvez não seja este o melhor cartão de visita para uma leitura pacificadora, mas a realidade é também indesmentível, cruel e perturbadora. Por isso, “Tráfico de seres humanos – Testemunhos e documentos”, coordenado por António Silva Soares, o mais recente volume da Editorial Caritas, é uma «denúncia profética» que dá corpo a uma «necessária luta» para que os cristãos não caiam no «reino da indiferença», como sublinha no prefácio, que transcrevemos, o presidente da Comissão Episcopal da Pastoral Social e Mobilidade Humana, o bispo D. José Traquina. Para saber mais, clicar AQUI.
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quarta-feira, 24 de outubro de 2018
ATENÇÃO/REFLEXÃO/MEDITAÇÃO: Das virtudes
A humanidade em ato tem consistido numa sucessão de atos com os quais essa mesma humanidade se constrói de forma tanto mais humana quanto mais crítica: é neste sentido que a humanidade tem sido sempre um ato crítico, tem sido sempre algo «em crise». Pondo a questão de forma não diplomática: será que a crise humana, de agora e de sempre, não consiste na tendência bestial sempre demonstrada pela humanidade? Para saber mais clicar AQUI.
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quarta-feira, 9 de maio de 2018
REFLEXÃO/ATENÇÃO/MEDITAÇÃO: Agnósticos ou pessoas que não procuram?
A posição mais difundida hoje consiste simplesmente em desentender-se da questão de Deus. Muitos daqueles que se dizem agnósticos são, na realidade, pessoas que não procuram. Xavier Zubiri diria que são vidas «sem vontade de verdade real». É-lhes indiferente que Deus exista ou não exista. Para eles é a mesma coisa que a vida termine aqui ou não. A eles basta "deixar-se viver", abandonar-se "ao que for", sem aprofundar o mistério do mundo e da vida. Mas será essa a atitude mais humana perante a realidade? Para saber mais, clicar AQUI.
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quarta-feira, 14 de março de 2018
REFLEXÃO/ATENÇÃO/MEDITAÇÃO: "O Bem-comum: o único caminho propriamente humano"
Em termos cristãos, a única realidade politicamente aceitável é o bem-comum. Todas as outras formas, por maiores que sejam as suas virtudes, como não contemplam necessariamente o melhor bem possível e a sua necessária concretização para todos os seres humanos, não são suficientemente perfeitas para que possam obedecer ao mandamento da caridade como indelével imperativo. Para saber mais, clicar AQUI.
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segunda-feira, 29 de janeiro de 2018
ESPIRITUALIDADE: Olhos abertos ou fechados?
«Toda a iconografia cristã representa os santos com os olhos abertos para o mundo, enquanto que a iconografia budista representa cada ser com os olhos fechados» (Gilbert K. Chesterton, 1874-1936). Esta nota é interessante porque coloca em confronto duas atitudes diferentes, para não dizer opostas, no confronto com a realidade. Para saber mais, clicar AQUI.
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quinta-feira, 30 de novembro de 2017
ATENÇÃO/REFLEXÃO/MEDITAÇÃO: O que é isto da ética? Ética e política
A ética é o domínio próprio da ação humana, de toda a ação humana. Nela encontramos, muito diferenciados, uma Madre Santa Teresa de Calcutá e um Adolfo Hitler. Uma, santa; o outro, perverso em extremo. Mas ambos tão humanos um quanto o outro; tão eticamente humanos um quanto o outro; tão sujeitos éticos um quanto o outro; tão construtores de seu ser um quanto o outro; tão construtores do mundo um quanto o outro. Para saber mais, clicar AQUI.
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sexta-feira, 30 de setembro de 2016
REFLEXÃO/ATENÇÃO/MEDITAÇÃO várias
«É muito breve e atormentada a vida daqueles que esquecem o passado, negligenciam o presente, temem o futuro: quando chegarem ao fim, compreenderão tarde, desgraçados, que estiveram atarefados tanto tempo enquanto não faziam nada.». Para saber mais, clicar AQUI
O "capitalismo das emoções" leva-nos a produzir, mesmo cinicamente, conteúdos que podem tornar-se rapidamente virais, sem outra ordem de considerações a não ser a quantitativa, em perspetiva autorreferencial. Sim, porque tudo isto, mesmo que não nos agrade ouvir dizer, é filho de um individualismo radical onde já nada conta verdadeiramente, para além de mim. Portanto não há solidariedade, compaixão, respeito. Para saber mais, clicar AQUI
Murmurações que são contestações ao guia, à autoridade, mas não dirigidas diretamente ao destinatário, antes movidas às escondidas, quando é possível fazer juízos, aumentar factos ocorridos, manipulá-los, não existindo o sacrossanto direito de explicar, defender-se ou aceitar humildemente a crítica. No Novo Testamento, além das murmurações dirigidas contra Jesus por parte dos seus adversários ou pelas multidões, é impressionante notar com quanta insistência os escritos apostólicos advertem contra este terrível vício. Para saber mais, clicar AQUI.
O "capitalismo das emoções" leva-nos a produzir, mesmo cinicamente, conteúdos que podem tornar-se rapidamente virais, sem outra ordem de considerações a não ser a quantitativa, em perspetiva autorreferencial. Sim, porque tudo isto, mesmo que não nos agrade ouvir dizer, é filho de um individualismo radical onde já nada conta verdadeiramente, para além de mim. Portanto não há solidariedade, compaixão, respeito. Para saber mais, clicar AQUI
Murmurações que são contestações ao guia, à autoridade, mas não dirigidas diretamente ao destinatário, antes movidas às escondidas, quando é possível fazer juízos, aumentar factos ocorridos, manipulá-los, não existindo o sacrossanto direito de explicar, defender-se ou aceitar humildemente a crítica. No Novo Testamento, além das murmurações dirigidas contra Jesus por parte dos seus adversários ou pelas multidões, é impressionante notar com quanta insistência os escritos apostólicos advertem contra este terrível vício. Para saber mais, clicar AQUI.
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sexta-feira, 31 de maio de 2013
LEITURA: Uma nova oportunidade para o Evangelho
«Embora todos os textos sagrados sejam inspirados, certos livros, entre os quais os Evangelhos e os livros sapienciais, abrem mais a porta a uma espiritualidade do quotidiano. Eles dizem mais respeito à vida, à criação e ao Deus criador que prodigaliza as suas bondades à humanidade. Eles valorizam uma nova arte de viver, uma dinâmica de libertação que brota das correntes mais próximas da modernidade.» Do volume, que «deseja suscitar, nas paróquias, nos movimentos e nas diversas equipas pastorais um acréscimo de criatividade», apresentamos um excerto centrado na espiritualidade “experiencial” e bíblica que o agente pastoral é convidado a assumir antes de anunciar o Evangelho.
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sexta-feira, 20 de julho de 2012
Idosos & Reclusos
Faço minhas, estas palavras & ideia.
UMA IDEIA A EXPLORAR?...
Por outro lado, nas casas dos idosos:
" Digam lá se desta forma não haveria mais justiça para todos, e os contribuintes agradeceriam? Reflitam "
" Como todos sabemos as despesas com os reclusos são todas pagas com os nossos impostos.
Fará sentido solicitar (exigir) de quem nos governa que assuma igual responsabilidade para com os idosos carenciados?
Vem isto a propósito deste email que anda por aí a circular.
Vejam esta proposta de troca de idosos por reclusos
Car(a)os amig(a)os:
Quem teve a seguinte ideia devia ganhar um prémio Nobel. Reparem como ela reflete uma realidade que tem tanto de triste como de real! "
UMA IDEIA A EXPLORAR?...
Colocar os nossos idosos nas cadeias, e os delinquentes fechados nas casas dos velhos.
Ø Desta maneira, os idosos teriam todos os dias acesso a um duche, lazer, passeios.
Ø Não teriam necessidade de fazer comida, fazer compras, lavar a loiça, arrumar a casa, lavar roupa etc.
Ø Teriam medicamentos e assistência médica regular e gratuita.
Ø Estariam permanentemente acompanhados.
Ø Teriam refeições quentes, e a horas.
Ø Não teriam que pagar renda pelo seu alojamento.
Ø Teriam direito a vigilância permanente por vídeo, pelo que
Ø receberiam assistência imediata em caso de acidente ou emergência. E sem pagar um tusto.
Ø As suas camas seriam mudadas duas vezes por semana, e a roupa lavada e passada com regularidade.
Ø Um guarda visitá-los-ia a cada 20 minutos e levar-lhes-ia a correspondência diretamente em mão.
Ø Teriam um local para receberem a família ou outras visitas.
Ø Teriam acesso a uma biblioteca, sala de exercícios e terapia física / espiritual.
Ø Seriam encorajados a arranjar terapias ocupacionais adequadas, com formador instalações e equipamento gratuitos.
Ø Ser-lhes-ia fornecido gratuitamente roupa e produtos de higiene pessoal.
Ø Teriam assistência jurídica gratuita.
Ø Viveriam numa habitação privada e segura, com um pátio para convívio e exercícios.
Ø Acesso a leitura, computador, televisão, rádio e chamadas telefónicas na rede fixa.
Ø Teriam um secretariado de apoio, e ainda Psicólogos, Assistentes Sociais, Políticos, Televisões, Amnistia Internacional, etc., disponíveis para escutarem as suas queixas.
Ø O secretariado e os guardas seriam obrigados a respeitar um rigoroso código de conduta, sob pena de serem duramente penalizados.
Ø Ser-lhes-iam reconhecidos todos os direitos humanos internacionalmente convencionados e subscritos por Portugal.
Por outro lado, nas casas dos idosos:
Ø Os delinquentes viveriam com € 200 numa pequena habitação com obras feitas há mais de 50 anos.
Ø Teriam que confecionar a sua comida e comê-la muitas vezes fria e fora de horas.
Ø Teriam que tratar da sua roupa.
Ø Viveriam sós e sem vigilância.
Ø Esquecer-se-iam de comer e de tomar os medicamentos e não teriam ninguém que os ajudasse.
Ø De vez em quando seriam vigarizados, assaltados ou até violados.
Ø Se morressem, poderiam ficar anos, até alguém os encontrar.
Ø As instituições e os políticos não lhes ligariam qualquer importância.
Ø Morreriam após anos à espera de uma consulta médica ou de uma operação cirúrgica.
Ø Não teriam ninguém a quem se queixar.
Ø Tomariam um banho de 15 em 15 dias, sujeitando-se a não haver água quente ou a caírem na banheira velha,
Ø Passariam frio no Inverno porque a pensão de € 200 não chegaria para o aquecimento.
Ø O entretenimento diário consistiria em ver telenovelas e o Goucha na televisão.
" Digam lá se desta forma não haveria mais justiça para todos, e os contribuintes agradeceriam? Reflitam "
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segunda-feira, 2 de julho de 2012
FUGIR DA REALIDADE
Alguém me dizia, recentemente, que os livros mais “consumidos” pela juventude hodierna são aqueles que ajudam a fugir da realidade. Em concreto, os livros cujo público-alvo são as adolescentes possuem uma receita que não falha: transportá-las para mundos imaginários que as ajudem a “emitir” frequentes suspiros cor-de-rosa. E finalizava essa pessoa dizendo: «Basta ajudá-las a refugiarem-se na sua imaginação e elas sentem-se felizes. E, mais importante ainda, recomendam o livro às amigas».
É necessário reconhecer, em abono da verdade, que cada um de nós necessita da sua imaginação para viver de um modo humano. Se não fosse assim, Deus não no-la teria dado. Sem imaginação, não haveria projectos na nossa vida. E, sem projectos, a vida tornar-se-ia maçuda, monótona e insonsa. Sem imaginação, faltar-nos-ia criatividade. E, sem criatividade, seria deveras difícil encarar o nosso trabalho quotidiano com um salutar entusiasmo.
A imaginação ajuda-nos a expandir o nosso mundo interior e a transcendê-lo.Torna-nos maiores do que aquilo que somos. E é por isso que temos a sensação de que ela nos dá vida e nos anima a viver. Dá-nos asas, faz-nos voar ― e liberta-nos da excessiva monotonia do dia-a-dia.
No entanto, a imaginação descontrolada converte-se num mecanismo de evasão. Soltar a imaginação sem nenhum tipo de controlo é uma autêntica droga. É verdade que proporciona uma alegria e um alívio passageiros, mas também é verdade que acaba por submergir as pessoas numa triste dependência, como é próprio dos estupefacientes.
Evadir-se em sonhos proporciona um certo bálsamo de refrigério interior. Mergulhar num mundo imaginário ― em que somos sempre heróis, sem defeitos nem limitações ― é fácil, entusiasmante e acessível a qualquer um. Faz-nos sentir uma completa“liberdade”: ninguém, excepto nós próprios, consegue pôr obstáculos à nossa imaginação.
Mas, não nos enganemos, é uma liberdade fictícia. Só existe numa vida que não é real― falsa por definição! Fugir da realidade não nos pode proporcionar a verdadeira felicidade. Pode ser ― como o canto de uma sereia ― entusiasmante, deslumbrantee sedutor. Basta pensar no êxito da “second life” no mundo informático. No entanto, bem vistas as coisas, nunca é libertador. Porque procede de uma vida falsificada.E a liberdade e a felicidade só são possíveis na realidade. Nunca na mentira, nem no imaginário que afasta da realidade.
Fugir da realidade também não é libertador porque na vida imaginária não há esforço.E, sem esforço, as pessoas tornam-se passivas e inactivas ― escravas de uma vontade adormecida. Essa fuga da realidade não dá a paz que tanto se procura. A paz autêntica também é fruto do esforço por pôr ordem na nossa imaginação e não nos deixarmos enganar ou anestesiar por ela.
Pe.Rodrigo Lynce de Faria
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