"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























sexta-feira, 11 de novembro de 2011

ECONOMIA & FINANÇAS (in)PRENSA: a crise do €uro(lândia)

A minha selecção. Porquê? Porque são, quanto a mim que sigo atentamente e desde sempre, como convém, a situação, aqui nestes 3 (três) preciosos documentos, reside a verdadeira causa da cousa. Se não, leiam-se e vejam-se:
D.O.: guerra epistolar ...

J.F.A.: zona euro enorme embuste

Acabando este por complementar & secundar

http://aeiou.expresso.pt/italia-era-uma-bomba-relogio-e-rebentou=f686723

O Luar quando Bate na Relva

O luar quando bate na relva Não sei que cousa me lembra...
Lembra-me a voz da criada velha
Contando-me contos de fadas.
E de como Nossa Senhora vestida de mendiga
Andava à noite nas estradas
Socorrendo as crianças maltratadas ...
Se eu já não posso crer que isso é verdade,
Para que bate o luar na relva?

Alberto Caeiro, in "O Guardador de Rebanhos - Poema XIX"
Heterónimo de Fernando Pessoa

A lua

Escape na SIC Notícias: "À descoberta da península de Tróia" (4ª sugestão)

Agora que o tempo por excelência das férias já acabou, restam as "escapadelas" num qualquer feriado ou fim de semana, prolongado ou não.
Com a crise, também e ainda, é possível, Sim aqui:

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

ECONOMIA & FINANÇAS (in)PRENSA: Subsídios de Natal & férias sim ou não, eis a questão

Discussão do OE começa hoje
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=24&did=38369

Logo informemo-nos porque de coisa importante se trata, ou não? Se sim...
Enquanto este senhor dizia isto:
http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=2100349&page=-1

e outros, insuspeitos, iam no mesmo sentido:
http://publication.prod.wcm.impresa.pt:8080/sicnot/especiais/oe2012/article964131.ece

http://www.dinheirovivo.pt/Estado/Artigo/CIECO021306.html

http://economia.publico.pt/Noticia/cavaco-silva-corte-dos-subsidios-e-a-violacao-de-um-principio-de-equidade-fiscal--1517228

http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=2101435

Sarcásticamente o senhor professor ditou, o senhor conselheiro de estado decretou aos 17:14
http://www.tvi.iol.pt/mediacenter.html?gal_id=128762&mul_id=13513174&load=1&pagina=1&pos=0

A partir daí, este outro apressa-se logo a dizer «"Não há almofadas" que permitam manter um subsídio» http://aeiou.expresso.pt/relvas-nao-ha-almofadas-para-manter-um-subsidio-video=f686167

Mas a resposta não se fez tardar:
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/exclusivo-cm/folga-dos-juros-salva-subsidio

Entretanto sabe-se isto:
1. http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=2100448&page=-1

2. http://economico.sapo.pt/noticias/suspensao-dos-subsidios-e-inconstitucional_130612.html

3. http://rr.sapo.pt/informacao_prog_detalhe.aspx?fid=79&did=36797

4. http://economico.sapo.pt/noticias/concessoes-norte-e-grande-lisboa-vao-custar-mais-de-1400-milhoes-ao-estado_130616.html

E mais isto:
5.
Comprar 16 plantéis de futebol iguais ao do Real Madrid e...

6. Os senhores deputados vão receber os seus, pois então?!:

7.
O estado não tem o direito de pagar a uns e não a outros ...
8. Manifesto
E agora? E então?
"Cadé" a nossa indignação?
Ficará para 12 de Novembro? Ou/e para 24 de Novembro? Ou nem isso?
A ver vamos, na rua ou no parlamento!!!

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Há "músicas" & músicas

Entre "música" que os especuladores & financeiros nos estão a dar e esta, prefiro esta - de David Crosby ex-The Byrds, Stephen Stills ex-Buffalo Springfield and Graham Nash ex-The Hollies, os "CROSBY, STILLS & NASH", sem Young, Neil: outros que tais, dos inesquecíveis, irrepetíveis & saudosos ( a história repete-se, de facto, mas ...) meados anos 60-70, os "sixtie's", pois então?!

«Quem os vê
http://aeiou.expresso.pt/crosby-e-nash-deram-musica-a-ocupas-de-wall-street-fotogaleria-e-video=f686540

E quem os viu»:

O quarteto completo e a música do original («mais, melhor, "boa"») na sua obra- prima de 1970, "DÉJÀ VU":

Outros tempos, outras músicas; senão vejam-se mais estas?




Há que concordar - "sem espinhas" - que, exceptuando os chamados clássicos, nunca, em época alguma, houvera música tão excelente, produzida com tantos músicos talentosos e criativos juntos, estes e todos os demais dos sixtie's. Seria imensamente fastidioso mencioná-los aqui, além de desnecessário porque demais conhecidos. Agora...

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Curiosos & Interessantes. Quer saber?

Pergunte-se que eles respondem. Por exemplo:

1. A que horas me devo deitar se quero acordar&levantar às ...?
    http://www.sleepyti.me/
    Pois « deitar cedo e cedo erguer, dá saúde e faz crescer»

3. Quer acertar o seu relógio e não sabe que horas são?
     http://lovedbdb.com/nudemenClock/index2.html
     Quem não se lembra do «Que horas são? Pedras Salgadas em ponto!!!» :


3. Qual o meu número de bébé mundial?
    http://populationaction.org/Articles/Whats_Your_Number/
    «E agora? Agora, bate-chapas e tinta Robbialac!» - lamento mas este não consegui arranjar. Pode ser que alguém ...
  

domingo, 6 de novembro de 2011

Minha 2ª evocação de Steve Jobs: ligar os pontos

Este mês de Novembro começou com os dias de "Todos os Santos" e "Fiéis defuntos". Ambos, se bem este mais do que aquele, estão relacionados com aquilo de que mais fugimos, mas que é a maior, senão a única certeza que temos na vida: a "MORTE". Pois bem, leia-se, veja-se e oiça-se o que se segue e ganhar-se-á VIDA - nem de propósito - pelo que OBRIGADO SNPC e STEVE JOBS!
É estranho dizer-se de um homem que morre aos 56 anos que tenha tido três vidas. Mas é isso que apetece dizer quando se escuta o inspirador discurso que Steve Jobs fez em 2005, na entrega de diplomas da universidade de Stanford, e que hoje podemos perceber claramente como uma espécie de testamento. Jobs conta, então, três histórias, que correspondem a momentos-chave do seu percurso. A primeira descreve os seus difíceis começos e ele chama-lhe “ligar os pontos”. O arranque da vida não podia ser mais áspero. Entregue para a adoção assim que nasceu, uma adolescência hesitante, a entrada numa universidade que os pais não conseguiam pagar nem ele verdadeiramente suportava, a dureza de uma juventude feita de biscates, meio à deriva… Mas no meio disso, a aprendizagem pessoal do valor das coisas, a busca exigente daquilo que realmente gostava e aceitar pagar o preço, em dedicação e esforço. Ele conta, por exemplo, que escolheu frequentar minuciosamente um bizarro curso de caligrafia. Só dez anos mais tarde, quando inventou o revolucionário Macintosh, percebeu que esse conhecimento viria a ter uma aplicação preciosa. Como diz Steve Jobs, precisamos confiar que os pontos dispersos do nosso percurso se vão ligar e receber daí confiança para seguir um caminho diferente do previsto.
A segunda história é sobre o amor e a perda. Ele inventou com um amigo, na garagem da sua casa, um negócio que, em apenas uma década, passou a mover 2 biliões de dólares e 4000 empregados. E, precisamente, quando julgava ter alcançado o auge despedem-no. Impressionante é o modo como integra este golpe, depois de um primeiro atordoamento: «Decidi começar de novo. E isso deu-me liberdade para começar um dos períodos mais criativos da minha vida». A verdade é que ele se reinventa e volta à liderança da empresa da qual havia sido dispensado.
A terceira história é acerca da doença e da morte. E numa cultura que se recusa a encarar qualquer uma delas, Steve Jobs deixa um testemunho exemplar de sabedoria e humanidade: «A morte é muito provavelmente a melhor invenção da Vida…O nosso tempo é limitado então não o desperdicemos… Tenhamos a coragem de seguir o nosso coração». Por isso, a sua morte recente não nos obriga apenas a lembrar a revolução tecnológica que ele aproximou dos nossos quotidianos. Ela obriga-nos a arriscar “ligar os pontos” dentro de nós.



Mais um caso de que «Deus escreve direito por linhas tortas»!!!

FONTE: http://www.snpcultura.org/steve_jobs_ligar_os_pontos.html

Porque hoje é DOMINGO (6-11-2011): leituras & actualidade

Desta feita começo por transcrever este texto que me chegou do SNPC - Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura que traduz o porquê de trazer para aqui, as leituras de domingo e seus complementos:
«Que qualidade de anúncio da Palavra de Deus têm as homilias, que constituem o quadro mais básico mas também o mais amplo da formação dos cristãos, da ideia que fazem de Deus, do modo como entendem as questões da fé, da maneira como veem o seu existir crente no mundo? Que importância estrutural, em termos de perceção de uma identidade vocacional, dão os nossos futuros ministros ordenados a uma formação exigente em termos teológico-culturais que os capacite para serem autênticos mediadores da Palavra de Deus no serviço que a Igreja os chama a prestar?»
Porque assim é - muito fraca qualidade da esmagadora maioria das homilias que se ouvem por essas missas fora - é que sinto a necessidade absoluta de antes das mesmas as conhecer e partilhar.


EVANGELHO – Mt 25,1-13
Naquele tempo,
Disse Jesus aos seus discípulos a seguinte parábola:
«O reino dos Céus pode comparar-se a dez virgens,
que, tomando as suas lâmpadas, foram ao encontro do esposo.
Cinco eram insensatas e cinco eram prudentes.
As insensatas, ao tomarem as suas lâmpadas,
não levaram azeite consigo,
enquanto as prudentes,
com as lâmpadas, levaram azeite nas almotolias.
Como o esposo se demorava,
começaram todas a dormitar e adormeceram.
No meio da noite ouviu-se um brado:
‘Aí vem o esposo; ide ao seu encontro’.
Então, as virgens levantaram-se todas
e começaram a preparar as lâmpadas.
As insensatas disseram às prudentes:
‘Dai-nos do vosso azeite,
que as nossas lâmpadas estão a apagar-se’.
Mas as prudentes responderam:
‘Talvez não chegue para nós e para vós.
Ide antes comprá-lo aos vendedores’.
Mas, enquanto foram comprá-lo, chegou o esposo.
As que estavam preparadas
entraram com ele para o banquete nupcial;
e a porta fechou-se.
Mais tarde, chegaram também as outras virgens e disseram:
‘Senhor, senhor, abre-nos a porta’.
Mas ele respondeu:
‘Em verdade vos digo: Não vos conheço’.
Portanto, vigiai, porque não sabeis o dia nem a hora.
AMBIENTE
Nos capítulos 24 e 25 do seu Evangelho, Mateus apresenta um quinto e último discurso de Jesus. Para compô-lo, Mateus reelaborou o chamado “discurso escatológico” de Marcos (cf. Mc 13) e ampliou-o com três parábolas e uma impressionante descrição do juízo final.
Enquanto em Marcos, o “discurso escatológico” se refere, especialmente, aos sinais que precederão a destruição do Templo de Jerusalém, em Mateus o mesmo discurso aborda, sobretudo, o tema da segunda vinda de Jesus e a atitude com que os discípulos devem preparar essa vinda. Esta mudança de perspectiva tem a ver com as necessidades da comunidade de Mateus…
Estamos nos finais do séc. I (década de 80)… Já tinha passado a “febre escatológica” e os cristãos já não esperavam a vinda iminente de Jesus. Passado o entusiasmo inicial, a vida de fé dos crentes tinha arrefecido e a comunidade tinha-se instalado na rotina, no comodismo, na facilidade… Era preciso algo que abanasse os discípulos e os despertasse de novo para o compromisso com o Evangelho.
Neste contexto, Mateus descobre que as palavras do “discurso escatológico” de Jesus encerram uma poderosa interpelação; então compõe, com elas, uma exortação dirigida aos cristãos. Fundamentalmente, lembra-lhes que a segunda vinda do Senhor está no horizonte final da história humana; mas enquanto esse acontecimento não se realiza, os crentes são chamados a viver com coerência e entusiasmo a sua fé, fiéis aos ensinamentos de Jesus e comprometidos com a construção do Reino. A isto, a catequese primitiva chama “estar vigilantes, à espera do Senhor que vem”.
A parábola que hoje nos é proposta alude aos rituais típicos dos casamentos judaicos. De acordo com os costumes, a cerimónia do casamento começava com a ida do noivo a casa da noiva, para levá-la para a sua nova casa. Normalmente, o noivo chegava atrasado, pois devia, antes, discutir com os familiares da noiva os presentes que ofereceria à família da sua amada. As negociações entre as duas partes eram demoradas e tinham uma importante função social… Os parentes da noiva deviam mostrar-se exigentes, sugerindo dessa forma que a família perdia algo de muito precioso ao entregar a menina a outra família; por outro lado, o noivo e os seus familiares ficavam contentes com as exigências, pois dessa forma mostravam aos vizinhos e conhecidos o valor e a importância dessa mulher que entrava na sua família. Os que testemunhavam o acordo, estavam prontos para ir avisar a noiva de que as negociações estavam concluídas e o noivo ia chegar… Enquanto isso, a noiva, vestida a preceito, esperava em casa do seu pai que o noivo viesse ao seu encontro. As amigas da noiva esperavam também, com as lâmpadas acesas, para acompanhar a noiva, entre danças e cânticos, à sua nova casa. Era aí que tinha lugar a festa do casamento.
É este pano de fundo que a nossa parábola supõe.
MENSAGEM
A “parábola das dez virgens”, tal como saiu da boca de Jesus, era uma “parábola do Reino” (vers. 1: “o Reino dos céus pode comparar-se…”). O Reino de Deus é, aqui, comparado com uma das celebrações mais alegres e mais festivas que os israelitas conheciam: o banquete de casamento. As dez jovens, representam a totalidade do Povo de Deus, que espera ansiosamente a chegada do messias (o noivo)… Uma parte desse Povo (as jovens previdentes) está preparada e, quando o messias finalmente aparece, pode entrar a fazer parte da comunidade do Reino; outra parte (as jovens descuidadas) não está preparada e não pode entrar na comunidade do Reino.
A parábola original constituía, pois, um apelo aos israelitas no sentido de não perderem a oportunidade de participar na grande festa do Reino.
Algumas dezenas de anos depois, Mateus retomou a mesma parábola, adaptando-a às necessidades da comunidade. A parábola foi, então, convertida numa exortação a estar preparado para a vinda do Senhor, a qual pode acontecer no momento menos esperado. A festa é, neste novo contexto, a segunda vinda de Jesus. O noivo que está para chegar é Jesus. As dez jovens representam a Igreja que, experimentando na história as dificuldades e as perseguições, anseia pela chegada da libertação definitiva. Uma parte da Igreja (as jovens previdentes) está preparada, vigilante, atenta e, quando o “noivo” chega, pode entrar no banquete da vida eterna; a outra parte (as jovens descuidadas) não está preparada, porque apostou nos valores do mundo, guiou a sua vida por eles e esqueceu os valores do Reino.
O que é que significa, na perspectiva de Mateus, “estar preparado para acolher a vinda do Senhor”? Significa, escutar as palavras de Jesus, acolhê-las no coração e viver de forma coerente com os valores do Evangelho… “Estar preparado” significa, fundamentalmente, viver na fidelidade aos projectos do Pai e amar os irmãos até ao dom da vida, em todos os instantes da nossa existência.
A mensagem que Mateus pretende transmitir com esta parábola aos cristãos da sua comunidade (e, no fundo, aos cristãos de todas as comunidades cristãs de todos os tempos e lugares) é esta: nós os crentes, não podemos afrouxar a vigilância e enfraquecer o nosso compromisso com os valores do Reino. Com o passar do tempo, as nossas comunidades têm tendência para se instalar no comodismo, no adormecimento, no descuido, numa vida de fé que não compromete, numa religião de “meias tintas” e de facilidade, num testemunho pouco empenhado e pouco coerente… É preciso, no entanto, que o nosso compromisso com Jesus se renove cada dia. A certeza de que Ele vem outra vez, deve impulsionar-nos a um compromisso activo com os valores do Evangelho, na fidelidade aos ensinamentos de Jesus e ao compromisso com o Reino.
ACTUALIZAÇÃO
Considerar as seguintes questões:
• Nós, os cristãos do séc. XXI, não somos significativamente diferentes dos cristãos que integravam a comunidade de Mateus… Também percorremos um caminho de altos e baixos, em que os momentos de entusiasmo e de compromisso alternam com os momentos de instalação, de comodismo, de adormecimento, de pouco empenho. As dificuldades da caminhada, os apelos do mundo, a monotonia, a nossa fragilidade levam-nos, frequentemente, a esquecer os valores do Reino e a correr atrás de valores efémeros, que parecem garantir-nos a felicidade e só nos arrastam para caminhos de escravidão e de frustração. O Evangelho deste domingo lembra-nos que a segunda vinda do Senhor deve estar sempre no horizonte final da nossa existência e que não podemos alienar os valores do Evangelho, pois só eles nos mantêm identificados com esse Senhor Jesus que há-de voltar para nos oferecer a vida plena e definitiva. Enquanto caminhamos nesta terra devemos, pois, manter-nos atentos e vigilantes, fiéis aos ensinamentos de Jesus e comprometidos com esse Reino que Ele nos mandou construir.
• “Estar preparado” não significa, contudo, ter a “alminha” limpa e sem mancha, para que, quando nos encontrarmos com o Senhor, Ele não tenha nenhuma falta não confessada a apontar-nos e nos leve para o céu… Mas significa, sobretudo, vivermos dia a dia, de forma comprometida e entusiasta, o nosso compromisso baptismal. “Estar preparado” passa por descobrirmos dia a dia os projectos de Deus para nós e para o mundo e procurar concretizá-los, com alegria e entusiasmo; “estar preparado” passa por fazermos da nossa vida, em cada instante, um dom aos irmãos, no serviço, na partilha, no amor, ao jeito de Jesus.
• Embora o nosso texto se refira, primordialmente, ao nosso encontro final com Jesus, todos nós temos consciência de que esse momento não será o nosso único encontro com o Senhor… Jesus vem ao nosso encontro todos os dias e reclama o nosso empenho e o nosso compromisso na construção de um mundo novo – o mundo do Reino. Ele faz ecoar o seu apelo na Palavra de Deus que nos questiona, na miséria de um pobre que nos interpela, no pedido de socorro de um homem escravizado, na solidão de um velho carente de amor e de afecto, no sofrimento de um doente terminal abandonado por todos, no grito aflito de quem sofre a injustiça e a violência, no olhar dolorido de um imigrante, no corpo esquelético de uma criança com fome, nas lágrimas do oprimidoO Evangelho deste domingo avisa-nos que não podemos instalar-nos no nosso egoísmo e na nossa auto-suficiência e recusar-nos a escutar os apelos do Senhor.
• A história das jovens “insensatas” que se esqueceram do essencial faz-nos pensar na questão das prioridades… É fácil irmos “na onda”, preocuparmo-nos com o imediato, o visível, o efémero (o dinheiro, o poder, a influência, a imagem, o êxito, a beleza, os triunfos humanos…) e negligenciarmos os valores autênticos. Mateus, com algum dramatismo, avisa-nos que só os valores do Evangelho nos asseguram a participação no banquete do Reino. O objectivo da catequese de Mateus não é dizer-nos que, se não nos portarmos bem, Deus nos castiga com o inferno; mas é alertar-nos para a seriedade com que devemos avaliar as nossas opções, de forma a não perdermos oportunidades para nos realizarmos e para chegarmos à felicidade plena e definitiva.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

ECONOMIA & FINANÇAS (in) PRENSA: os efeitos perniciosos da ambição & ...

...da ganância pelo dinheiro, uns, os financeiros/especuladores e pelo poder político, outros,  Merkel e Sarkozy, numa palavra, os "Merkozy". Com eleições à vista e para não perderem os seus "tachos" & vaidades, o que estes "senhores" são capazes de sacrificar, hipotecar - milhões & milhões de seres humanos espoliados do seu presente e, pior ainda, do seu futuro - quando sabem e conhecem bem, quais as medidas mais apropridas a serem tomadas. Em vez disso... . Incapacidade ou bestialidade? Venha o diabo e escolha!  
Por isso e de facto «faltam estadistas, sobram políticos»!!!

A implosão do euro ou a guerra

(in)PRENSA: Forças armadas...

... gregas:http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=26&did=37194

& portuguesas:
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=25&did=37288

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/portugal/protestos-militares-com-policias

Qualquer semelhança é mera coincidência (?), mas ...
Será que o governo português vai seguir o exemplo do seu homónimo grego?

Ora aqui está uma boa sugestão de prenda de Natal: um livro!