"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























quinta-feira, 9 de agosto de 2012

FÉRIAS (d)e VERÃO com um convite à REFLEXÃO/MEDITAÇÃO/ATENÇÃO (9)...

... para, neste tempo da vida, preparar outro tempo, o Outono-Inverno da vida que se segue.
E se "o tempo voa", eles estão já aí!


Paixão, afetividade e amizade
Diferentemente dos grandes homens da Idade Média, hoje, nós, pessoas das coisas de Deus, já não sabemos compreender e abordar as paixões, esquecemos a «gaia ciência».
Os monges poetas possuíam uma verdadeira teologia da paixão amorosa, ao passo que nós nos contentamos com uma ética dos afetos, com uma série de prescrições. É urgente que a Igreja torne, de novo, a tratar os temas vitais do homem, como a grande dádiva do eros, uma espiritualidade que fale ao coração, o lugar do corpo, o além, a relação com a natureza e com o cosmo, elaborando deles uma teologia, reconhecendo-os como lugar teológico, e não reduzindo-os apenas a uma moral.

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