E se "o tempo voa", eles estão já aí!
Paixão, afetividade e amizade
Diferentemente dos grandes homens da Idade Média, hoje, nós, pessoas das coisas de Deus, já não sabemos compreender e abordar as paixões, esquecemos a «gaia ciência».
Os monges poetas possuíam uma verdadeira teologia da paixão amorosa, ao passo que nós nos contentamos com uma ética dos afetos, com uma série de prescrições. É urgente que a Igreja torne, de novo, a tratar os temas vitais do homem, como a grande dádiva do eros, uma espiritualidade que fale ao coração, o lugar do corpo, o além, a relação com a natureza e com o cosmo, elaborando deles uma teologia, reconhecendo-os como lugar teológico, e não reduzindo-os apenas a uma moral.
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