"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























quinta-feira, 9 de agosto de 2012

FÉRIAS (d)e VERÃO com um convite à ESPIRITUALIDADE (9)...

... para, neste tempo da vida, preparar outro tempo, o Outono-Inverno da vida que se segue.
E se "o tempo voa", eles estão já aí!


Futuro do cristianismo está nas origens, diz sociólogo português
O sociólogo José Pereira Coutinho, autor de um estudo que envolveu 500 alunos de quatro universidades públicas de Lisboa, considera que o cristianismo tende para a realidade que caracterizou as suas origens, com uma minoria de fiéis convictos mas minoritários. «Ainda que continuem a existir pessoas que se dizem católicas por tradição, a maior parte só será por convicção», enquanto que ateus e agnósticos serão uma fatia «cada vez maior» e as minorias religiosas tendam a crescer devido à imigração.
João Pereira Coutinho sublinha que a sociedade respira um «ambiente que não desenvolve o valor da paciência e da introspeção, muito importantes para desenvolver a religiosidade», fator a que se acrescenta a «erosão gradual da família tradicional» e do «casamento religioso», a par do «aumento do divórcio e das uniões de facto».

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