"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























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sábado, 22 de agosto de 2020

inPRENSA semanal (15 a 21-08-2020): a minha selecção!

Quem, por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA semanal: a minha selecção!" que aí virão. 


Mistério médico. Cérebros de veteranos desvendam segredos sobre a síndrome da Guerra do Golfo
Dona da seguradora comprada ao Novo Banco mudou-se para morada que era de magnata condenado
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242 mil doentes à espera de cirurgias. E para 100 mil já passou o prazo clinicamente aceitável
e
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Eleições gerais na Nova Zelândia adiadas por quatro semanas
Catástrofe ambiental. Impacto do derrame de petroleiro nas Maurícias "vai durar muito tempo"
Taizé. Encontro europeu em Turim adiado um ano
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Técnica com luz solar torna água do mar potável em menos de 30 minutos
Os cientistas já sabem porque é que as lâminas de barbear deixam de cortar
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"Mais de 150 mil pessoas morreram e a nossa economia está num caos"
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Casa Real espanhola revela paradeiro do rei emérito Juan Carlos
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e
Covid 19. Médicos de Saúde Pública querem mais profissionais para rastreio de contactos
Covid-19. Portugal vai receber seis milhões e 900 mil vacinas
Restrições à liberdade individual
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“Estou de consciência tranquila…”
Quem é Alexei Navalny, o carismático ativista anticorrupção que desafia Putin há uma década?
Só Salazar, Cunhal e Soares ultrapassaram a condição de anões na política portuguesa"
Rússia. Médicos recusam transporte do líder da oposição para Berlim
Banco Mundial alerta que crise pode levar 100 milhões de pessoas à pobreza extrema
Agências de turismo britânicas dizem que entrada de Portugal para corredores chega a tempo
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terça-feira, 15 de janeiro de 2013

POLÍTICA/ECONOMIA/FINANÇAS: o "PORQUÊ" dos "porquês".​..

A propósito de Bancos, FMI, Troika & demais cÂÁÃÀ quejandos...que, com a nossa cumplicidade - nossa, quer dizer, com a cumplicidade dos "habitués" que lá, no poder, os põem, esquecendo-se que há um partido "protestativo" & indicativo, o partido do VOTO EM BRANCO - nos levam, tiram, usurpam, maltratam, subtraem,..., atente-se nisto que mãos amigas me fizeram chegar ( a quem já viu peço desculpa, mas se calhar é bom & conveniente, rever e/ou partilhar) e eu resolvi "dossierfi(c)ar":
- "Eles deviam era ter vergonha de sair à rua"
- Em análise, o estado social do país.
- Sic Grande Reportagem: Investigação ao Banco Português de Negócios (BPN) (22 Dez 2012).
- Banca rota
- Apresentação do livro: "Quem Paga o Estado Social em Portugal",
- Como Descrever a Crise Espanhola (e a Crise Portuguesa) a Falar do Equador
(Rafael Correa, presidente do Equador desde 2007...)

DEZEMBRO 3, 2012 - 10:28PM | POR BONIFACIO CAÑIBANO
Rafael Correa chegou ontem à tarde à Universidade Pablo de Olavide, em Sevilha, onde era aguardado por uma multidão de pessoas. Veio explicar como tinha o Equador saído da crise da sua dívida ou, como ele próprio chamou, da «longa noite neoliberal» na qual afundaram o país na década de noventa: a ação conjunta de banqueiros insaciáveis, políticos corruptos e governos cegamente obedientes às medidas desreguladoras do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial. Parecia estar a descrever o que se está a passar em Espanha e no Sul da Europa, porque o processo era quase uma fotocópia do seguido aqui, de tal modo que, para não provocar conflitos diplomáticos, avisou no início da conferência que «não vinha dar conselhos ao governo espanhol sobre a forma de sair da crise, mas sim descrever o que tinha acontecido no país dele». A sala onde decorreu a conferência estava a abarrotar de estudantes e havia mais três salas onde se seguia a sua intervenção por videoconferência. Mesmo assim, não era suficiente. Fora, no campus, um numeroso grupo de estudantes que tinham ficado sem lugar gritava durante metade da conferência: «Que saia Correa!»O presidente do Equador situou a origem dos problemas económicos do seu país na década de setenta, em pleno boom do petróleo. Nessa altura, o Equador crescia a um ritmo de 10 por cento, superior ao que a China apresenta atualmente. Então, quando houve excesso de liquidez, começaram a aparecer em Quito os burocratas do FMI, do BM e da banca internacional, predicando o endividamento agressivo. O país começou a comprar compulsivamente no estrangeiro todo o tipo de coisas, entre as quais, obviamente, pacotes de armamento caríssimos.
Em 1982, o Equador já não conseguiu pagar a dívida e a situação explodiu.
Naquela altura, disse Correa, «entrou em funcionamento a lógica financeira do FMI, que dá a prioridade ao pagamento da dívida, acima de tudo». Os sucessivos governos equatorianos sentiram a necessidade de endividar-se uma e outra vez para poder pagar os cada vez mais altos juros de uma dívida que continuava a crescer. «O objetivo da economia passou a ser o pagamento das dívidas do próprio Estado e dos bancos, enquanto a população empobrecia cada vez mais», acrescentou, levando os estudantes a aplaudir entusiasticamente. «O círculo infernal em que se encontram atualmente Grécia e Portugal» – afirmou Correa, que, por respeito ao país anfitrião, não incluiu a Espanha nesta referência. No Equador, sustentou o Presidente, «a dívida privada interna (a dos bancos) foi paga à base de empréstimos externos, mas à custa do endividamento do Estado». Também desta vez não referiu Espanha, mas lembrou que dois anos antes, numa visita a Portugal, tinha avisado o governo português do risco de acontecer o mesmo no país vizinho. Augúrio cumprido.
O passo que o Equador deu em seguida também é bem conhecido nestas latitudes: «Foi o das privatizações, desregulações e cortes sociais, ditados pelo consenso de Washington, a Bíblia do neoliberalismo para a América Latina». (Algo semelhante ao que ditam atualmente Berlim ou Bruxelas). «Impuseram-nos leis», disse o Presidente, «que, diziam eles, impulsionavam a competitividade e a flexibilidade no trabalho, que é o mesmo que explorar os trabalhadores», esclareceu a uns estudantes cujos aplausos e entusiasmo continuavam a aumentar. «Demonizavam a despesa pública quando era para pagar aos professores, mas não quando era para comprar armas», voltou a esclarecer.
Foi nesta conjuntura que o Equador entrou no ano 2000, no qual 16 bancos foram à falência. «Então, os políticos, que não representavam os cidadãos mas sim os poderes económicos, tudo fizeram para que a crise fosse paga pelo povo», referiu, tendo todo o cuidado para não mencionar em momento algum a Espanha, enquanto as quatro salas aplaudiam com grande alvoroço.
Correa explicou que, pouco antes da falência, o governo em funções criou um Fundo de Garantia de Depósitos, que não teria sido uma má ideia se o objetivo não tivesse sido o de cobrir as perdas das entidades financeiras que faliram imediatamente depois. “Desta forma, as perdas da banca foram socializadas”. O presidente equatoriano manteve-se firme na decisão de não fazer comparações com a Espanha. O «quintalinho» equatoriano recebeu o nome de encautamiento de depósitos (cativação de depósitos), que se traduz na proibição governamental de os cidadãos utilizarem o dinheiro que tinham no banco. Depois chegou a dolarização, os suicídios – «chegamos a conhecer um novo fenómeno, o suicídio infantil» – e a emigração de milhões de equatorianos (alguns dos quais presentes na conferência).
Correa criticou abertamente a independência do Banco Central Europeu, «que não está a fazer o necessário para que a Europa saia da crise». «A ideia de que a economia não é política não resiste a uma análise séria e torna-se uma estupidez argumentar que os tecnocratas que a dirigem tomam decisões sem interesses políticos concretos, como se fossem seres celestiais que não estão contaminados pela maldade terrena».
Nesta altura o público estava rendido. Depois, dirigindo-se aos estudantes, disse: «Quando a burocracia financeira internacional toma decisões, não está a pensar em solucionar o vosso desemprego, está a pensar no pagamento da dívida». E disse-o com a elegância de colocar como sujeito dessa ação a burocracia internacional... não os políticos locais. Foi mais direto ao evocar um cartaz que tinha visto em Sevilha nessa manhã e que dizia «Gente sem casas e casas sem gente». «Se seguirmos a lógica dos poderes financeiros vamos chegar ao pior dos mundos possíveis, no qual as pessoas não terão casas e os bancos terão casas de que não precisam». Os despejos são inumanos, disse, e «não tem lógica que uma pessoa que entrega a casa, por não a conseguir pagar, fique endividado para sempre». O presidente explicou que, quando chegou ao governo em 2007, implementou de imediato diversas medidas: eliminou a hegemonia do seu banco central, auditou e reestruturou a dívida, eliminando o embuste da «dívida ilegítima» e recuperando títulos de dívida a 35 por cento do seu valor nominal. Depois pagou o resto, «para se livrar do condicionamento do FMI, como haviam feito o Brasil e a Venezuela». Correa terminou lembrando que «expulsei de Quito a missão do Banco Mundial e há seis anos que a burocracia financeira internacional não voltou ao meu país. Agora estamos melhor do que nunca».
Tradução de David Mesa
Revisão de Rita Veloso
Veja-se também a intervenção de Rafael Correa na XII Cimeira Ibero-Americana, em Cadiz, no dia 17 de Novembro de 2012 (em castelhano):

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

a BARBÁRIE ainda e sempre (12)

Já viu isto na TVE? Então veja-o outra vez.
Excelentes estes 45minutos. Documentário exibido pela TVE espanhola, que aborda a visão de dois grandes humanistas contemporâneos sobre o mundo atual: Eduardo Galeano e Jean Ziegler. Pode se dizer que há algo de profético em seus depoimentos, pois o documentário foi feito antes da crise que assolou os países periféricos da Europa, como a Espanha. A Ordem Criminal do Mundo, o cinismo assassino que a cada dia enriquece uma pequena oligarquia mundial em detrimento da miséria de cada vez mais pessoas pelo mundo. O poder se concentrando cada vez mais nas mãos de poucos, os direitos das pessoas cada vez mais restritos. As corporações controlando os governos de quase todo o planeta, dispondo também de instituições como FMI, OMC e Banco Mundial para defender seus interesses. Hoje 500 empresas detém mais de 50% do PIB Mundial, muitas delas pertencentes a um
mesmo grupo. (Docverdade)



Uma em cada oito pessoas no mundo está subnutrida
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=26&did=80388

Ronaldo vai ganhar mais de um milhão por mês (se ele ganha é porque alguém lho dá e se alguém lho dá é porque tem e se alguém tem é porque ... e esse alguém é ... só pode ser o "amante da bola")
http://rr.sapo.pt/bolabranca_detalhe.aspx?fid=43&did=80722

sábado, 28 de julho de 2012

(in)PRENSA: a minha selecção

Para quem, que por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA: a minha selecção" que aí virão.

Problemas da zona euro parecem estar mais contidos
http://expresso.sapo.pt/problemas-da-zona-euro-parecem-estar-mais-contidos=f741000
Mais de 17 biliões de euros escondidos em paraísos fiscais
http://expresso.sapo.pt/mais-de17-bilioes-de-euros-escondidos-em-paraisos-fiscais=f741658
Contagem decrescente para o terrível mês de setembro  
http://expresso.sapo.pt/contagem-decrescente-para-o-terrivel-mes-de-setembro=f741507
O que eles pensam de Relvas
http://expresso.sapo.pt/o-que-eles-pensam-de-relvas=f740435
Entregava o seu património a Miguel Relvas?
http://expresso.sapo.pt/entregava-o-seu-patrimonio-a-miguel-relvas=f742445
Passos: lixa-te para as eleições, mas não lixes os portugueses!http://expresso.sapo.pt/passos-lixa-te-para-as-eleicoes-mas-nao-lixes-os-portugueses=f742355
Deputados deram 1.055 faltas ao longo de 134 sessões
- http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=27&did=71435
- http://www.publico.pt/Política/deputados-da-ar-deram-1055-faltas-ao-longo-da-sessao-apenas-cinco-injustificadas-1556464?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+PublicoPolitica+%28Publico.pt+-+Pol%C3%ADtica%29
A LISTA DE BOYS DO GOVERNO, TODOS ESPECIALISTAS BEM PAGOS E DE TENRA IDADE…
http://crimedigoeu.wordpress.com/2012/06/25/a-lista-de-boys-do-governo-todos-especialistas-bem-pagos-e-de-tenra-idade/
Espanha pode provocar um terramoto económico
http://expresso.sapo.pt/espanha-pode-provocar-um-terramoto-economico=f742393
Agência Standard & Poor's sob investigação
http://expresso.sapo.pt/agencia-standard--poors-sob-investigacao=f742591
Operadoras de telemóveis guardam informações pessoais indevidamente
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Tecnologia/Interior.aspx?content_id=2688506
Degelo na Gronelândia assusta cientistas da NASA
http://expresso.sapo.pt/degelo-na-gronelandia-assusta-cientistas-da-nasa=f742073
outra explicação que, uma vez mais, a "grande" informação não informa:
Essa é a mais recente imagem da NASA do que aconteceu em apenas 3 dias este mês na camada de gelo da Groenlândia. É o maior derretimento de gelo dos últimos 150 anos, mas a Shell está chegando no Ártico para perfurar a terra, causando mais derretimento. Compartilhe esta imagem com todos agora -- se causarmos uma tempestade de relações públicas para a Agência de Proteção Ambiental dos EUA, eles podem se sensibilizar e revogar a licença da Shell. Republica essa imagem agora, e então clique abaixo para enviar uma mensagem urgente para salvar o Ártico!
 http://www.avaaz.org/po/save_the_arctic
Olha, afinal sabem gerir empresas públicas
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=570555&pn=1
Gente Simples
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=570647
Demolir o Estado
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=570641
Quase que duplicou o número de casais sem emprego
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=25&did=71579
"Mais de metade" da população portuguesa está em risco de pobreza (é obra!)
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=25&did=71588
Mourinho dedica prémio aos portugueses em dificuldades (estará a dedicar algum dos seus milhões à mesma causa?)
http://rr.sapo.pt/bolabranca_detalhe.aspx?fid=42&did=71604
Bruxelas fala pela primeira vez em "facilitar" ajustamento português
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=25&did=70362
FMI admite abrandamento da austeridade em Portugal já este ano
"Troika" quer ainda mais cortes na saúde
Saiba como o Tribunal Constitucional ainda pode mexer com Portugal
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=25&did=70303
Governo espanhol aprova penas de prisão para gestores públicos (quem me dera ser espanhol - não pelo futebol, mas por isto)
http://expresso.sapo.pt/governo-espanhol-aprova-penas-de-prisao-para-gestores-publicos=f742796
Medo da inteligência

domingo, 16 de outubro de 2011

«...os portugueses estão a ser alvo de uma pilhagem ilegal e imoral...»

Analisado o discurso do Movimento dos indignados, o sociólogo Boaventura Sousa Santos avisa que só será eficaz se tiver palco político. Entrevistado na RTP Informação, o sociólogo analisou o país, falou dos "abutres do Banco Mundial" e da pilhagem ilegal e imoral de que os portugueses estão a ser alvo.