"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020

LIVRO&LEITURA: “As literaturas em língua portuguesa”

Das origens trovadorescas e cronísticas aos vislumbres de hipercontemporâneo nos alvores do século XXI, passando por África, Brasil e Oriente: são 20 capítulos, quase 800 páginas, que compõem a obra “As literaturas em língua portuguesa”, assinada por José Carlos Seabra Pereira, diretor do Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura, que a editora Gradiva vai lançar em fevereiro. Leia um excerto da Apresentação AQUI.

terça-feira, 8 de agosto de 2017

LIVRO&LEITURA: “A Hora da Ilusão”

Um livro “sobre um arquitecto que perde o emprego e se reencontra como carpinteiro ou, melhor dizendo, como escultor de árvores”. ais, clicar AQUI.

terça-feira, 29 de novembro de 2016

LIVROS&LEITURAS vários

Dêmos um passeio junto ao mar. É inverno, é Natal, o mar está revolto. Mas nem por isso daremos um passeio ao seu lado. Ver as ondas a refugiar os peixes e as anémonas no mais forte rochedo e lembrar: A vida que fui deverá ser a que serei? Ou o mar revolto tem-me imposto o abrigo e não tenho como ser melhor? Mesmo com as maiores ondas é possível levantar a cabeça ao futuro. Para saber mais, clicar AQUI

«O ser humano é o ser da pergunta e, de pergunta em pergunta, pergunta ao Infinito pelo Infinito, e é aqui que vejo o fundamento da dignidade humana: um ser finito e mortal ter em si a capacidade de pôr a questão do Infinito. Fá-lo, porque tem algo de infinito nele. Por isso, é fim e não meio, não tem preço, mas dignidade, como viu Kant. Por outro lado, como disse Heidegger, a pergunta é a piedade do pensamento.» Entrevista ao autor, padre Anselmo Borges. Para saber mais, clicar AQUI

Adélia «construiu uma obra poética vital que a coloca, com inteira justiça, entre as grandes vozes do nosso tempo: instigadora na proposta, destemida na invenção, antilírica até ao osso e contudo ardente, sem pingo de condescendência mas magnificamente sensorial, dinamitando as zonas de conforto onde a poesia moderna se instalou, mostrando que a ortodoxia é uma forma radical de heterodoxia e a mais ínfima reverência deve ser mais temida do que a maior blasfémia». Para saber mais, clicar AQUI

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

LEITURA: ""Corrupção e pecado" e "Sobre a acusação de si mesmo"

Ele surpreende-nos todas as manhãs com a sua reflexão pessoal, com a alma que põe nas palavras, a capacidade de síntese e clareza e o dom de dizer discursos teoricamente longos em muitas poucas palavras.. Parece que estudou numa escola de jornalismo, oratória, marketing, publicidade. Junta com a mesma naturalidade história, filosofia, teologia, moral, ascética e mística, para não falar duma abertura de alma e coração, e da proximidade que estabelece com os seus paroquianos, estejam à distância a que estiverem do seu púlpito.
Ler mais em:

quinta-feira, 18 de julho de 2013

LEITURA: "Ser espiritual, da evidência à Ciência" - Luís Portela

É bom saber que não se está só nas suas ideias&ideais, mas acompanhado por alguém bem credenciado, para a importância&necessidade da espiritualidade de que vou, por esta e outras vias do género, ciberespaço sobretudo, fazendo ou sendo eco.
Em http://www.dehonianos.org/portal/liturgia_dominical_ver.asp?liturgiaid=10 pode ler-se « O nosso tempo vive-se a uma velocidade estonteante… Para ganhar uns minutos, arriscamos a vida porque “tempo é dinheiro” e perder um segundo é ficar para trás ou deixar acumular trabalho que depois não conseguimos “digerir”. Mudamos de fila no trânsito da manhã vezes incontáveis para ganhar uns metros, passamos semáforos vermelhos, comemos de pé ao lado de pessoas para quem nem olhamos, chegamos a casa derreados, enervados, vencidos pelo cansaço e pelo stress, sem tempo e sem vontade de brincar com os filhos ou de lhes ler uma história e dormimos algumas horas com a consciência de que amanhã tudo vai ser igual… Claro que estas são as exigências da vida moderna; mas, como é possível, neste ritmo, guardar tempo para as coisas essenciais? ... Esta época do ano – tempo de férias, de evasão, de descanso – é um tempo privilegiado para invertermos a marcha alienante que nos massacra. Que este tempo não seja mais uma corrida desenfreada para lugar nenhum, mas um tempo de reencontro connosco, com a nossa família, com os nossos amigos, com ... e com as nossas prioridades ... e a escuta da Palavra podem ajudar-nos a recentrar a nossa vida e a redescobrir o sentido da nossa existência. »

http://www.gradiva.pt/?q=C/BOOKSSHOW/7405

http://www.rtp.pt/antena1/index.php?t=Entrevista-a-Luis-Portela.rtp&article=6670&visual=11&tm=16&headline=13

http://www.dinheirovivo.pt/Empresas/Artigo/CIECO213407.html?page=0




NOTA: O seu lançamento aconteceu em Lisboa (El Corte Inglés) a 26 de Junho e, no Porto (Fundação de Serralves), a 9 de Julho, próximos pretérito. Alguém deu por isso? Muitos, pois o auditório estava "apinhado" de gente, escadaria inclusivé. Por Lisboa não respondo.