"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























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sábado, 3 de setembro de 2016

inPRENSA semanal: a minha selecção!

Quem, por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA semanal: a minha selecção!" que aí virão.


"Com a mão de Deus, consegui". Ismael já é um 'padre de ferro'
Volta a Portugal
Tapar ou destapar? A guerra ao burkini explicada em 3 perguntas
Cristianismo e Jogos Olímpicos
Bronze para Portugal: parabéns, Telma!
João Paulo I: “Papa do sorriso” deixou marca duradoura de Igreja que vive do essencial
Papa Francisco recebeu fundador do Facebook para lutar contra pobreza e encorajar «cultura do encontro»
Tolentino Mendonça e Frederico Lourenço na Festa do Livro em Belém, promovida pelo Presidente da República
Europa: Quando as armas têm mais direitos que os migrantes
Desempregados jovens no país caem para mínimo de 15 anos
O imposto mais estúpido
João Gabriel Silva: "Lá em casa nunca havia dinheiro para ir ao restaurante, mas para um livro havia sempre"
As fronteiras amigas
Sede das Nações Unidas recebe exposição e conferência sobre Madre Teresa de Calcutá
Ciência, fé e cultura marcam Jubileu das Universidades
Onde a banca ganha dinheiro
Como o Deutsche Bank ajudou no esquema de fuga de capitais da Rússia
Marques Mendes quer saber quem abriu buraco na Caixa
Isenção de partidos é "escandalosa", dizem proprietários sobre IMI
Líbia: Num só dia, foram resgatados mais de 6.500 refugiados
Refugiados: 40 missões num só dia resgatam mais de sete mil pessoas
"Paula Teixeira da Cruz escreveu a página mais negra da justiça"
A afirmação chinesa. Ou não
Dinheiro em Caixa
Será o fim da doença de Alzheimer? Anticorpo mostra-se promissor
Os ladrões de bancos
CGTP exige aumentos de salários, pensões e combate à despesa com "lobbies"
A política anti-investimento
A história do milagre que confirmou Madre Teresa como Santa
Do Nobel da Paz à santidade. A vida de Madre Teresa de Calcutá
A entrevista de Madre Teresa de Calcutá à Renascença. E as viagens a Portugal
http://rr.sapo.pt/noticia/62665/a_entrevista_de_madre_teresa_de_calcuta_a_renascenca_e_as_viagens_a_portugal?utm_medium=email&utm_source=newsletter                                                            
Dez histórias da vida de Madre Teresa de Calcutá
Sede das Nações Unidas recebe exposição e conferência sobre Madre Teresa de Calcutá
Madre Teresa de Calcutá, luz a manter acesa
"As pessoas não falam da guerra colonial!. Por que caraças, Ivo M. Ferreira, queres tu falar?
Jornal do Vaticano recorda os Beatles e os 50 anos do álbum "Revolver"
Papa pede arrependimento do mal feito à «casa comum» e «propósito firme de mudar de vida»
E se no Dia Mundial de Oração pelo Cuidado da Criação rezássemos (mesmo)?

terça-feira, 2 de agosto de 2016

LIVRO&LEITURA: Papa Francisco prefacia textos inéditos de Madre Teresa de Calcutá

«Há uma expressão de Madre Teresa que gostaria que servisse de cenário à minha reflexão: “Nós não somos uma ONG. As ONG trabalham para um projeto; nós trabalhamos para Alguém”. Por isso também eu repito que a Igreja não é uma ONG, porque trabalha para Cristo e para os pobres nos quais vive Cristo, estende-lhes a mão, invoca ajuda, pede o nosso olhar misericordioso, a nossa ternura.» Leia o prefácio do papa Francisco e excertos dos textos de Madre Teresa. Para saber mais, clicar AQUI

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

EFEMÉRIDE: Madre Teresa de Calcutá

Uma jovem chegou de um país estrangeiro para fazer parte das Missionárias da Caridade. Uma das nossas regras exige que um recém-chegado vá para o lar onde estão os moribundos no dia a seguir à sua chegada. Disse então à jovem: «Viste o padre durante a missa, com que amor, com que cuidado ele tocou no corpo de Jesus na hóstia? Faz o mesmo quando estiveres junto dos moribundos, porque é o mesmo Jesus que vais encontrar nos corpos destroçados dos nossos pobres.
Ler mais em:
 

http://evangelhoquotidiano.org/main.php?language=PT&module=saintfeast&id=11997&fd=0


terça-feira, 8 de maio de 2012

UMA GOTA DE ÁGUA

" (...) jamais esqueça que são essas mesmas pequenas e frágeis gotas d’ água que, com insistência e perseverança conseguem esculpir a mais sólida rocha (...)

domingo, 22 de janeiro de 2012

M. Teresa de Calcutá & José Maria Castilho

A todos os profetas do empobrecimento do país eis, aqui têm, este pequeno-grande excerto de Madre Teresa de Calcutá (1910-1997), fundadora das Irmãs Missionárias daCaridade
Carta às suas colaboradoras de 10/04/1974, mas ainda infeliz & lamentavelmente actual:
«Compadecido deste homem, Jesus estendeu a mão e tocou-o»
Os pobres têm sede de água, mas também de paz, de verdade e de justiça. Os pobres estão nus e têm necessidade de roupas, mas também de dignidade humana e de compaixão para com os pecadores. Os pobres estão sem abrigo e têm necessidade de um abrigo feito de tijolos, mas também de um coração alegre,compassivo e cheio de amor. Eles estão doentes e têm necessidade de cuidados médicos, mas também de uma mão amiga e de um sorriso acolhedor.
Os excluídos, os que são rejeitados, os que não são amados, os prisioneiros, os alcoólicos, os moribundos, os que estão sós e abandonados, os marginalizados, os intocáveis e os leprosos [...], os que estão na dúvida e confusos, os que não foram tocados pela luz de Cristo, os que têm fome da palavra e da paz de Deus, as almas tristes e angustiadas [...], os que são um fardo para a sociedade, os que perderam toda a esperança e a fé na vida, os que esqueceram como se sorri e os que já não sabem o que é receber um pouco de calor humano, um gesto de amor e de amizade – todos eles se voltam para nós para serem reconfortados. Se lhes viramos as costas, viramos as costas a Cristo

Entrevista com o teólogo José Maria Castilho
É um dos teólogos espanhóis mais críticos, com obra vasta sobre Cristologia, e que, aos 78 anos, abandonou os jesuítas, para não os incomodar com as suas teses polémicas. O professor José Maria Castilho analisa, nesta entrevista, os comportamentos da Igreja Católica espanhola e do Papa Bento XVI. A entrevista é conduzida pelo jornalista Manuel Vilas Boas.
http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=1707406