"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























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terça-feira, 1 de março de 2022

ESPIRITUALIDADE:

Durante a Segunda Guerra Mundial, a providência divina iria se encarregar de mostrar como a mensagem de Fátima estava correta e a Liga das Nações estava errada sobre o modo de alcançar a paz. Para saber mais&melhor clicar AQUI.

quinta-feira, 6 de agosto de 2020

EFEMÉRIDE/COMEMORAÇÃO: 6/08/1945 a 6/08/2020 = 75 anos

"Os sinos dobraram esta manhã em Hiroshima. Ouça aqui as memórias de Hiroshima."

«Hiroxima foi uma verdadeira catequese humana sobre a crueldade» (...) "São lágrimas que hoje a humanidade não deve esquecer. O orgulho desta humanidade que não aprendeu a lição e parece que não a quer aprender!" (...)  Aqui, faço memória de todas as vítimas e inclino-me perante a força e a dignidade das pessoas que, tendo sobrevivido àqueles primeiros momentos, suportaram nos seus corpos durante muitos anos os sofrimentos mais agudos e, nas suas mentes, os germes da morte que continuaram a consumir a sua energia vital. Senti o dever de vir a este lugar como peregrino de paz, para me deter em oração, recordando as vítimas inocentes de tanta violência e trazendo no coração também as súplicas e anseios dos homens e mulheres do nosso tempo, especialmente dos jovens, que desejam a paz, trabalham pela paz, sacrificam-se pela paz. Vim a este lugar cheio de memória e futuro, trazendo comigo o grito dos pobres, que são sempre as vítimas mais indefesas do ódio e dos conflitos.(...)"  

quarta-feira, 5 de junho de 2019

FILME&CINEMA: “A hidden life”

O filme sobre o Beato Franz Jägerstätter, objetor de consciência austríaco que se recusou combater por Hitler na Segunda Guerra Mundial, e por isso foi morto em 1943, deixando viúva a mãe das suas filhas, foi distinguido pelo júri ecuménico do festival de cinema de Cannes, que termina hoje. Os jurados consideram que «a alta qualidade cinematográfica, em termos de realização, de cenário e de montagem, permite exprimir e explorar as questões que se colocam à pessoa confrontada com o mal». De modo a compreender um filme que, entre o acentuar dramático da sucessão de acontecimentos, convida à contemplação, «é necessário deter-se, ir além da epiderme, insistindo nos sentidos: cor, som, símbolo e mensagem». Para saber mais clicar AQUI.

terça-feira, 30 de abril de 2019

FILME&CINEMA: Uma vida escondida

O cineasta norte-americano Terrence Malick regressa ao prestigiado festival de cinema francês, que começa a 14 de maio, oito anos depois de ter conquistado a Palma de Ouro com “A árvore da vida”. «O beato Franz era um homem do nosso tempo, um homem normal, com alguns defeitos e até por um certo período, com um estilo de vida bastante leviano e mundano. Contudo, seguindo a sua vocação e com a graça de Deus conseguiu colocar a vontade de Deus acima de tudo, chegando, após longas lutas internas a uma vida extraordinária de testemunho cristão. Pelas suas convicções de fé enfrentou a morte», recordou na celebração da beatificação o então responsável pela Congregação para as Causas dos Santos, o cardeal português José Saraiva Martins. Para saber mais clicar AQUI.

terça-feira, 9 de julho de 2013

CINEMA: "Imperador"

Japão, pós Segunda Guerra Mundial. Consumada a rendição aos Estados Unidos, dois generais americanos – Douglas MacArthur e Bonner Fellers – estão em território japonês com a incumbência de julgar o papel do imperador Hirohito na guerra. Em causa está a consideração, ou não, da sua culpa como criminoso de guerra. O clima é de extrema tensão e os generais têm apenas dez dias para deliberar, sabendo de antemão que, seja qual for a decisão, influenciará o curso da História. Um processo extraordinariamente difícil e delicado que se torna mais complexo à medida que conhecem o imperador e a sua cultura fortemente enraizada em valores como a honra, a lealdade e a obediência. Mas acima de tudo, sob o princípio de que o poder e a responsabilidade do imperador, acima da pessoa, é de ordem divina.
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