«A modéstia, a paciência e a prudência são disposições da mente quase tão necessárias à investigação filosófica como a seriedade e a honestidade, apesar de não tão obviamente necessárias. A imprudência nas asserções, a pressa em tirar conclusões, a confiança resoluta na nossa própria perspicácia e capacidades de raciocínio são incompatíveis com a homenagem que a natureza exige àqueles que gostariam de conhecer as suas maravilhas ocultas. Ela recusa-se a revelar os seus mistérios àqueles que se aproximam com outro espírito que não o humilde e reverente de aprendizes e discípulos.» Para saber mais, clicar AQUI.
«O êxito de um bom dito reside no ouvido daquele que o escuta, não daquele que o pronuncia» (Shakespeare)
"Porquê?" & "Para quê?"
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
terça-feira, 18 de maio de 2021
sexta-feira, 29 de janeiro de 2021
LIVRO&LEITURA: “O papa Francisco como filósofo”
Paul Ricoeur, Maurice Blondel, São Boaventura, Luigi Pareyson, Miguel de Unamuno ou Inácio de Loiola (sem esquecer São Tomás de Aquino, Romano Guardini, Ismael Quiles, Gaston Fessard ou Michel de Certeau): «Que o Papa Francisco nem sempre faça explicitamente referência a autores ou a filósofos, isso não significa que ele não os conheça ou que só os conheça vagamente». Este é uma das premissas do novo volume “O papa Francisco como filósofo”, dirigido por Emmanuel Falque e Laure Solignac, que a editora Tenacitas lança agora em Portugal, contando com textos de apresentação de D. Nuno Almeida, bispo auxiliar de Braga, do jesuíta Andreas Lind, professor da Faculdade de Filosofia da Universidade Católica Portuguesa (Braga), e de João Francisco Gomes, jornalista do “Observador”. Leia um excerto AQUI.