«O êxito de um bom dito reside no ouvido daquele que o escuta, não daquele que o pronuncia» (Shakespeare)
"Porquê?" & "Para quê?"
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
quarta-feira, 21 de julho de 2021
ATENÇÃO/REFLEXÃO/MEDITAÇÃO: Tristeza&Felicidade
segunda-feira, 28 de junho de 2021
LIVRO&LEITURA: “A experiência do limite humano - Testemunho pessoal em tempo de Covid”
«Decorridas várias semanas desde que tive alta hospitalar, já praticamente recuperado das consequências duma pneumonia grave por Covid, vou fazer o exercício de passar para escrito aquilo que mais me tocou e que melhor pode servir a quem se atreva a ler estas páginas. É, portanto, à luz de uma experiência pessoal intensa de doença que procurei vivenciar na fé que me proponho fazer um aprofundamento mais teórico de algumas dimensões da doença e do final da vida. Destacarei as três dimensões que mais me marcaram e que vou desenvolver: a experiência da vulnerabilidade, a importância dos outros e a perspetiva iluminadora da fé no sofrimento.» Esta é a proposta lançada pelo padre e médico Miguel Cabral no livro “A experiência do limite humano - Testemunho pessoal em tempo de Covid” (ed. Lucerna). Para saber mais clicar AQUI.
sexta-feira, 9 de abril de 2021
LIVRO&LEITURA: O sofrimento de Deus - Uma leitura sistemática a partir do Evangelho de São João
O surto desta pandemia – a Covid-19 – recordou-nos que a fé cristã não é um antídoto contra a experiência do sofrimento, estando, por isso, permanentemente solicitada a pensar o fenómeno do sofrimento. Aí, nesse balbuciar diante do mistério, imerge a inquietante pergunta: Quem é o Deus no qual se baseia a minha fé e como é que Ele se relaciona com a história? O grito do ser humano não é somente legítimo como também coincide com o próprio clamor de Deus, mas também possibilita a Deus manifestar-se absolutamente como é: Aquele que se opõe ao sofrimento. Assim sendo, o fenómeno do sofrimento não poderá ser nunca mais uma objeção contra Deus, porque Ele mesmo se converteu em objeção contra esse acutilante fenómeno. Para saber mais clicar AQUI.
domingo, 7 de fevereiro de 2021
PALAVRA de DOMINGO: Contextualizá-la para bem a entender e melhor vivê-la: EUCARISTIA, LITURGIA & VIDA!
Considerando:
5. Pregação «não é um sermão sobre um tema abstrato»: Vaticano apresenta diretório sobre homilias. Para saber mais clicar, AQUI
bispo de Hipona (norte de África), doutor da Igreja
«Carta a Proba sobre a oração», 8-9; CSEL 44, 56 ss.
segunda-feira, 16 de novembro de 2020
ATENÇÃO/REFLEXÃO/MEDITAÇÃO: Escutar para amar: O caminho interior de Etty Hillesum
Com Etty, aprendamos a não colocar demasiado cedo os pontos finais na nossa vida, a não contar somente connosco e com a nossa força. Tantas vezes somos confrontados com a tentação de colocar o ponto final, desiludidos, demasiado prematuramente, porque não contamos com a força de Deus, com o impacto de Deus, com aquilo que Ele pode fazer em nós. E, por isso, em vez de pontos finais, nós devíamos pôr vírgulas. Vírgulas que são esses tempos de espera, esses tempos de suspensão. Para saber mais clicar AQUI.
terça-feira, 25 de fevereiro de 2020
FILME&CINEMA: “Fontes de esperança”
quarta-feira, 2 de outubro de 2019
LIVRO&LEITURA: “Céu Nublado com Boas Abertas”
quarta-feira, 1 de maio de 2019
EFEMÉRIDE/COMEMORAÇÃO/RECORDAÇÃO: 1º de Maio: a propósito ...
Entretanto "Busque Motivação Para Fazer um Trabalho Ainda Melhor" AQUI.
domingo, 14 de abril de 2019
LIVRO&LEITURA: “Cartas sobre a dor”
terça-feira, 26 de março de 2019
ESPIRITUALIDADE: Uma ténue luz que vence o mal
sexta-feira, 12 de outubro de 2018
LIVRO&LEITURA: "Silêncio - Shüsaku Endö e a inculturação da fé no Japão"
quarta-feira, 10 de outubro de 2018
LIVRO&LEITURA: Cada batida do coração
segunda-feira, 11 de junho de 2018
LIVRO&LEITURA: "Crónicas ainda atuais"
domingo, 4 de fevereiro de 2018
PALAVRA de DOMINGO: Contextualizá-la para bem a entender e melhor vivê-la: EUCARISTIA, LITURGIA & VIDA!
5. Pregação «não é um sermão sobre um tema abstrato»: Vaticano apresenta diretório sobre homilias. Para saber mais clicar, AQUI
Que sentido têm o sofrimento e a dor que acompanham a caminhada do homem pela terra? Qual a “posição” de Deus face aos dramas que marcam a nossa existência? A liturgia do 5º Domingo do Tempo Comum reflecte sobre estas questões fundamentais. Garante-nos que o projecto de Deus para o homem não é um projecto de morte, mas é um projecto de vida verdadeira, de felicidade sem fim.
Na primeira leitura, um crente chamado Job comenta, com amargura e desilusão, o facto de a sua vida estar marcada por um sofrimento atroz e de Deus parecer ausente e indiferente face ao desespero em que a sua existência decorre… Apesar disso, é a Deus que Job se dirige, pois sabe que Deus é a sua única esperança e que fora d’Ele não há possibilidade de salvação.
No Evangelho manifesta-se a eterna preocupação de Deus com a felicidade dos seus filhos. Na acção libertadora de Jesus em favor dos homens, começa a manifestar-se esse mundo novo sem sofrimento, sem opressão, sem exclusão que Deus sonhou para os homens. O texto sugere, ainda, que a acção de Jesus tem de ser continuada pelos seus discípulos.
A segunda leitura sublinha, especialmente, a obrigação que os discípulos de Jesus assumiram no sentido de testemunhar diante de todos os homens a proposta libertadora de Jesus. Na sua acção e no seu testemunho, os discípulos de Jesus não podem ser guiados por interesses pessoais, mas sim pelo amor a Deus, ao Evangelho e aos irmãos.
EVANGELHO – Mc 1, 29-39
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Marcos
Naquele tempo,
Jesus saiu da sinagoga
e foi, com Tiago e João, a casa de Simão e André.
A sogra de Simão estava de cama com febre
e logo Lhe falaram dela.
Jesus aproximou-Se, tomou-a pela mão e levantou-a.
A febre deixou-a e ela começou a servi-los.
Ao cair da tarde, já depois do sol-posto,
trouxeram-Lhe todos os doentes e possessos
e a cidade inteira ficou reunida diante da porta.
Jesus curou muitas pessoas,
que eram atormentadas por várias doenças,
e expulsou muitos demónios.
Mas não deixava que os demónios falassem,
porque sabiam qual Ele era.
De manhã, muito cedo, levantou-Se e saiu.
Retirou-Se para um sítio ermo
e aí começou a orar.
Simão e os companheiros foram à procura d’Ele
e, quando O encontraram, disseram-Lhe:
«Todos Te procuram».
Ele respondeu-lhes:
«Vamos a outros lugares, às povoações vizinhas,
a fim de pregar aí também,
porque foi para isso que Eu vim».
E foi por toda a Galileia,
pregando nas sinagogas e expulsando os demónios.
AMBIENTE
Estamos na primeira parte (cf. Mc 1,14-8,30) do Evangelho de Marcos. Aí, Jesus é apresentado pelo evangelista como o Messias que proclama essa realidade de um mundo novo – uma realidade que o próprio Jesus chama “Reino de Deus”.
Com o chamamento dos primeiros discípulos (cf. Mc 1,16-20), começa a constituir-se a comunidade do “Reino” – isto é, a comunidade dos que escutam a proposta de Jesus e aderem a essa proposta. Em seguida, Marcos mostra a realidade do “Reino” a actuar no mundo como salvação e libertação, nas palavras e nos gestos de Jesus: com a autoridade que Lhe vem do Pai (cf. Mc 1,21-22) e em comunhão total com o Pai, Jesus vence o mal e a dor que escravizam o homem e anuncia um mundo novo de liberdade e de vida plena.
A actuação de Jesus no sentido de fazer aparecer o “Reino” é uma actuação que não se limita ao espaço da sinagoga (cf. Mc 1,21-28); estende-se, também, a outros ambientes e âmbitos, porque o “Reino de Deus” que Jesus veio propor dirige-se ao homem em todas as suas dimensões e situações.
O Evangelho deste domingo situa-nos em Cafarnaum, uma cidade situada na margem norte do Lago de Tiberíades, na Galileia.
MENSAGEM
O texto que nos é proposto apresenta-nos Jesus a actuar no sentido de tornar o “Reino” uma realidade presente no meio dos homens. O evangelista propõe-nos dois quadros; eles apresentam realidades diversas mas complementares do “ministério de Jesus”.
O primeiro quadro (vers. 29-34) situa-nos na “casa de Pedro”. Na narração de Marcos – com uma forte preocupação catequética – o objectivo fundamental é sugerir que a missão de Jesus consiste em oferecer aos homens a vida nova, a vida definitiva.
No primeiro momento, Jesus cura a sogra de Pedro que “estava de cama com febre” (vers. 30). O episódio é descrito com simplicidade e sobriedade, sem gestos teatrais desnecessários. Três pormenores sobressaem na descrição (vers. 31). O primeiro pormenor significativo é a indicação de que Jesus “aproximou-Se” da sogra de Pedro. Naturalmente, a iniciativa de Se aproximar de quem está prisioneiro do sofrimento, da doença, da opressão, é sempre de Jesus. Jesus toma a iniciativa, pois a missão que recebeu do Pai consiste em realizar a libertação do homem de tudo aquilo que o faz sofrer e lhe rouba a vida. O segundo pormenor importante aparece na indicação de que Jesus tomou a doente pela mão e “levantou-a”. O verbo utilizado pelo evangelista (o verbo grego “egueirô” – “levantar”) aparece frequentemente em contextos de “ressurreição” (cf. Mc 5,41;6,14.16;9,27;12,26;14,28;16,6). A mulher está prostrada pelo sofrimento que lhe rouba a vida; mas o contacto com Jesus devolve-lhe a vida e equivale a uma ressurreição. O terceiro pormenor significativo é a indicação de que a mulher “começou a servi-los”. O efeito imediato do contacto com Jesus e da experiência da vida que brota d’Ele é a actividade que se concretiza no serviço dos irmãos.
Num segundo momento, o quadro apresenta-nos “a cidade inteira” reunida diante da porta da casa de Pedro. “Jesus” – diz Marcos – “curou muitas pessoas que eram atormentadas por várias doenças e expulsou muitos demónios” (vers. 32-34). Os enfermos e os possessos do demónio representam, aqui, todos aqueles que estão privados de vida, que estão prisioneiros do sofrimento, da injustiça, do egoísmo, do pecado. O evangelista convida-nos a ver em Jesus Aquele que tem poder para libertar o homem das suas misérias mais profundas e para lhe oferecer uma vida nova, uma vida livre e feliz.
A “casa de Simão Pedro” (onde Jesus actua e diante da qual se reúne “toda a cidade” à procura da libertação que Jesus veio oferecer) pode ser – nesta catequese que Marcos nos propõe – uma representação da Igreja. É aí que Jesus está oferecendo à “família de Pedro” (isto é, à sua comunidade) vida em abundância. Nesse espaço familiar, Jesus aproxima-Se dos homens, liberta-os do sofrimento que escraviza e aliena, dá-lhes vida definitiva e capacita-os para o serviço dos irmãos. A multidão que se reúne “à porta” da casa de Pedro representa, provavelmente, essa humanidade que busca a libertação e a vida verdadeira e que, dia a dia, olha ansiosamente para a “casa de Pedro” (a Igreja) à procura de Jesus e da sua proposta libertadora.
No segundo quadro (vers. 35-38), Marcos apresenta-nos Jesus retirado num lugar solitário, em oração. A oração faz parte do ministério de Jesus. Está na agenda da sua actividade e dos seus compromissos. É significativo que a actividade de Jesus termine na oração e que a actividade de Jesus em favor das multidões parta, de novo, da oração. A oração é, para Jesus, o cume e a fonte da acção.
Dessa forma, a oração aparece, também, como condição para o surgimento do “Reino”. É na oração que Jesus encontra a motivação para a sua acção em prol do “Reino”; é na oração que Jesus encontra a força para se libertar da tentação da popularidade fácil e para centrar, de novo, a sua atenção em Deus e nos seus projectos. O encontro a sós com Deus não é uma alienação, uma fuga dos problemas do mundo, mas é um momento de encontro com Deus, com os seus projectos e planos para o mundo, e um ponto de partida para o compromisso com a transformação do mundo. O encontro pessoal com Deus significa uma paragem na actividade e um momento de tomada de consciência daquilo que Deus quer e do compromisso que Deus pede aos seus enviados.
O nosso texto termina com uma espécie de resumo, no qual se explicita o sentido do ministério de Jesus: do seu encontro com o Pai, brota uma vontade renovada de concretizar o projecto de Deus e de actuar no meio dos homens a fim de lhes oferecer a libertação e a vida definitiva. Por isso, quando Jesus reencontra os discípulos, dispõe-se a palmilhar “toda a Galileia, pregando nas sinagogas e expulsando os demónios” (vers. 39).
No texto que nos é proposto neste domingo, os “milagres” de Jesus ocupam um espaço significativo. É preciso ver esses gestos de Jesus, não como gestos espectaculares, destinados a impressionar as multidões, mas como “sinais do Reino”. São gestos que anunciam a irrupção, nesta terra, desse mundo novo, sem exclusão, sem sofrimento, sem maldição, onde todos – e de uma forma especial os pobres e marginalizados – têm a possibilidade de ser felizes. Anunciam que Deus quer criar um mundo novo, onde não há impuros, nem proscritos, nem condenados; anunciam uma nova era, de homens novos, vivendo a plenitude da vida e da felicidade. É isso que Jesus veio fazer, e é essa a missão que os discípulos de Jesus devem procurar concretizar na terra.
ACTUALIZAÇÃO
• As acções de Jesus em favor dos homens que o Evangelho deste domingo nos apresenta mostram a eterna preocupação de Deus com a vida e a felicidade dos seus filhos. O projecto de Deus para os homens e para o mundo não é um projecto de morte, mas de vida; o objectivo de Deus é conduzir os homens ao encontro desse mundo novo (o “Reino de Deus”) de onde estão ausentes o sofrimento, a maldição e a exclusão, e onde cada pessoa tem acesso à vida verdadeira, à felicidade definitiva, à salvação. Talvez nem sempre entendamos o sentido do sofrimento que nos espera em cada esquina da vida; talvez nem sempre sejam claros, para nós, os caminhos por onde se desenrolam os projectos de Deus… Mas Jesus veio garantir-nos absolutamente o empenho de Deus na felicidade e na libertação do homem. Resta-nos confiar em Deus e entregarmo-nos ao seu amor.
• O encontro com Jesus e com o “Reino” é sempre uma experiência libertadora. Aceitar o convite de Jesus para O seguir e para se tornar “discípulo” significa a ruptura com as cadeias de egoísmo, de orgulho, de comodismo, de auto-suficiência, de injustiça, de pecado que impedem a nossa felicidade e que geram sofrimento, opressão e morte nas nossas vidas e nas vidas dos nossos irmãos. Quem se encontra com Jesus, escuta e acolhe a sua mensagem e adere ao “Reino”, assume o compromisso de conduzir a sua vida pelos valores do Evangelho e passa a viver no amor, no perdão, na tolerância, no serviço aos irmãos. É – na perspectiva da catequese que o Evangelho de hoje nos apresenta – um “levantar-se”, um ressuscitar para a vida nova e eterna. O meu encontro com Jesus constituiu, verdadeiramente, uma experiência de libertação e levou-me a optar pelos valores do Evangelho?
• A história da sogra de Pedro que, depois do encontro com Jesus, “começou a servir” os que estavam na casa, lembra-nos que do encontro libertador com Jesus deve resultar o compromisso com a libertação dos nossos irmãos. Quem encontra Jesus e aceita inserir-se na dinâmica do “Reino”, compromete-se com a transformação do mundo… Compromete-se a realizar, em favor dos irmãos, os mesmos “milagres” de Jesus e a levar vida, paz e esperança aos doentes, aos marginalizados, aos oprimidos, aos injustiçados, aos perseguidos, aos que sofrem. Os meus gestos são sinais da vida de Deus (“milagres”) para os irmãos que caminham ao meu lado?
• Na multidão que se concentra à porta da “casa de Pedro” podemos ver essa humanidade que anseia pela sua libertação e que grita, dia a dia, a sua frustração pela guerra, pela violência, pela injustiça, pela miséria, pela exclusão, pela marginalização, pela falta de amor… A Igreja de Jesus Cristo (a “casa de Pedro”) tem uma proposta libertadora que vem do próprio Jesus e que deve ser oferecida a todos estes irmãos que vivem prisioneiros do sofrimento… O que é que nós, discípulos de Jesus, temos feito no sentido de oferecer a proposta libertadora de Jesus aos nossos irmãos oprimidos? Ao olhar para a Igreja de Jesus, eles encontram solidariedade, ajuda, fraternidade, preocupação real com os seus dramas e misérias, ou apenas discursos teológicos abstractos e virados para o céu? Os nossos irmãos idosos, doentes, marginalizados, esquecidos encontram nos nossos gestos o amor libertador de Jesus que dá esperança e que aponta no sentido de um mundo novo, ou encontram egoísmo, indiferença, marginalização?
• O exemplo de Jesus mostra que o aparecimento do “Reino de Deus” está ligado a uma vida de comunhão e de diálogo com Deus. Rezar não é fugir do mundo ou alienar-se dos problemas do mundo e dos dramas dos homens… Mas é uma tomada de consciência dos projectos de Deus para o mundo e um ponto de partida para o compromisso com o “Reino”. Só na comunhão e no diálogo íntimo com Deus percebemos os seus projectos e recebemos a força de Deus para nos empenharmos na transformação do mundo. É preciso, portanto, que o discípulo encontre espaço, na sua vida, para a oração, para o diálogo com Deus.
São Bernardo (1091-1153), monge cisterciense, doutor da Igreja
1.º Sermão para o Advento
quarta-feira, 29 de março de 2017
REFLEXÃO/ATENCÃO/MEDITAÇÃO: O dom da fragilidade e Conselhos para a felicidade: mas como se permite?
Lidar com a «fragilidade humana» não é algo de especialmente próprio de certos trabalhos, mas o modo comum de as pessoas se relacionarem: todos nós nos relacionamos com as nossas fragilidades, pois todos somos frágeis e não há modo algum de afastar as fragilidades quando partimos para qualquer relação, humana ou outra, por exemplo, com o próprio Deus. Não é a comum fragilidade humana que é problemática, pois é transcendental, isto é, comum a toda a humanidade, mas certas formas de especial fragilidade humana. No seio destas, especialmente as que põem em causa, mediata ou imediatamente, quer a vida humana quer o sentido humano. para saber mais, clicar AQUI.
Conselhos para a felicidade: mas como se permite?
Um dos géneros literários que desde sempre me tem deixado mais perplexo é o dos conselhos para se ser feliz, para se estar em paz consigo próprio e com o mundo à volta. Com que autoridade, a partir de que experiência há quem se permita dizer que coisas fazer para se ser feliz? E que ideia de felicidade está por trás e se quer comunicar? Para saber mais, clicar AQUI.
terça-feira, 21 de março de 2017
REFLEXÃO/MEDITAÇÃO/ATENÇÃO: Elogio das lágrimas & Perdi-te, mas procuro-te
Se conseguíssemos dizer às pessoas esta única poderosa e consoladora verdade: que na Igreja dás lágrimas e recebes remissão; que Cristo não se ocupa dos nossos pecados mas do nosso arrependimento. Se conseguíssemos dizer aos jovens para não hesitarem, qualquer que seja a maneira como viveram, a regressar à Igreja. Porque a Igreja é mãe e, quando a ela voltamos, não pergunta para saber o que fizemos, mas olha-nos nos olhos para ver o que sofremos, a que farrapos fomos reduzidos. A vida da Igreja e o seu amor por nós não dependem nem da nossa miséria nem da nossa santidade, mas de Cristo. Para saber mais, clicar AQUI.
quarta-feira, 9 de novembro de 2016
REFLEXÃO/MEDITAÇÃO/ATENÇÃO: A propósito de...
quinta-feira, 6 de outubro de 2016
ESPIRITUALIDADE: Visão cristã do sofrimento.
«A desolação espiritual é uma coisa que acontece a todos nós: pode ser mais forte, mas fraca», sublinhou Francisco, referindo-se a um «estado de alma obscuro, sem esperança, desconfiado, sem vontade de viver, sem ver o fim do túnel, com muitas agitações no coração e também nas ideias». O sofrimento pode chegar ao ponto de se desejar a morte, como narrado no livro de Job, pelo que muitas vezes o crente em Deus questiona-se: «O que deve fazer-se quando vivemos estes momentos obscuros, devido a uma tragédia familiar, uma doença, qualquer coisa que me faz estar em baixo?». Para saber mais, clicar AQUI