Vão surgindo sinais que dignificam e que voltam a colocar no centro a pessoa. É o caso da “prescrição social”, transplantada do Reino Unido para Portugal pelo médico de família Cristiano Figueiredo. Para saber mais, clicar AQUI.
«O êxito de um bom dito reside no ouvido daquele que o escuta, não daquele que o pronuncia» (Shakespeare)
"Porquê?" & "Para quê?"
Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
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quinta-feira, 20 de março de 2025
REFLEXÃO/ATENÇÃO/MEDITÇÃO/ACÇÃO: Que morramos saciados de vida…
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segunda-feira, 14 de agosto de 2017
quem conhece ESSES DESCONHECIDOS (65): São Lourenço
... que merecem ser conhecidos e eu em conhecê-los e dar a conhecer AQUI. Mais:
Perante isto e eles, como me sinto tão pequenino!
Santo Ambrósio (c. 340-397), bispo de Milão, doutor da Igreja
Sobre os Ofícios dos ministros I, 84; II, 28; PL 16, 84
«Se morrer, dá muito fruto»
Perante isto e eles, como me sinto tão pequenino!
Santo Ambrósio (c. 340-397), bispo de Milão, doutor da Igreja
Sobre os Ofícios dos ministros I, 84; II, 28; PL 16, 84
Ao ver que levavam o bispo Sixto para o martírio, S. Lourenço pôs-se a chorar. Não era o sofrimento do seu bispo que lhe arrancava lágrimas, mas o facto de este partir para o martírio sem ele. Por isso, pôs-se a interpelá-lo nestes termos: «Onde vais, meu Pai, sem o teu filho? Apressas-te tanto em direção a quê, padre santo, sem este teu diácono? Tu tinhas por hábito nunca oferecer o sacrífício sem ministro! [...] Dá pois prova de que escolheste um bom diácono, a quem confiaste o ministério do sangue do Senhor, com quem partilhas os sacramentos; recusar-te-ás a comungar com ele no sacrifício do sangue?» [...]
O Papa Sixto respondeu a Lourenço: «Não te esqueço, meu filho, nem te abandono. Mas deixo-te maiores combates. Sou velho e já só aguento uma luta ligeira. Mas tu és jovem e hás de obter um triunfo bem mais glorioso contra o tirano. Logo virás ter comigo. Seca essas lágrimas. Dentro de três dias, seguir-me-ás.» [...]
Três dias depois, foi dada ordem de prisão a Lourenço. Ordenaram-lhe que levasse os bens e os tesouros da Igreja e ele prometeu obedecer; no dia seguinte, apresentou-se na companhia dos pobres. Perguntado onde estavam os tesouros que devia ter levado, apontou para os pobres, dizendo: «Eis os tesouros da Igreja. Teria Cristo tesouros melhores que estes, acerca dos quais disse: "Sempre que fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, a Mim mesmo o fizestes"?» (Mt 25,40) Lourenço apresentou aqueles tesouros e saiu vencedor, porque o seu presecutor não teve vontade de lhos tirar. Mas, cheio de raiva, mandou-o queimar vivo.
O Papa Sixto respondeu a Lourenço: «Não te esqueço, meu filho, nem te abandono. Mas deixo-te maiores combates. Sou velho e já só aguento uma luta ligeira. Mas tu és jovem e hás de obter um triunfo bem mais glorioso contra o tirano. Logo virás ter comigo. Seca essas lágrimas. Dentro de três dias, seguir-me-ás.» [...]
Três dias depois, foi dada ordem de prisão a Lourenço. Ordenaram-lhe que levasse os bens e os tesouros da Igreja e ele prometeu obedecer; no dia seguinte, apresentou-se na companhia dos pobres. Perguntado onde estavam os tesouros que devia ter levado, apontou para os pobres, dizendo: «Eis os tesouros da Igreja. Teria Cristo tesouros melhores que estes, acerca dos quais disse: "Sempre que fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, a Mim mesmo o fizestes"?» (Mt 25,40) Lourenço apresentou aqueles tesouros e saiu vencedor, porque o seu presecutor não teve vontade de lhos tirar. Mas, cheio de raiva, mandou-o queimar vivo.
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